Uncategorized

As leis do Palladium

O Shopping Palladium tem leis próprias. Nem sempre coincidem com direitos garantidos pela Constituição e pelas demais leis do país. O Palladium não permite, por exemplo, que circulem pelos seus corredores grupos de mais de cinco pessoas. Nem aceita quem se apresente vestido com camisetas de time de futebol.

Seus seguranças deixam claro que não pode entrar no shopping a moçada que vem em grupos do Sítio Cercado, da CIC, do Pinheirinho e dos bairros da periferia leste e sul da cidade.

As leis do Palladium tem forte odor de discriminação. Leia mais na matéria de Polliana Millan, na Gazeta on line.

20 Comentários

  1. Sem discriminação, pois isso é crime, todo o cuidado é pouco. A coisa anda tão feia, em se tratando de segurança, que cada um está criando suas próprias leis. É o salve-se quem puder. Já que os governos que deveriam impor a ordem, negligenciam nos rudimentos mais básicos…

  2. É a turma dos amiguinhos do Beto Richa, aqueles mesmo que tomam uísque com ele no country club.

    Fora falé burguesa..

  3. O Shopping da obra incompleta, que já passou por cima de algumas leis, agora quer passar a legislador usando principios fascistas.
    A pura discriminação que cometem merece ser tratada com o todo o rigor pelo Ministério Público do Paraná.
    A burguesia Curitibana é tão tonta, que nem percebe que as roupas usadas pelos meninos barrados na porta do tal shopping, são as cópias daquelas vendidas nas lojas de luxo do mesmo estabelecimento, e que daqui a alguns dias serão seus filhos os barrados.
    Os estereótipos sociais provocam preconceitos e com ele todo o tipo de injustiça e discriminação.
    Com relação aos tubões, informo que nas lanchonetes do shopping, tem todo os insumos necessários para o seu preparo. Que tal a administração do shopping proibir a sua venda na praça de alimentação.
    Para finalizar para aqueles que acham que a prefeitura nada tem a ver com o assunto, perguntem para aqueles jovens que foram barrados pelos seguranças quais são as opções de lazer próximo as suas casas.
    Eu respondo é só pegar o articulado a R$ 1,00 e vir utilizar o shopping construido com a participação de dinheiro públicos (é só olhar a alteração na infraestrutura viária da região feita pela Prefeitura). Quem sabe se a prefeitura investisse este recurso em obras efetivamente públicas e que levasse opção de lazer as comunidades, estes meninos não precisariam utilizar exclusivamente o shopping como área de lazer.

  4. Que tal se estes jovens barrados tomassem consciência de seu poder de reinvidicação e de seus direitos de cidadania, e neste final de semana ressolvessem protestar contra este tipo de atitude impedindo a entrada de qualquer pessoa neste shopping.
    Razões criminosas é que não faltam:
    1)Falta de alvará sanitário – se foi concedido foi de maneira irregular
    2) Falta de habite-se – se foi concedido não cumpriu os quesitos exigidos.
    3) Obra inacabada – se o Conselho de Engenharia e Arquitetura deu o de acordo foi irregular.
    4) Vistoria do corpo de Bombeiro – se houve a liberação foi irregular
    5) Proibem a entrada de pessoas que moram na CIC e sitio cercado (sic) – descrumpem o mais citado artigo da Constituição – OAB, se pronuncie quanto a este fato
    6) Por fim só falta o shopping se manifestar para a imprensa naquelas famosas notas de esclarecimento dizendo que…..
    “LEI É PARA POBRE, PRETO E PARA QUEM NÃO TEM PADRINHO”

  5. Amores ou desamores à parte, o Shopping é um grande e importante empreendimento para Curitiba, sua população e sua economia. Isso é fato. Os incidentes que eventualmente acontecem são naturais de todos os grandes empreendimentos, e com o tempo vai se ajustando e aparando as arestas.

    Isso não é problema político. Não tem nada a ver com a tal burguesia que a esquerda gosta de alfinetar. O prefeito e os órgãos competentes – como o Corpo de Bombeiros – fizeram a sua parte. Os empresários são os responsáveis por qualquer eventualidade que venha ocorrer, danosa à população ou aos freqüentadores do shopping. É só isso. O resto é oba, oba para colocar mais cavaco na política e inflamar confrontos sociais, como está virando moda.

  6. Vamos ser justos com o Palladium. O shopping permite que se entre usando camisetas de time de futebol. Basta você entrar de carro, pelo estacionamento. Aliás se não pode entrar com camiseta de futebel, também deveria ser proibido vendê-las no interior do mesmo. Os lojistas do setor esportivo não vão gostar. Mas lei esdrúxula por lei esdrúxula esta também deveria valer.

  7. Quem és tu Cajuman que se refere a politica desta forma…”É preciso RENOVAR e tirar essas mobílias ultrapassadas que estorva o espaço e contamina o sistema, e ainda denigre a política”.
    E quando fala do shopping diz…”Isso não é problema político. Não tem nada a ver com a tal burguesia que a esquerda gosta de alfinetar. O prefeito e os órgãos competentes – como o Corpo de Bombeiros – fizeram a sua parte.
    Isto é conversa de Cargo Comissionado tentando defender seu emprego na prefeitura. Se me enganei, peço desculpas, é que a atitude é típica

  8. É muita hipocrisia, meus amigos. Jovens que costumam brigar no eixo Shop Curitiba – Shop Estação resolveram ir com camisas de time e TUBÃO nas mãos andar em um grupo de 150 pessoas no meio de um shopping. Vocês atravessariam a rua se vissem esse grupo nas suas frentes. Não entrariam no shopping se vissem essa multidão lá na frente. Por que bradar preceitos constitucionais agora, falando em cor da pele? Vejam a foto da Gazeta do Povo, só tem branco ali.

    E o policial dizendo que não pode fazer nada… são menores de idade portando bebidas alcoólicas e sabe-se mais o quê. Por que a lei não vale para os “jovens discriminados”?

  9. E quanto às camisas de futebol, o Estação já proíbe há ANOS a entrada se estiver vestindo uma. Pelas declarações, eles se reúnem na frente, nem entram lá. A própria polícia proíbe camisa de torcida organizada. São pessoas que saem procurar briga, todos sabem disso. Mas é claro que é muito bonito vir aqui dizer que é coisa da burguesia, dos brancos, da elite… sempre tentando provocar mais conflitos sociais, procurando agulha no palheiro.

  10. Caríssimo esperançoso,
    Em primeiro lugar, meu respeitoso abraço.
    Não precisa pedir desculpas pelo seu engano. Estamos no campo das idéias, portanto, o debate é válido. Como não houve ofensa, não há razão de reparação…

    1.- “Quem és tu Cajuman…” Sou cidadão brasileira, maior, consciente, respeitador e indignado com a política rasteira que se pratica Brasil afora, e não é de hoje. Política essa que, na verdade, está muito distante do cidadão, do pagador de impostos e tem servido a muitos espertalhões da República.

    2.- A cada véspera de eleição se fala em mudança – Renovar. Porém, é sempre o mesmo discurso até o dia de colocar o voto na urna. Depois, os tais políticos bem intencionados somem e se esquecem de cumprir com a palavra ou honrar as calças que vestem. Isso é fato, meu caro Esperançoso.

    3.- Já com relação “às mobílias” é outra realidade. Onde anda a renovação política no Paraná e no Brasil? Onde estão os jovens universitários “caras pintadas” que deveriam estar galgando espaço na política para renovar os atuais quadros? Sem falarmos na formação de novas lideranças? Ou os que estão aí foram eternizados? Permanecerão no troca-troca dos cargos até se aposentarem, aos setenta, oitenta anos…

    4.- Muitos já não tem mais com que contribuir. Argumentos francos, interesse público ínfimo, porém apetite de gigante! Portanto, estão em débito com o eleitor e cidadão, de modo geral.

    5.- Quando eu falo do shopping, não estou defendendo Cargo Comissionado, pois não o tenho e nem tão pouco tenho vínculos políticos nem com a direita, nem com a esquerda, mas olhos centrados nos quatro cantos do interesse comum do cidadão e do empreendedor paranaense, que não pode e não devem ficar sob o fogo cruzado de interesses outros, com a finalidade de denegrir imagem e reputação.

    A política inteligente é aquela que está a serviço da população, do cidadão e não dos catadores de oportunidades que vislumbram fazer das costas alheias, escada para suas investidas oportunistas, principalmente em véspera de eleição.

    Assim como você – pelo que demonstra o seu nick – eu também estou esperançoso em dias melhores na política em todas as esferas. Pela representatividade que o novo shopping está oferecendo a Curitiba e ao Paraná, era para os senhores políticos – de todas as bandeiras – aplaudirem a iniciativa, cujo investimento passou, se não me engano de R$ 300 milhões. Gerando emprego e renda digna aos trabalhadores e impostos para um país que, nessa área, é insaciável.

    Os jovens que em bando saem às ruas para fazer algazarra, depredar patrimônio público como temos visto com estações-tubo, e assaltos em frente aos shoppings é uma grande preocupação para a polícia. Cabe aos shoppings ter também um sistema de segurança eficiente e numa parceria com a polícia evitar o abuso e a desordem.

    Eu tenho filhos que freqüentam shoppings e eu não tenho sossego enquanto eles não voltam para casa. Aliás, em várias oportunidades quase foram assaltados entre o Shopping Estação/Curitiba/Cristal. Valeram às minhas instruções de como escapar dessas situações…

    Portanto, Esperançoso, eis o meu depoimento a você e o testemunho de que não sou atado – por vias financeiras – à política dominante no reino curitibano e paranaense.
    Abs

  11. Cajuci, obrigado pela consideração. Vale o debate de idéias. Eu entendi que em um dos comentários você afirmava (e eu concordo com isto) de que há necessidade de renovar os políticos. Mas na sequência você se refere ao episódio do Shopping como se os excluídos sociais, (que reagem à sociedade as vezes de forma bruta) nada tenham a ver com a politica e os politicos, do que discordo totalmente. Para este jovens barrados sobrou preconceito, mas faltou escola, faltou espaço para o lazer, faltou oportunidade de emprego, faltou distribuição de renda, faltou cidadania e quem é responsável por prover estas condições é o Poder Público representado pelos políticos eleitos que todos nós elejemos.
    Analise isto e opte por um candidato que honre estes compromissos, e acredite que não há geração expontânea da violência e nem dos maus.

  12. Fábio, me desculpe, mas você está errado.

    Como disse alguém em um comentário anterior, se vc ou qq um visse esse “garotada” na rua, com certeza atravessaria e iria de volta para casa.

    Vamos deixar de hipocrisia, todo mundo fala em segurança e rigor, mas quando isto é feito, surge a velha demagogia brasileira para acusar as “zelites burguesas” e por aí vai ….

  13. theofilo araujo Responder

    HIPOCRISIA DISPENSÁVEL – PREVENIR,
    PREVENIR, SEMPRE. ASSIM PODEMOS
    IR A UM SHOPPING, A UM ESTÁDIO DE FUTEBOL, ANDAR NA RUA. ESSE PAPEL
    DEVERIA SER DA INEXISTENTE POLÍCIA
    ESTADUAL…..PREVENIR, PREVENIR SEMPRE. LEMBRO QUE AS POLÍCIAS DO
    ESTADO DO PARANÁ SÃO DA ‘SOCIEDADE
    PARANAENSE’, E NÃO DE GOVERNOS……

  14. Esperançoso, meu caro
    Eu volto à sua presença para alguns esclarecimentos que acredito necessários pelo meu ponto de vista, respeitando, obviamente, os seus.
    Mas não podemos fechar os olhos para alguns aspectos, conforme segue:

    1).- A renovação a que me referi é sim sobre a casta política. Estão superados, sempre com o mesmo discurso – e cada dia mais com o rabo felpudo – correm atrás de interesses inconfessáveis e que não é o do cidadão comum. E sim pessoal e de grupos.

    2).- Em relação aos “excluídos sociais” a que você se refere, lembremos que a reportagem fala em torno de 150 jovens, de uma só investida, irem ao shopping para conhecer. Em nome do bom-senso digo que, lamentavelmente, tinha coisa por trás desse passeio para conhecer o novo empreendimento, você não acha?

    3).- Você teria coragem – e segurança – em deixar seus filhos naquele local no momento da tal movimentação suspeita? Suspeita não porque são da periferia. Mas por ser incomum que pessoas de boa intenção andem em grupos de 50, 100 ou 150 elementos… Salvo em se tratando de excursão previamente agendada, não é mesmo?

    O que verdadeiramente estava por trás dessa “suposta” inocência do passeio? Principalmente numa época em que se criam movimentos da noite para o dia, dos quais muitos nem sabem o que reivindicam. São apenas massa de manobra de interesses de terceiros – estes sim, com objetivos bem definidos.

    Portanto, não vejo a atitude da administração do shopping como de exclusão como querem e alardeiam – os politiqueiros de plantão –, insuflando classes sociais para confrontos desnecessários. No que pese, isso já estar virando moda nos quatro cantos do país. É o populismo de oportunismo.

    4).- Todas as exclusões a que você se referiu em relação aos jovens eu respeito, bem como a sua opinião. Mas, isso não dá o direito a eles de invadirem ambientes privados, criando constrangimento e insegurança as demais pessoas. Se nós temos que nos comportar em tais ambientes, eles também devem fazer o mesmo se quiserem freqüentar e conviver em sociedade de igual para igual, já que buscam essa convivência, como ficou explícito, e o é de direito.

    5).- Outro aspecto que acho importante que se deixe cada dia mais claro é que a sociedade – ou os burgueses? – como estão acostumados a dizer, tem uma dívida com as camadas mais pobres e excluídos dessa mesma sociedade, e que vivem na periferia em estado, muitas vezes, de penúria.

    Porém, vale ressaltar, sem dúvida, que a periferia das grandes metrópoles tem muita gente sofrendo, famílias boas, honestas, trabalhadoras, mas que a culpa não é da sociedade – e da suposta burguesia, como dizem – mas sim, dos senhores políticos que não cumpriram com suas obrigações para com a sociedade – aí sim, como um todo – e criaram esse fosso social.

    Mas, a classe média trabalhou, produziu e pagou religiosamente seus impostos, mas a incompetência política – e estamos falando de décadas – fez malversação do dinheiro público e não correspondeu em melhorar a qualidade de vida dessa população. Portanto, se exclusão houve – e ela existiu – o Poder Público deve assumir o ônus, pois é de sua responsabilidade e não remeter à sociedade – burguesa? – pela segunda vez, aquilo que já foi pago anteriormente através dos impostos recolhidos.
    A situação chegou nesse pé pela péssima qualidade de nossos políticos e pela espoliação do bem público que, aliás, vem sendo usurpado desde o Descobrimento do Brasil. A Nação sangra e o povo chora.

    E para encerrar esse diálogo saudável e democrático que o blog nos oferece, concordo com você, é preciso escolher bem os candidatos e votar no menos pior, já que não temos grandes expressões na política atual. Aliás, foi o que eu sempre fiz. Votar é fundamental. E pelo voto tirar do poder os incompetentes, visionários e usurpadores do direito alheio. Seja ele quem for.

    Aliás, se tivéssemos bons estadistas o Brasil pela sua extensão territorial, pela sua riqueza mineral e tantos outros valores já estaria entre as grandes nações do primeiro mundo. Mas não conseguiu atravessar a ponte da pujança pela incompetência de políticas erradas que trabalharam contra o próprio povo que se obriga, os mais humildes, a depender de uma bolsa de ajuda mensal do governo para a própria subsistência.
    Enquanto isso, nas últimas décadas, políticos se fartaram do dinheiro público, sendo que, uma grande parcela ainda, em pleno século XXI aposta na pobreza como meio de captar votos dos incautos, fazendo promessas que nunca cumprirão. E o povo iludido aposta no mesmo, mais uma vez. E o círculo vicioso continua e a República descamba. Mas, reafirmo, a culpa não é da sociedade – burguesa? -. Esta paga seus impostos para um país que é uma máquina voraz na arrecadação./ Abs

  15. Deveriam marcar uma audiencia pública, e convidar todas as autoridades constituídas, a sociedade civil, para debater tudo de errado
    que acontecido desde a liberação da construção, a inauguração sem alvará,e agora
    essa violência contra a própria constituição.

  16. Edenilson Guedes Responder

    Na minha opinião a direção do shoping Palladium está certa em proibir o acesso destes delinquentes. O movimento Hip Hop é baseado em violência, uso de drogas. são estes jovens que pixam os muros de nossa cidade, gritam e falam palavrões pelas ruas. Quanta vezes não vejo estes grupos com garrafas de refrigerantes de 2 litros o famoso “tubão” onde a metade é cachaça ou vodka, se embebedando pelas ruas.

    O que o shopping está fazendo não é discriminação, pois independente do bairro ou cidade que o cidadão more, o local está aberto a pessoas de bem, que utilizam o local para lazer e bem estar.

    A sociedade tem parar com esta hipocrisia de direitos humanos para delinquantes e bandidos, pois é justamente baseado nestes direitos que aumentam a cada dia que passa a criminalidade e a falta de segurança no país.

    Não só Curitiba, mas o Brasil como um todo precisa encarecidamente de leis mais rígidas, com punição para os que as inflingirem.

    PARABÉNS À DIREÇÃO DO SHOPPING PELA ATITUDE.

    Eu não sou da elite, sou assalariado e moro na perefiria como muitos daqueles que foram barrados pelo shopping. Porém frequento o local e sou respeitado como um cidadão normal deve ser respeitado.

    Edenilson G.

  17. não concordo, tem que barrar mesmo eles não se comportam como pessoas normais, perturbar outras pessoas e fazem vandalismo

  18. oie tudo bem eu não tenho nada ver com issoo soh que ando com essas moçadas e vcs nem presissan ser perconceitososs eles são normais ingual ingual os outros pq vcs não tenham perconseito de boy tambem e no sabado tem gente com os meus amigos e eles podem entra e

    cada um tem o seu dever né

    ass: carla + piras

Comente