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O futebol acabou, mas ainda tem sonho

Neste momento o estádio do Atlético está assim. Vazio. Silencioso. Eu nem quero pensar no jogo de hoje à tarde. Sou atleticano e faço o que fazem todos os atleticanos nesta hora difícil de expectativas. Busco argumentos, indícios, razões que possam inflar minhas esperanças mais irracionais sobre o jogo. E me flagro a sonhar o que só pode ser sonho, o Pedro Oldoni em dia de craque.

3 Comentários

  1. Estudo realizado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), aponta que o fosso da “Arena da Baixada” ou “Estadio Joaquim Américo”, seria um “FOCO DE DENGUE”.

    2. Arena da Baixada (PR)
    Peitoril de vidro laminado sem proteção nas pontas, torres de circulação vertical deixam oito pontos cegos no estádio, o eixo maior do estádio está no sentido leste-oeste, o que prejudica a visão dos torcedores nos jogos à tarde e “água parada no fosso facilita proliferação de mosquitos transmissores da dengue”.

  2. É mesmo. A tensão de milhares de torcedores tem muito a ver com esta visão “empresarial” que tomou conta do Clube Atlético Paranaense. Gente que se apossou de um bem precioso, contruído durante décadas, sem luxo, sem exibicionismo de poder, mas com garra e desportividade. E com muito amor. Quebra-se um paradigma, um segredo de felicidade dos torcedores, que nunca exigiu riqueza. A “grana” parece ser o fim e não o meio. O patrimonio físico, a armação de concreto poderá ser um monumento mas não fará vibrar de emoção o torcedor! Meu pai vestiu e defendeu a camisa rubronegra, orgulho de gerações. Nunca foi comprado nem vendido, pois, na época prevaleciam os valores verdadeiros pelos quais foi criado o esporte.
    Mesmo que vença em campo, e assim espero, o nosso Atlético precisa mudar nos gabinetes.

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