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Sem Requião, escolinha termina cedo

Requião não chegou a tempo para a escolinha. Ausência providencial, recomendada, tanto a dele quanto a do procurador Geral do Estado, Carlos Marés, que assim se escusaram de comentar o relatório do secretário de Segurança, Luís Fernando Delazari, que expôs para a platéia pouco animada os casos de corrupção dos adversários.

Faltou o secretário falar a quantas andam as investigações das intermináveis denúncias de corrupção no governo Requião. Para lembrar algumas: o pagamento de aditivos na Sanepar, as sobreavaliações de terrenos desapropriados pela Sanepar, os desvios e o caixa dois da Ceasa, as irregularidades da Cohapar e, mais recente, as aplicações em bancos de segunda linha na paraná previdência.

6 Comentários

  1. Maria Martha Telos Responder

    Nós sindicalistas dos servidores publicos ficamos de cabelo em pé com a apresentação dos estudos analiticos do Conselheiro Cezar Caggiano da ParanaPrevidência. Caggiano que é professor da UEL representa os servidores no Conselho de Administração da instituição. Pelos estudos autuariais feitos por ele tudo aquilo que o ex-diretor juridico Francisco Alpendre afirmou da existência de uma divida de 3 milhões por parte do governo junto ao fundo de previdência se confirma. Não é por acaso que o Ministério da Previdência já tomou conhecimento do problema e vai mandar uma força tarefa para auditar a instituição. O governador Roberto Requião preocupado com a repercussão do caso, segundo o jornal Impacto, deve nomear Nilton Gusso para o cargo de diretor financeiro para o lugar de Mario Lobo Filho que foi denunciado por Alpendre por fazer aplicações no banco UBS Pactual. E o futuro de nós servidores como fica?

  2. Maria Martha Telos:
    Não só de cabelo em pé, estamos nós todos perdendo os cabelos de desilusão com as ditas autoridades de controle público do Estado (Tribunal de Contas, parlamentares isentos, Ministério Público Estadual e inclusive o Judiciário) que nada apuram, nenhuma satisfação dão à sociedade sobre este cabedal de denúncias de atos irregulares e temerários do governo de plantão. Como atestou laconicamente o deputado Gustavo Fruet no seu pronunciamento recente na Câmara Federal sobre o governo estadual: “Nada é investigado, ninguém é punido.” É o Paraná o Estado da anomia e do descalabro dos poderes. Onde vamos parar ?

  3. Esse Delazari é o secretário de governo mais desprezível que eu já vi. Vai ser difícil superar.

  4. Cidadão de olho Responder

    pergunta cabível:

    por que o conselheiro Cezar Caggiano da ParanaPrevidência, que é professor da UEL (atual vice reitor da IES) e representa os servidores no Conselho de Administração da instituição, só foi falar isso agora, depois da denúncia do advogado Francisco Alpendre ?

    Quer dizer que se o dito advogado não tivesse feito a DENÚNCIA pública , ninguém estaria dabendo dos supostos problemas da ParanaPrevidência.

    E os demais conselheiros da Paranaprevidência, representantes dos servidores estaduais e indicados pelo sindicatos (2 – Conselho de Administração: um ativo e um aposentado e 2 – Conselho Fiscal: um ativo e um aposentado), POR QUE nada falaram até agora ?

    O que de fato está acontececendo com a instituição previdênciária dos servidores públicos do Paraná ?

    Se os esclarecimentos do governo são insuficientes, QUAL

  5. O paraná não necessita de Poder Judiciário. Os fatos, são apurados pelos órgãos policiais e a condenação é dada pelo Secretário da Segurança, de inopino, pois considera-se superior aos Juizes togados. Não vê , sua excelencia a constituição federal como a lei suprema do país que diz claramente no inciso LVII do art. 5″ que ninguém será culpádo até o transito em julgado se sentença penal condenatória”, isso é uma barbaridade processual e constitucional.

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