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Rocha Loures se licencia para disputar a convenção do PMDB

O deputado federal Rodrigo Rocha Loures encaminhou hoje ao presidente da Casa, Arlindo Chinaglia, do PT, seu pedido de afastamento por um período de quinze dias para dedicar-se exclusivamente à pré-campanha eleitoral no partido.

A partir de terça-feira 3 de junho ele estará “full time” falando com os convencionais da legenda. Pedindo votos. Rocha Loures disse que “política se faz com gestos” e por isso pediu a licença na Câmara. “Estou entrando na disputa para ganhar as eleições e construir a Curitiba do futuro”, declarou.

Vai pedir votos a todos os convencionais, inclusive ao governador Roberto Requião.

5 Comentários

  1. Leitor atento Reply

    Inocente daquele que acha que o reitor surgiu há pouco tempo como pré-candidato a prefeito de Curitiba. Desde muito tempo ele já vem preparando sua campanha. No Banco particular da UFPR, a FUNPAR, o reitor colocou como diretor de administração e finanças, há quatro anos, o ex-diretor do Banestado Paulo Roberto Rocha Krüer, denunciado pelo Ministério Público por crimes de gestão fraudulenta e por inserir elemento falso em demonstrativos contábeis de instituição financeira. Sai superintendente, entra superintendente, ele continua lá, fazendo o caixa do homem. É esse povo que o Requião trouxe para o seu lado. Triste ironia.

  2. Perguntar não ofende. O Rocha Loures se licenciou para pedir votos ou para comprar votos como fez na sua eleição para deputado federal?

  3. Acho que Rocha Loures tem toda a condição de oferecer seu nome. Foi o deputado federal eleito do PMDB com maior número de votos em Curitiba (não esqueçam que Marcelo Almeida não se elegeu, é suplente), portanto, tem qualificação eleitoral para postular. O PMDB, como todos os partidos, tem exercitar a democracia – que tanto pregam e vociferam -em suas hostes. No Brasil em geral, e no Paraná em especial, os caciques mandam no partido, numa democracia de araque. Logo o tal MDB velho de guerra, que nunca foi guerra, sempre foi de adesismo e submissão ao poder.

  4. Dizem que debaixo de uma grande paineira não nasce nem mato e o Requião é uma delas.

    Ele sempre impediu que novas lideranças surgissem e as velhas, tal qual o Maurício Fruet, como o Geara, o Enéas, etc. ele destruiu.

    Está disputa lembra o episódio de quando o Max derrotou o Elias Abrahão, um sem votos, pois o sem voto do Rocha Loures, que eleitoralmente é muito mais fraco que o Max, não fará papel diferente caso consiga, o que é impossível, já que com o Max o Requião aprendeu a lição.

    Caso o Rodrigo, por um milagre, conseguisse ganhar a convenção como aconteceu com o Max não teria o apoio do Requião, que é o grande eleitor do PMDB em Curitiba e não passaria do resultado pífio que o mesmo teve.

    Se na eleição para deputado federal não tivesse derramado milhões de “verdes razões” não faria mais que dois mil votos.

    Ele é tão ruim de voto e sem tradição política como o Moreira!

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