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De bicicleta

Da França, Gleisi Hoffmann declarou que seus 9% são mais do que esperava na primeira pesquisa Datafolha. Ontem, ela visitou o prefeito de Paris e saiu às ruas para observar o sistema de trânsito. Volta convicta de que é necessário estimular o uso da bicicleta.

9 Comentários

  1. A referida senhôra poderia voltar da França de bicicleta para meditar melhor sobre esta fantástica descoberta, inclusive porque as bicicletas na França não são roubadas pela população, ao contrario são conservadas pelos usuários e os alugueis de tais equipamentos públicos são regularmente pagos nos postos existentes para tal fim. Poderia tambem descobrir que Paris é na França e não no Paraná.

  2. É brincadeira… Vai ser duro aguentar a Barbie suburbana, o Magnifico Senhor Reitor e as demais ratazanas do pleito…. Mais luz…

  3. Gleisi?

    Bicicleta?

    É de dar pena…

    Ela já pode começar a treinar para o tour de France, porque na Prefeitura de Curitiba ela só vai entrar para pegar o carnê do IPTU.

  4. João dos Anzóis Responder

    Quéisso, a Gleisi vai ganhar do playboy Richa e não tem para ninguém. Curitiba precisa de novas lideranças, não raposas como Lerner, Taniguchi e outros vestindo novas plumagens.

  5. armando salles sobr. Responder

    POR FAVOR, SR. JORNALISTA, SIGA O CONSELHO DE LEITOR ANTERIOR, CONVERSE COM OS COMPANHEIROS QUE TRABALHAM NA ITAIPU, E AÍ TERÃO
    A VERDADEIRA FACE DESSA MOCINHA…

  6. Pescador de Ilusões Responder

    O João dos Anzóis fala que o Beto é playboy.

    Pode ser.

    Mas a Greicy/Gleici/Gleysi é o quê?

    Operária?

    Fala sério, pescador mal-intencionado!

  7. A bicicleta como meio de transporte deve aparecer na disputa eleitoral para a cidade. Curitiba não comporta mais carros (que estão cada vez mais acessíveis e presentes) e não possui um sistema cicloviário que permita o deslocamento adequado. As ciclovias (em péssimo estado) só ligam os parques e as ciclofaixas apenas permanecem como promessa.

    Uma boa mobilidade urbana deve incluir a bicicleta como modal. Os exemplos não são apenas europeus: Bogotá conseguiu ótimos resultados na mobilidade limitando o espaço do carro e valorizando a bicicleta e o transporte coletivo.

  8. O problema da bicicleta é que ela é mais rápida, mais saudável, mais prática, mais limpa e mais divertida do que o carro. E de quebra, mantém as ruas desimpedidas.

    Coisa de pobre mesmo, né? Em Berlim ou Amsterdã, por exemplo, só tem pobre.

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