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“Eu não sei de nada”

Benedito Pires se apressa a esclarecer que não tem nada a ver com as trapalhadas de Airton Pisseti & Cia no Paraguai. Se o seu nome for envolvido nesse enredo bolivariano-guarani, negará a participação. Segue a orientação de Requião, que é a de negar tudo, com convicção, mesmo que seja flagrado no ato.

“Nada sei dessa campanha paraguaia”, insiste Benedito Pires, que nem por isso deixa de torcer pelo ex-bispo católico Fernando Lugo, em quem enxerga um traço de sua própria formação. Como se vê, os senhores do governo Requião parecem ter-se enredado em seu jogo arlequinesco, de sorte que já não conseguem distinguir, eles próprios, entre verdade e mentira.

Quanto à participação de Airton Pisseti, a newsletter de Chiqui Avalos, de Assunção, informa que o secretário de Comunicação de Requião “estuvo varias veces en nuestro país de acuerdo a fuentes irrecusables que acercaron la información en su momento a PRENSA CONFIDENCIAL”.

É, não vai dar para despistar.

5 Comentários

  1. A palavra do Benedito e merda não são, absolutamente, a mesma coisa. A merda, Fabiiiiinho, tem utilidade orgânica, como adubo, fertilizando o solo. A palavra de Benedito vem acompanhada do hálito irrespirável, dos perdigotos e da figura lastimável desse aproveitador ideológico.

  2. Pisseti está de olho num cassino à venda ali do outro lado da ponte. Ele e Nely!!! Só se fala disso em Foz.

  3. Se a minha memória não falha o Fabio Campanha esteve no Paraguai ainda comissionado no governo Álvaro, no qual ficava dias e dias parado e cansado de ser desprezado foi fazer parte da tropa do general Rodrigues como “consigliere”.
    Já como mercenário da “Onorata Società do Terere” e fumando Cohibas Corona Especial 5 Pack, que era o que restara de seu passado zapatista começou a desempenhar o seu ofício de sofismar. Conspirando conseguiu cair no agrado da alta hierqarquia da “Cosa Nostra Xiru”, que o via como parte da “famiglia”.

    Ele só veio a se desincompatibilizar do governo, onde ficava dias e dias parado, em 90, quando foi para a campanha do Roberto, vulgo Requião, sendo o responsável direto pela central de boatos de que teria auditoria no governo Álvaro quando o Ary Queiros assumisse, que o rabo do governador já teria sido rifado pela máfia do Kibe, e deu no que deu.
    Foi ele quem aproximou o Pissetti e o Benedito, hoje não mais tão bem ditos por ele, do Roberto e como diz o ditado espanhol: Cria cuervos y te picarán los ojos!

    Pobre Zapata, a quem só resta caçar estas baratas!

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