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A esperança palaciana

Hoje, procuradores e promotores de Justiça escolhem os três que integrarão a lista tríplice a ser enviada ao governador Requião para que ele escolha o novo Procurador Geral de Justiça.

A esperança de Requião é ver entre os três mais votados o nome da promotora Ângela Khury. Os demais candidatos não são palatáveis para a caterva palaciana, que detesta saber do Ministério Público em campanha contra o nepotismo e outros hábitos do governo. Há grandes chances de que ela assuma o cargo.

O promotor Fuad Faraj, de Ponta Grossa, continua a propor que só o mais votado aceite o cargo, uma forma de demonstrar o caráter da escolha feita pelo governador.

7 Comentários

  1. Não vai dar outra. Ao menos a Ângela Khury é mais bonita que os marmanjos, pois as outras qualidades o Ministério Público perdeu desde que se subordinou ao governador de maneira vergonhosa.

  2. Duvido que o requião respeite a votação interna do Ministério Público. Nem sei para que fazer eleição se ele vai escolher um apaniguado. Ou aaniguada.

  3. Queria ver o Requião aguentar o Farraj de Procurador Geral. Mas isso só vai acontecer quando acabar essa história de lista triplice para o governador escolher quem ele quer de Procurador Geral.

  4. O governador pode e deve escolher o Procurador-Geral de Justiça. Está na lei. E não é à toa. Quem quiser escolher na lista triplice que ganhe a eleição como o Requião ganhou. Aliás, pela terceira vez.

  5. Muito boa Patruni, é isso aí, manda quem pode obedece quem precisa, voto é a arma, tres vezes governador, foi o político que mais recebeu votos na história do Paraná, engulam !

  6. Gente, então vejam aqui como as coisas poderiam ser diferente:

    Conta-se que Trancredo Neves pediu ao deputado Fernando Lira (depois Ministro da Justiça) que indicasse um Procurador da República para o novo governo. E Fernando Lira indicou um nome. Tancredo ponderou: precisamos de uma pessoa tal que se fizermos alguma coisa errada, coloque-nos na cadeia. Fernando Lira, acrescentou: este nos colocará. O nome era Sepulveda Pertence.

    Precisamos alguém deste naipe para ser o Procurador de Justiça Estadual. Ou não ?

  7. Esta conversa de eleição direta para procurador-geral já é pura demagogia! Se for, deveria ser como em muitos estados americanos onde os promotores são eleitos pelo povo, e não são vitalícios e intocáveis como no Brasil. Embora não aprove os métodos de Mello e Silva e suas fanfarronices, o princípio do controle político ainda vigora em nosso direito administrativo e bravatas como a de Farraj, apenas ajudam Mello e Silva a continuar suas bufonices…

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