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Hora do Mico

Hora do Mico

A escolinha das terças vai se transformando em programa de humor. É o Hora do Mico. O governador Requião tem pago tantos que já é chamado de Rei dos Micos.

Na semana passada ele confundiu um comercial do guaraná Antarctica e achou que estavam invadindo a Amazônia. Sem contar aquela vez, no gabinete do presidente Lula, quando ele comeu mamona pensando que era chocolate.

É tanto mico que a Tigre está chamando o homem para o novo comercial da sua série “Fuja do Mico”.

Mico autoritário

Hoje Requião deve repetir a dose do mico autoritário. Ele adora xingar a imprensa de canalha, os adversários de ladrão, os seus súditos de idiotas e incompetentes e exige que a platéia de comissionados bata palminhas. Os amestrados obedecem.

Vocês já notaram que autoritário é o cara que não tem autoridade? Quando ele não consegue se impor pelas suas qualidades, apela para a ignorância. E ignorância parece ser a especialidade da casa.

Cópia do Figueiredo

Na semana passada Requião lembrou o general Figueiredo, último presidente da ditadura militar que gostava de berrar “eu prendo e arrebento” para tentar intimidar os adversários.

Figueiredo prendeu, arrebentou, a ditadura caiu assim mesmo. E ninguém tem saudade dela.

Enquanto isso…

Enquanto a violência cresce, gente morre por falta de remédio e hospital, o número de desempregados aumenta e não param as denúncias de corrupção, o governador Requião faz cena de mico na escolinha. Diz que tudo vai bem. Não falta nada ao paranaense. Deve ser no Canguiri, onde ele mora feito um nababo por conta do povo que paga a conta.

Cadê a polícia?

Sobra polícia militar para cuidar dos cavalos e da segurança do governador Requião e sua troupe. Falta polícia nas ruas para diminuir a violência e a criminalidade que aumentam no Paraná inteiro. Em Curitiba é um descalabro. Para que você tenha uma idéia, A cada cem mil curitibanos, 64 morreram assassinados em 2006. Cadê o governo? Está na escolinha xingando os inimigos que mostram que ele não é de nada.

Texto publicado no jornal Tribuna do Paraná do dia 13 de novembro.

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