Uncategorized

Inócua

O governador Requião acredita que a campanha da Secretaria de Trabalho em favor do registro em Carteira de Trabalho vai reduzir a taxa de informalidade. Ora, pois, a campanha é inocua. Enquanto o crescimento da economia for pífio, os juros continuarem obscenos, a legislação paternalista e o pais permanecer na condição de mero exportador de produtos primários, com alta concentração da propriedade da terra, a informalidade continuará a crescer. Sem mudanças macroeconômicas, será desperdício gastar recursos e energia com esta campanha educativa e com a fiscalização.

9 Comentários

  1. O Requião nunca, nunca mesmo acreditou em campanhas de combate a informalidade e de registro em CTPS e de fiscalização. É por isto que criou o fundo de aval, o Banco Social, isentou os pequenos e médios empresários de impostos, para fiscal não ficar tomando algum. Ele é uma pessoa que sabe que a informalidade é fruto do baixo crescimento economico, dos juros, da falta de crédito e que não adianta ficar correndo atras de empresário que já vive sufocado de tanto pagar imposto. Estes ingenuos da Secretaria do Estado do Trabalho, que nunca admistraram uma empresa e só sabem mamar no Estado e nos sindicatos, não conhecem o Requião e a sua visão do mundo do produtivo. E não conhecem nem os membros do governo, que tem visão igual a do Requião. E torcem o nariz para a idéia. Afinal o que tem de membro do governo que tem empresa, em nome de parentes e terceiros, e não registra, usa de estagiário para pagar pouco e nem registra empregada doméstica não é pouco. É só ir no MPT e na DRT para ver quem são….

  2. Francamente, esta é uma das maiores imbecilidades deste governo… Bom, p’ra quem teve um Padre Roque, que era vigário da paróquia de São Larapião, como secretário….

  3. Como assim José Carlos. O Padre Roque(PT) confessou que pagava o dinheiro dos que ganham mais e dividia com os que ganhavam menos. Se ele errou foi só para fazer justiça. Foi por amor pelos mais humildes.

  4. Pois, é, meu bom Machado, e o exemplo de vida deste ser iluminado vem sendo seguido por muitos outros do governo…. Quem tem tira, quem não tem põe é o lema…

  5. João dos Anzóis Responder

    Legal a análise do Machado e boa a atitude do Requião, em adotar políticas que realmente influenciam no social.

  6. boa análise do fabio.
    aliás, a redução do ICMS e proibir fiscais de “visitar” a empresas e “tomar” algum é elogiada pela maioria dos empresários, pra não dizer todos.
    Agora, essa de defender o padre na divisão dos salários????
    Me perdoem, mas não estava correto, mesmo que sua intenção fosse das mais elogiadas.

  7. Nosso povinho brasileiro é e sempre será provinciano mesmo, com idéias plantadas pela mídia e que, com a arrogância também peculiar, imaginam estar raciocinando por si mesmos e repetem, como papagaios de pirata, as “grandes verdades” do mundo midiático, sem avaliar a realidade dos fatos. Ora, ora, as idéias expostas nestes comentários, com raras exceções, bem demonstram tal postura odiosa e que atravanca nossa Nação, nunca enxergando nada de positivo e só atacando, via de regra, tudo que provém do Poder Público.
    Caríssimos colegas comentaristas míopes, pesquisem antes de lançar mão da metralhadora da palavra escrita e atirar para todos os lados, apenas aumentando a sensação de baixíssima auto-estima que sempre nos mantém como eternos reféns da idéia de “país subdesenvolvido” e, como se fosse uma província, dependentes das “grandes metrópoles”. Como podem concordar que tivémos um crescimento econômico “pífio”, como diz o blogueiro, se a todo momento se vêem notícias de crescimento das vendas em todos os setores. Ora, a indústria nacional está com a capacidade produtiva em 86% como disse Marcio Pochman do IPEA, indíce histórico e até preocupante, pois demonstra que é necessário uma urgente expansão de investimentos para atender a demanda. Situação esta que, ao menos eu, nunca vivi e demonstra o incrível crescimento e desenvolvimento econômico que o Brasil experimenta. Portanto, colegas, espero que antes de falar, pensem e pesquisem dados sérios.

Comente