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Eleotério se despede

O livreiro se despede: Eleotério Burrego está indo para São Paulo, onde vai trabalhar na Livraria e Editora Martins Fontes. São Paulo ganha um grande livreiro. Vai deixar saudade aos poucos bibliófilos curitibanos, que tinham em Eleotério um vendedor com amor genuíno aos livros.

10 Comentários

  1. é, o Paraná é muito pequeno para o Eleutério, infelizmente !

    Muito sucesso em Sampa e volte algum dia para trazer seus bons livros a esta terra, que aos muito bons expulsa, especialmente aqueles ligados à cultura e a arte !

    Sucesso ao livreiro de Curitiba !!!!!!!!!!!!!

  2. Eleotério, a sua paixão pelos livros e pelos leitores deixará saudades, mas também muitos frutos em Curitiba.

  3. Geraldo Serathiuk Responder

    Peço para transcrever o comentário do professor Rogério Distefano sobre o nosso querido Eleotério. Acho que resume o sentimento de todos nós. Nota do MaxBlog. É a carta de despedida do Eleotério Burrego, amigo e servidor de nove entre dez bibliófilos de Curitiba. Todos o conhecemos no começo, ainda na Livraria do Chaim, depois na sua própria livraria, aquele projeto ambicioso que ruiu pela concorrência, no ano em que Eleotério, assaltado e espancado, foi milagrosamente encontrado num pronto-socorro, tratado como indigente, à beira da morte. Ultimamente trabalhava na Livraria Guerreiro, que, como a de Eleotério antes, foi a pique diante da concorrência das grandes redes nacionais, instaladas nos shoppings. Vai para São Paulo, onde a Livraria e Editora Martins Fontes reconheceu-lhe a capacidade. Eleotério não é mero vendedor de livros. É o livreiro clássico, amante dos livros e irmão dos bibliófilos. Ser atendido por Eleotério sempre foi uma aventura e um prazer. A aventura do leitor que encontra seu igual, outro devotado pela leitura, alguém que conhece o autor, o livro, as edições – e corre atrás da obra porque sabe o que sente quem a procura. O prazer sempre vem das referências paralelas de Eleotério, que indica obra análoga, correlata, um outro autor. E não poderia deixar de lembrar: a simpatia, a empatia, o tratamento acolhedor e a doçura que Eleotério dispensa a todos, sem exceção, virtudes raras nesta Curitiba de gente esquiva, reservada, desconfiada. Até breve, caro Eleotério.

  4. Conversei uma única vez com o Eleotério, por indicação do amigo Rogério Pereira, editor do jornal Rascunho. Foi o suficiente para saber agora a grande perda que Curitiba e o Paraná terão com a ida dele para São Paulo. Tomara que lá ele encontre a paz necessária para continuar a missão terrestre que o enriquece (culturalmente falando) a cada livro vendido ou a cada cliente atendido. Lamento o fechamento da Guerreiro e o desinteresse do mercado livreiro da nossa capital em absorvê-lo.Perdem os cutibanos, ganham os paulistanos. Sucesso e vida lonnnga, amigo! Foi um prazer tê-lo conhecido. Em tempo: Quando for possível, informe o seu e-mail para que possamos continuar comprando… Que 2008 seja o início de um tempo de muito sucesso em sua trajetória por aqui. Alvíssaras! J. A. Rezzardi, de Pato Branco.

  5. SE FOR PARA O TEU BEM , QUE SEJAS FELIZ. AGORA , QUE VAI FAZER FALTA EM NOSSA CAPITA, ISSO VAI. FELICIDADES E VENHA NOS VISITAR….

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