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No tapa

O líder do governo, Luís Cláudio Romanelli, furou o pedágio em três praças e armou um barraco enorme que exigiu a intervenção do secretário de Segurança para livrá-lo da Polícia Militar. Diz que é sua campanha de desobediência civil contra o pedágio. Espera que ela ajude a reduzir as tarifas.

Ao deixar o cargo de Procuradora Geral do Estado, Jozélia Nogueira denunciou que o governo Requião não quer resolver a questão do pedágio através do entendimento. Prefere o confronto para ter resultados político-eleitorais, o que ajuda a entender o gesto de Romanelli.

15 Comentários

  1. Este é aquele que o baiacu chama de Roubanelli. Será que é porque ele não paga pedágio? Só cobra?

  2. O interessante na estratégia do Sr. Romanelli é que ele necessita de alguém honesto e cumpridor de suas obrigações para perpetrar seu golpe. É uma repetição perfeita da prática política do atual governo.

  3. Parlamentar exemplar Responder

    Luís Cláudio Romanelli, que belo exemplo, heim?

    Apesar que isso não é nada perto do resto, não é mesmo?

  4. João dos Anzóis Responder

    Podem falar o que vocês quiserem, o Romanelli fez exatamente aquilo que 11 em cada 10 paranaenses que tem carro tem vontade de fazer.

    Viva a desobediência contra o pedágio…

  5. Isso tudo só pra agradar o chefinho?

    Ou ele acha que dá voto?

    É mesmo o “topa tudo por dinheiro”.

  6. O recorrente personagem nos comentários a este blog, “João dos Anzóis” – que sequer tem a coragem necessária para dizer quem é – tem a petulância de afirmar que todos os paranaenses têm intenções de burlar a lei. Fale por si sr. “voz do povo”.

  7. Rafael, veja o comentário postado hoje no blog do Zé Beto:

    Zóio da Sete Diz:
    29 Jan 2008 – 10:32

    Que exagero Zé Beto, o Romanelli fez aquilo que 11 entre 10 paranaenses tem vontade de fazer. O preço do pedágio é um absurdo e ao invés de falar mal do carequinha da Assembléia, devemos falar mal é do Lerner, que criou esta arapuca para nós…

    Além de baixar o sarrafo no Lerner (não fazem outra coisa, é só o que dizem para tentar justificar a incompetência) chama a atenção o mesmo comentário (11 em cada 10 paraenses…). Está na cara que é um pau-mandado a serviço dos comedores de mamona e bebedores de guaraná da amazonia que está sendo vendida.

  8. AVISO AOS NAVEGANTES Responder

    João dos Anzóis (nome ridículo, como tudo aliás que diz respeito a esse desgoverno cafajeste e vulgar), vulgo Dom Ático (vade retro com o seu chefe Satanás!)

    Ou você tá acostumado com a bandidagem que o cerca ou então é bandido mesmo.

    Lembre-se que a cordo sempre estoura do lado mais fraco.

    O mandante se safa enquanto o executador pega cana (vide Rasera e cia.)

    Vergonha na cara rapaz!!!

  9. AVISO AOS NAVEGANTES Responder

    João dos Anzóis (nome ridículo, como tudo aliás que diz respeito a esse desgoverno cafajeste e vulgar), vulgo Dom Ático (vade retro com o seu chefe Satanás!)

    Ou você tá acostumado com a bandidagem que o cerca ou então é bandido mesmo.

    Lembre-se que a corda sempre estoura do lado mais fraco.

    O mandante sempre se safa, mas o executor pega cana (vide Rasera e cia.)

    Vergonha na cara rapaz!!!

  10. é isso aí joao dos anzois, paguem pedágio vcs seus trouxas do jeime lerner, o caboclo quando é bocó não adiante a gente discutir joão, deixa os otários pagar pedágio e engolir quietos…

  11. Valdomiro Guimarães Responder

    E como diziam nossos avós, ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.

  12. Ninguém está interessado em perquirir se o deputado ao infringir ostensivamente a lei federal de trânsito e ainda conclamar o povo a seguir seu exemplo não ofendeu a ética ou o decoro parlamentar ?

    Vejam o que diz o Regimento Interno da Assembléia Legislativa:

    DO DECORO PARLAMENTAR

    CAPÍTULO I

    DOS DEVERES FUNDAMENTAIS DO DEPUTADO

    Art. 237. No exercício do mandato, o deputado atenderá as prescrições constitucionais e regimentais e as contidas no Código de Ética e Decoro Parlamentar, sujeitando-se aos procedimentos disciplinares nele previstos e ao contido nos artigos 73 e 74 deste Regimento e no disposto nos artigos seguintes.

    Art. 238. São deveres fundamentais do deputado:
    I – promover a defesa dos interesses popular e estadual;
    II – zelar pelo aprimoramento da ordem constitucional e legal do Estado, particularmente das instituições democráticas, representativas e pelas prerrogativas do Poder Legislativo;
    III – exercer o mandato com dignidade e respeito à coisa pública e à vontade popular;
    IV – apresentar-se durante as sessões legislativas ordinárias e extraordinárias e participar das sessões de plenário e das reuniões de comissão de que seja membro.

    Mas, estejam certos que o pretexto da “desobediencia civil” não passa na mais perfunctória análise do ato do deputado.

    Primeiro, originalmente, teria que ser uma “resistência ao governo civil”, isto é, não apoiá-lo nem deixar que ele o apóie estando você contra ele. Ora, o deputado é lider do governo de plantão na Assembléia. Está “resistindo” equivocadamente, pois, o mote requiônico do “pedágio abaixa ou acaba” transformou-se, pela incompetência e temeridade das medidas encetadas pelo governo em “o pedágio fica e o povo paga o pedágio e mais o passivo bilionário das ações judiciais perdidas contra o pedágio.”

    Segundo, a desobediência civil tem lugar quando as instituições públicas não estão cumprindo seu fiel papel e quando não existem outros remédios legais possíveis que garantam o exercício de direitos. Mas, não há possibilidade de invocar desobediencia civil contra o exercicio de uma atividade privada, ainda que concedida pelo governo, regularmente instituida segundo as leis vigentes e referendada por decisões judiciais.

    Tem razão, Fabio, querem resolver a questão “no tapa”, no argumento baculino. Veremos se a Assembléia tem um pouco de rubor nas faces.

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