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Beto com 62,4%, Gleisi com 7,6%. A primeira pesquisa eleitoral em Curitiba

Saiu a pesquisa do Instituto Alvorada, de Londrina, contratada pelo Partido Verde, sobre a disputa da prefeitura de Curitiba. É a primeira registrada pelo TRE

Como sói acontecer à esta altura do campeonato, quando a campanha ainda não começou, 79,4% dos entrevistados nem sabem quais são os candidatos à prefeito e quase 60% se dizem indecisos na resposta espontânea. Outros 20% juram que sabem quais são os candidatos.

Na pesquisa estimulada, que é a que interessa, 62,4% responderam que vão votar em Beto Richa, do PSDB, que tenta a reeleição. Sua adversária principal é mesmo Gleisi Hoffmann, do PT, que aparece com 7,6% das intenções de voto.

Os demais candidatosestão na seguinte situação: Rubens Bueno, do PPS, tem 4,4%; Ratinho Junior, do PSC, 4,1%; Carlos Simões, do PR, 3,8%; Fábio Camargo, do PTB, 2,5%; Luiz Carlos martins, do PDT, tem 1,1%; Carlos Moreira, do PMDB, 0,8%; Osmar Bertoldi, do DEM, 0,5%; Mello Viana, do PV, 0,5%; Doutora Clair, do PSOL, 0,4%; Ricardo Gomide do PCdoB, tem 0,1%.

Há ainda 7,2% de indecisos, 1,3% de votos em branco, 2,6% de nulos e aqueles que não escolheram nenhum candidato citado 0,7%. A margem de erro é de 3,4%.

Agora a rejeição. Carlos Simões, do PR, no topo com 24,4%. Depois vem Ratinho Jr. com 12,8%; Richa com 6,1%; Moreira com 4,9%; Bueno com 4,8%, Gleisi com 4,4%; Camargo com 3,5%; Bertoldi com 2,6%; Doutora Clair com 2,4%; Viana com 1,5%; Gomyde com 1,4% e Martins com 1,3%.

A escolha para o vereador também está em aberto em Curitiba. Segundo a pesquisa, 88,2% não sabem em quem votar na próxima eleição. Apenas 11% disseram que sabem. Para o presidente do Partido Verde do Paraná, Melo Viana, esses números reforçam que os pré-candidatos a vereador tem grandes chances pela frente. A expectativa do PV é eleger de três a quatro vereadores na capital. Hoje o partido tem três.

Na pesquisa espontânea, 59,1% disseram que estão indecisos para a escolha do prefeito da capital. 30% disseram que votariam em Richa; 2,5% em Gleisi; 1,8% em Bueno; 1,1% em Simões; 0,8% em Ratinho Jr.; 0,4% em Camargo; 0,4% em Cássio Taniguchi; 0,4% em Luiz Carlos Martins; 0,3% em Bertoldi e empatados com 0,1% estão Moreira, Gomyde e Viana. Votos brancos chegam a 0,8% e nulo 1%.

3 Comentários

  1. O REQUIÃO DEVERIA SE SENTIR ENVERGONHADO COM A POSIÇÃO DO SEU CANDIDATO À PREFEITO QUE NÃO FEZ NEM 1% DOS VOTOS DA PESQUISA.
    POR OUTRO LADO NINGUÉM É BOBO DE PENSAR QUE DEVIDO A MÁQUINA QUE TEM NA MÃO PODERÁ MELHORAR BASTANTE O DESEMPENHO DO SEU CANDIDATO.
    POR QUE NÃO CONVIDAM O OSMAR SERRAGLIO QUE É DEPUTADO FEDERAL DO PMDB PARA SER O CANDIDATO À PREFEITO EM CURITIBA POIS ELE É UM DOS BONS QUADROS QUE O PMDB TEM E PODERÁ AJUDAR BASTANTE O PARTIDO E COM CERTEZA MELHORARIA O DESEMPENHO DO PARTIDO NAS ELEIÇÕES.
    POR OUTRO LADO NÃO VEJO QUE O BETO RICHA SEJA TUDO ISSO NA PESQUISA, POIS A SUA ADMINISTRAÇÃO VEM SENDO DESENVOLVIDA PARA AGRADAR OS EMPRESÁRIOS E NÃO É VOLTADA PARA A PESSOAS.
    QUANDO FOI DEPUTADO ESTADUAL EM 1994 VOTOU PARA PRIVATIZAR A COPEL E A SANEPAR E TAMBÉM PARA CRIAR O MALDITO PEDÁGIO DO LITORAL.
    COM CERTEZA O POVO CURITIBANO VAI SER LEMBRADO DISSO.
    NO MAIS, MUITA ÁGUA AINDA VAI ROLAR DEBAIXO DESSA PONTE E A ELEIÇÃO AINDA ESTÁ POR VIR.

  2. 30% é um ponto de partida normal, até histórico para os politicos no exercício dos cargos de prefeito. A estimulada poderá ser mais significativa depois de pelo menos trinta dias de exposição de todos os candidatos na mídia. Sinal amarelo para Beto Richa. Chama atenção o alto percentual de indecisos na expontanea. Praticamente 60%. Isto abre um campo enorme para pretendentes. Principalmente para os novos na política. Gleisi, sem cargo e sem campanha mostra boas condições de decolar e alcançar bons patamares. Bom o clima para esquentar a disputa. Com a palavra o PMDB, pela larga margem de exposição que dispõe e pela estrutura partidária.

  3. Não entendo, francamente, a ansiedade de alguns curitibanos por uma gestão petista nesta belíssima cidade. Nós, paulistanos, que já passamos por duas, não queremos repetir a dose neste ano nem sob chicote (e não venham me falar na última pesquisa Datafolha; ali, claro está, a ex-prefeita Martaxa Suplicy bateu em um teto – 30% – e tem uma rejeição duas vezes maior que a de Geraldo Alckmin).

    Na primeira gestão tucana em São Paulo, o prefeito José Serra conseguiu a melhor avaliação para o primeiro ano e dois meses de governo em quase duas décadas (44% de ótimo/bom, enquanto Marta e Maluf patinaram nos 25%). E o sucessor dele, Gilberto Kassab (DEM), está fazendo um governo muito razoável. Por isso, não se enganem, curitibanos: o PT não é a única alternativa possível para a solução dos seus problemas, muito menos a melhor.

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