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Por conta

A Prefeitura de Curitiba tem direito a R$ 64 milhões, do FDU, mas o governo do Estado não libera. Obras urgentes, previstas pelo financiamento, negado, são feitas com recursos do poder municipal. Hoje, por exemplo, Beto Richa participou de audiência pública no Uberaba, onde anunciou a repavimentação, calçamento e nova sinalização de cinco ruas. O custo? R$ 2 milhões e 100 mil. Detalhe: as ruas estavam previstas no pacote de obras que a verba do FDU viabilizaria. E isso não é tudo. A Prefeitura da capital já assumiu obras nas ruas Anita Garibaldi (R$ 4 milhões e meio), Valdemar Loureiro de Campos (R$ 4 milhões e 900 mil) e na Rua Alagoas (R$ 3 milhões e 100 mil) — todas elas anteriormente incluídas no pacote que os investimentos do FDU tornariam realidade.

5 Comentários

  1. Faca no Garganta Responder

    Escuta aqui Garganta (ou seria Pires, Benedito ou Trindade X-9?): Profundo você, hein? Escrever até que sabe, fazer perguntas também: mas e o Bob Réqui e as suas táticas, hein?

  2. Quer dizer que isso aqui virou uma rinha? A rinha dos valentes anônimos, dos que não têm, nunca tiveram tampouco terão coragem de sair do armário, ops, de mostrar a cara! Eita gentarada sem fibra, sô! Se esses comentadores tivessem tanta coragem como querem mostrar que têm, primeiro, fariam coisas, depois, assinariam, Karlin, como eu, com o nome próprio. Querem meu RG? Meu CPF? Meu IP? Meu endereço? Meu e-mail?

  3. Deixa pra lá, o Garganta prefere ler o Boca Maldita. A chapa branca dele é outra, azulzinha igual a roupa do Rei.

  4. O Garganta deve ser parte da claque do programa de auditório patrocinado pelo contribuinte que o Coisa Ruim chamada de “Escola de Governo” (ou, se preferir, “Escola de Desgoverno”, nota A no Enada do MELECA).

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