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Páreo duro para Requião

O presidente da Assembléia Legislativa do Amazonas, Belarmino Lins, do PMDB, mantém 33 parentes em cargos comissionados. Entre eles, a mãe, de mais de 80 anos; a mulher, filhos e primos.

No total, cada um recebe, em média, salários de R$ 3 mil, fora outros benefícios como vale-alimentação, que na Assembléia é de R$ 700, o que soma cerca de R$ 100 mil, ou cerca de R$ 1,2 milhão por ano.

Belarmino afirma que enquanto não houver lei contra o nepotismo, “não vai demitir ninguém da família”.

3 Comentários

  1. Quer dizer então que, já que o homossexualismo não é proibido, todos devemos ser gays? Coisa mais estúpida.
    O Seu Belarmino deveria, ao menos, tomar uma postura de homem e assumir que privilegia SIM os parentes. Que os deputados votem a tal lei.

  2. Fernando de Jesus Responder

    Dependo da influência que o cargo exerce dentro da esfera política e da capacitação do empregado não há motivos para fazermos grandes alardes como estão fazendo e fazem com o governador Roberto Requião.
    Se os parentes dele são qualificados para exercer o cargo onde está problema?
    Lógico que respeitando a ética e a moral profissional.
    Quando há um caso em que o empregado pode benficiar o outro por ser parente aí sim temos um grande problema, mas se existir ética por ambas as partes não há problemas algum, só nos resta vigiar com muita intransigencia, pois eles podem ser parentes do governador e até do presidente da República, mas ainda assim são funcionários públicos.

  3. Nao vejo problemas em manter alguem da familia, contanto que essa tal pessoa faça algo devido seu posto politico.
    agora mante-lo por beneficio proprio, para gastar dinheiro onde poderia ser investido na melhora de muitas pessoas, ai sim é um problema..
    acredito que as pessoas poderiam exercer tal funçao de acordo a sua capacidade e seu esforço e nao por meio de parentesco.Fazendo com que vagas sejam perdidas por aqueles que realmente merecem esses cargos.

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