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Bye, bye, periferia.

O governador Requião parte para o Japão no comando de vistosa expedição. A justificativa oficial para a viagem é fazer um convite ao imperador Akihito, para os festejos do aniversário da imigração japonesa.

Além disso, poderão acontecer alguns contatos entre os empresários daqui e os de lá para tratar de investimentos e trocas comerciais.

Requião leva consigo, além da primeira-dama Maristela, alguns deputados, conselheiro do Tribunal de Contas, secretários, auxiliares, mordomos, seguranças, empresários e toda entourage que um governador costuma incorporar à sua comitiva. Sem esquecer o médico particular, doutor Marco Antonio Caron, que sempre pode ser útil em uma emergência.

A verdade verdadeira é a oportunidade para um belo passeio pelo Japão, com direito a escalas em Paris, a cidade favorita.

1 Comentário

  1. José Antônio Rezzardi Responder

    Comentando com um amigo que não sabia da viagem do governador ao Japão (nem falei da comitiva…), quis saber:
    -Quem comprou as passagens?
    -Sei lá! Mas, por que a pergunta?
    -É que eu gostaria de saber se a passagem é só de ida ou…
    -Já entendi, pode parar. “E mardade”, diria o Nhô Belarmino.

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