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Rafael Iatauro comenta a troca de artigos da Constituição

O chefe da casa Civil, Rafael Iatauro, enviou mensagem sobre as citações das constituições, ontem, na Assembléia.

“Inverti as constituições. Erro muito comum para quem, como eu, graças a Deus, é humano. Mas os artigos estão absolutamente corretos: art. 50 – § 2 ¤ da Constituição Federal e art. 55 da Constituição Estadual. E o Governo vai continuar atendendo as constituições. E disse que, em minha opinião pessoal, respeitosamente, o ilustre desembargador acabara de revogar a constituição. Mas, por absoluto respeito a Justiça, o Governo estava atendendo a sentença, até porque não tem o que esconder, tanto que acaba de enviar, a Assembléia, Emenda Constitucional prescrevendo que todos, sem exceção, que recebem do erário, têm que divulgar, mensalmente, quanto recebeu, onde e como gastou. Como a maldade é ilimitada, aceito, mas não entendo, vindo de você, em relação a mim. Abraços.”

3 Comentários

  1. Vamos ao que interessa.
    Quem “inverte” (?) as Constituições não as conhece. Mesmo porque o verbo inverter não tem cabimento na frase (não existe uma “ordem” entre as Constituições, que porventura pudesse ser invertida).
    Quem diz que o “Governo estava atendendo a sentença” não tem a mínima idéia de que um Desembargador não profere sentenças, mas sim despachos e acórdãos (estes nos órgãos colegiados).
    Quem escreve “tanto que acaba de enviar, a Assembléia, Emenda Constitucional” não tem a mínima intimidade, aquela infantil, do pré-primário, com a língua portuguesa.
    A conclusão é uma pérola do analfabetismo.
    Enfim, a barbárie venceu a civilização(temporariamente, assim espero). Um governo que tem essa bestia como chefe da casa civil merece o governador que tem.

  2. Os números são parecidos – 50 de uma constituição e 55 de outra – e, se não existe uma ordem entre as constituições, talvez ocorra uma “hierarquia”, se assim pode-se dizer.
    De qualquer forma, acho importante a vontade de esclarecer ou dar satisfação… ainda que seja para um professor de português tão preso ao “livrão de regras” ou incapacitado de ampliar sua visão diante do que parece ser uma compulsão pelo parnasianismo. Fica a crítica pela crítica. Pelo menos ele disse que é humano.

  3. Invertido é este tal do Iatauro, que de lernista passou a ser a “camisa de força” do louco!

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