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Usuário pede a Procurador mesmo tratamento dado a Romanelli

O procurador Edson Amaral, do DER, que inocentou o deputado Luiz Cláudio Romanelli, naquele episódio em que ele furou a barreira do pedágio, alegando que o guarda não abordou o motorista, poderia colaborar com os usuários que também são autuados sem abordagem através de auto de infração eletrônico – série T – aos milhares, todos os meses, nas rodovias do Paraná.

No mês de maio foram mais de dez mil autuações nessa forma autoritária. O que representou mais de R$ 1,2 milhão em arrecadação aos cofres do Estado.

A maioria das infrações anotadas são a falta do cinto de segurança e ultrapassagem em faixa contínua. O problema é que há gente que prova que foi multada em lugares onde nunca esteve, e, se tenta recorrer, na defesa prévia leva um sonoro “não” acompanhado da afirmação de que o agente tem fé pública.

A sugestão é a de que os usuários devem buscar com o procurador Edson Amaral, que foi tão compreensivo com o deputado Romanelli, o mesmo tratamento, pois não há abordagem do infrator através da do auto de infração eletrônico.

Outro fato: várias pessoas tentam – e solicitam por escrito – acesso a uma cópia do parecer do Edson Amaral, no episódio Romanelli, para usar em recursos como jurisprudência.

Ordens superiores, exigem que o procurador envie para as calendas gregas o pedido do usuário, a menos que recorra à justiça através de uma liminar.

3 Comentários

  1. No Paraná, o Estado serve mais ao poder instalado e seus nepotes e apaniguados que ao cidadão – a este, a lei (mesmo que mal ou equivocadamente aplicada); àqueles, tudo o que for dos seus interesses (mesmo o que a lei não permite). E as autoridades de controle público passando ao largo disso tudo, boiando no barco de suas prerrogativas, régios salários pagos pelo povo e calhamaços de leis e normas de contrapeso …

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