Uncategorized

Gleisi no QI na TV

Hoje, às 19h30, Gleisi Hoffmann dá entrevista no QI na TV da RIC, canal 7 em Curitiba. Fala do projeto do PT no Paraná para as eleições deste ano e as de 2010. E conta como estão os preparativos de sua candidatura a prefeita de Curitiba.

11 Comentários

  1. Como será que ela irá vestida: calça jeans de paladina dos pobres; ou tailleur da fase susi-barbie suburbana… Dúvida cruel….

  2. Vai ser divertido ver a Heads criando a campanha da Barbie Prefeita.
    – ela no estúdio, modelito Suplicy, voz de vendedora de sexshop – “o que o curitibano precisa, é de amor, a gente precisa pensar mais no ser humano, chega de ligeirinho, o povo quer carinho”.

  3. Assisti e, com todo o respeito, não gostei.
    Está aí, até segunda ordem, uma candidata que é um manifesto rótulo partidário, um vidro de perfume bem produzidinho de que somente saberemos a fragância após as eleições. já sabemos que depois não vai ser possível devolver o frasco.
    Dizer que os dois maiores problemas de Curitiba são a violência e a saúde é um truismo meramente eleitoreiro, que não condiz com as reais prioridades da cidade. Mas dizer que vai resolve-los com “medidas sociais” é uma promessa afeta ao tipo de estelionato eleitoral usado pelo PT e outros demagogos da política.
    Dizer que o povo preferiria votar em uma mulher, que isso é uma onda até mundial, é argumento de deslumbrada de coluna social.
    Mas se não é nada disso, traga ela então ao pleito o que a diferenciaria dos estelionatários políticos que vicejam por aí. Esponha clara e publicamente a candidata quais (a) seriam as tais medidas sociais, (b) onde seriam exercidas, (c) em que prazo e (d) qual orçamento público as custearia.
    E assuma compromisso público de cumpri-las.
    Está aí o repto.

  4. Fabiiiiiiinho, olha só a matéria da revista Istoé que chegou às bancas neste sábado, falando do meu querido e amado Robeeeeeeeeeeeerto!

    A confusão paraguaia de REQUIÃO
    Secretário de Comunicação se afasta do cargo após denúncia de ISTOÉ

    PISSETTI diz que é voluntário DEPUTADO Rossoni quer fazer investigação no Paraguai

    A conexão paraguaia do governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), será investigada por uma comissão suprapartidária. Esta semana, o deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB) proporá que um grupo de parlamentares vá ao Paraguai para saber a exata participação de Requião na campanha do candidato Fernando Lugo, ex-bispo católico alinhado com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Na última edição, ISTOÉ publicou detalhes das ações de Requião para ajudar a campanha de Lugo. Entre as denúncias estava a participação do secretário de Comunicação do governo do Paraná, Airton Pissetti, no marketing da candidatura de Lugo. “Isso é, no mínimo, uma transgressão, um desvio de função pública”, avalia o professor José Flávio Sombra Silveira, do Departamento de Relações Internacionais da Universidade de Brasília. Na terça-feira 5, Lugo admitiu, segundo o jornal paraguaio ABC Color, que se reuniu com Requião e que após essa reunião passou a contar com a ajuda de Pissetti em sua campanha. O problema é que Pissetti vem prestando esse serviço de assessoria sem se desligar do governo do Paraná. Na quintafeira 7, Pissetti anunciou que vai pedir licença do cargo de secretário de Comunicação do governo paranaense para se dedicar exclusivamente à campanha de Lugo. “É verdade que tenho a permissão do governador, mas é um apoio meu. Voluntário”, afirmou Pissetti. “Isso é extremamente irregular”, ataca o deputado Rossoni. “Como é que um funcionário público, pago pelo contribuinte, dedica parte do seu tempo à campanha política de um candidato à Presidência de outro país?” Agora, Rossoni quer apurar se a ajuda de Requião não vai além do empréstimo do assessor. O senador paraguaio Hermínio Chena, por exemplo, menciona a possibilidade de uma triangulação do governador paranaense com o presidente venezuelano para suprir de recursos a campanha de Lugo. Apurase ainda a denúncia de que Lugo viajou ao Paraná para um tratamento de saúde a bordo de um jato do governo de Requião. O governo paranaense nega. “Uma coisa é torcer, outra é atuar diretamente. Não custa lembrar que política externa não deve ser exercida ao sabor de meras conveniências político- eleitorais”, critica o professor José Flávio Silveira.

    http://www.istoe.com.br

  5. Quem ainda está pensando em votar em petista, é bom prestar atenção com o que sucede hoje no RS: estão arrependidos até a medula com sua experiência petista, revelam isto em seus comentários políticos e substituiram aquela turminha desastrada por prefeito peemedebista em PA e governadora tucana. Mais ainda: debitam, em sua grande maioria, a situação catastrófica que vivenciam os gaúchos com sua economia completamete desarrumada à gestão dos petralhas… Não há Barbie neste mundo que me faça considerar esta possiblidade aqui no PR.

  6. Estamos bem, de um lado um “piloto de autorama” do Lerner, que não inovou em nada a ação da tecnocracia lernista, sempre os mesmos no comando da prefeitura, e do outro uma ex-militante da esquerda, que depois que virou a “primeira dama” do Ministério do Planejamento” é vista nas passarelas e dando braçadas em piscinas de bolinhas nas festas infantis.

    Ainda temos o Greca, ex-“menino prodígio” do lernismo e especializado em construir naus capitanias, que de membro da juventude da Arena “virou socialista moreno” e hoje é um “Requião de carteirinha” sempre fazendo proselitismo do “MDB velho de guerra”.

    Outra figura “ilustre” é o Ratinho Junior que é filho do Ratão pai, grande currículo!

    Ainda poderemos “ter o prazer” de ter outro grande “bad boy” como candidato, o “grande intelectual Fábio Camargo Iatauro”.

    Já pensaram em ter também de aguentar a novamente a chatice do discurso do “Tudo Limpo” (?) Rubens Bueno?

    Assim o coração e muito menos o saco agüentam!

    Pobre Curitiba!

  7. Fernandes:

    Você tem razão. Vivemos entre escolher o menos ruim e o menos pior que todos eles. Mas isto às vezes não funciona. A grande questão é que a cadeira de prefeito está lá à espera do eleito. O sujeito de um simples cidadão vira um nababo, cheio de mandos, comissionados e dinheiro público. E se antes ele implorava seu voto, agora – babau – faz o que bem entende e não se tem notícia de que preste contas à população, simples e direto: prometi isso, fiz isso, não fiz aquilo. Avento a hipótese de que os candidatos (prefeitos, governadors, presidentes) deveriam celebrar um compromisso junto ao poder legislativo, colocando suas prioridades, as medidas administrativas, prazos e de onde tirariam verbas do orçamento, sob pena de responsabilização por improbidade administrativa. Aí teríamos algo concreto com que julgar suas intenções e competência administrativa do candidato. No mais, são figuras virtuais de campanha, que se desvanecem após as eleições para assombrarem com descalabros e ineficiência a administração pública. A política não pode mais ser o âmbito das promessas públicas nebulosas e não cumpridas. Até porque não sobra um tostão do dinheiro suado do povo e as promessas virtuais de campanha não se tornam realidade. Precisamos de gestores públicos e não politiqueiros de profissão.

  8. Sem esquecer Fernandes da ex-deputada Elza que deve ser a candidata do PSOL…imagino que dependendo do rumo da campanha a chapa GOMYDE/NERONE deve receber uma boa votação…levando o PCdo B a fazer duas cadeiras ( luizão e Nello )

  9. Não e a Elza é a Clair, mas está apesar da voz que continua a mesma ainda mantém certa coerência em seus discursos, pois durante o tempo em que esteve com deputada não abaixou a cabeça para o governo Lula assumindo a defesa de teses nacionais e populares contrários ao andamento do governo, acusando que ele possui uma forte vertente neoliberal.
    Ela não aceitou indicar ninguém para os cargos nos Ministérios e dizia que não estava lá para fazer vassalagens para ninguém.

    O Requião, que tentou lhe botar cabresto, foi o último a quem ela mandou a merda.

    Ela é uma advogada bem sucedida e não necessita de receber um “jabaculê” por fora e dai faz o que bem entende, o que o seu nariz manda.

Comente