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Não dava mais para esperar

A criação da Secretaria Especial Antidrogas e a nomeação do delegado Fernando Francischini, da Polícia Federal, para ocupá-la são respostas do prefeito Beto Richa ao crescimento do tráfico de drogas em Curitiba e conseqüente aumento do número de homicídios e de outros crimes correlatos.

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Ministério da Justiça. Richa convenceu-se de que não podia continuar à espera de providências do governo do Estado, responsável pela segurança pública. Decidiu enfrentar o desafio diante da situação preocupante do aumento da criminalidade em Curitiba e sua região metropolitana.

Francischini começou a carreira policial como oficial da PM em Curitiba. Ganhou notoriedade recente como delegado da Polícia Federal que comandou a investigação e prisão do traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia e na prisão de Law King Chong, contrabandista.

1 Comentário

  1. Ponto para Beto Bicha. Ao menos, respondeu ao anseio do povo curitibano está vendo as drogas bater em todas as portas e o governo estadual a discutir estatísticas. Se deixar crescer o problema não resolve mais. Vejam Rio e São Paulo: No Rio o tráfego dominou (“tá tudo dominado”, diz o rap); em Sampa não (ou ainda não, o que será terrível). Mas o governo federal precisa entrar de sola na lavagem de dinheiro – que é a mola do mundo do tráfego.

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