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Mais do pedágio

Ontem, durante reunião da Comissão de Investigação dos Pedágios, na Assembléia Legislativa, técnicos da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) apresentaram um estudo sobre o impacto negativo das tarifas do pedágio no setor produtivo do estado.  

“Com a alta dos preços dos fretes para se transportar a produção do interior do Estado para o Porto de Paranaguá devido ao pedágio, as indústrias estão se instalando em Curitiba e Região Metropolitana, porque o custo para chegar ao porto é menor. O que sobra para o interior do Paraná é apenas o agronegócio”, explica Nelson Costa, superintendente da Ocepar. 

Para a entidade, é urgente um entendimento entre o governo, concessionárias e as instituições afetadas para que o alto valor cobrado para se utilizar as principais rodovias paranaenses não provoque danos na organização econômica do Paraná.

Para o presidente da CEI, deputado Fabio Camargo (PTB), a comissão tem por objetivo encontrar um meio jurídico de baixar a tarifa, mas o entendimento pode ser um caminho. “O importante é que ao final do processo o interesse público seja preservado e os paranaenses possam pagar uma tarifa mais justa”, afirma Camargo.

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