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Requião está à caminho. A Paraná Previdência treme.

Requião está no caminho de volta da Alemanha. Aqui, tem gente da Paraná Previdência que já não sabe de que lado fica, do banco Pactual ou da Paraná Previdência?

É o caso do diretor de Administração, Newton Gomes Rocha, que chegou a votar a favor da manutenção da aplicação dos R$ 50 milhões no Pactual, pensou melhor, recuou e pediu a retirada do dinheiro quando percebeu que se confrontava com uma determinação de Requião.

5 Comentários

  1. Economia de papel higiênico. É o que se fala em administração empresarial, quando medidas exageradas de controle são adotadas em função de valores menores. Mais ou menos o que aconteceu com o controle exagerado na compra de medicamentos de uso contínuo, indispensáveis para portadores de doenças crônicas. No caso em tela, chama a atenção tamanha liberalidade, mesmo que tudo tenha sido correto. Precisa ver, se além de fazer certo as coisas, fizeram as coisas certas. O governador, o povo e o funcionalismo precisam saber se houve ou não acerto. Caso para uma auditoria independente, sem dúvidas.

  2. Com essa cara até eu q nao tenho nada com isso estou com medo… kkkk vamos ver se dessa vez ele resolve os problemas do estado. Ou pelomenos par PR PREV.

  3. Este Diretor é mais uma mala, que poderia aproveitar a deixa do Mario Lobo e pedir o boné. Somos funcionários da PR Prev e não agüentamos mais outro ano sem planos de cargos e salários, sucateamento dos aparelhos de informática e outras condições fracas de trabalho. Tudo que para nesse Newton trava, além de ser o maior leva e traz. Abre o olho, Dr. Zé Maria, abre o olho Dr. Alpendre, até Mario Lobo, cuidado!

  4. Do comentário que fiz acima ficou uma questão em aberto: as salvaquardas legais para os recursos dos salários dos aposentados. Dinheiro sagrado. Não é caixa de boteco. Se os fatos ocorreram coforme noticiado, nem a cúpula do Paraná Previdência tinha controle da situação. Ou houve abuso inaceitável no exercicio do poder, ou o sistema de gestão é totalmente empírico. A previdência pública não é dessas organizações, que pela frágilidade dos regulamentos são facilmente vampirizadas. Impõe-se rigorosa apuração de responsabilidades e se couber, aplicação de pena indenizatória, extensíva a herdeiros.

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