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Gilmar Mendes critica Tarso Genro

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, contestou hoje as declarações do ministro Tarso Genro, da Justiça, que criticou a decisão do Supremo de libertar o banqueiro Daniel Danta. Segundo Mendes, Tarso não teria “competência” para opinar sobre o assunto.

“Eu não tenho nenhum conhecimento da crítica do ministro. E ele não tem competência para opinar sobre o assunto”, afirmou Mendes, em São Paulo.

6 Comentários

  1. O Presidente do STF Gilmar Mendes está desmorazido perante a opinião pública brasileira,já alcançando inclusive o noticiário internancional, devidos as trapalhadas e absolvições “duvidosas” do Banqueiro Petista Daniel Dantas, comprovadamente pego no contrapé de falcatruas e corrupção pela Polícia Federal, envolvendomuita gente de influência do Governo Federal!
    Até quando no Brasil só pobre e negro ficará preso na cadeia? Justiça para todos é o que a população clama!

  2. O Tarso Genro “pensa” (!) que ser Ministro da Justiça engloba tudo o que diz respeito à Justiça. Ele é somente um secretário do Presidente do Executivo e da República. Gilmar Mendes é Presidente de um dos poderes da República, o Judiciário. Está certo Mendes. Está equivocado Genro, o que não é novidade.

  3. Nooooossa!!!!
    Este “jango” pensa que pensa…
    Deveria estar preso junto com Dantas e o Mendes.
    As vezes preferia não saber ler a ter que ver este tipo de opinião!!!!

  4. É Jango, o Gilmar Mendes tá certo. Quem rouba muito tem que ficar solto e quem rouba galinhas tem que ir preso.

    Sempre foi assim, não é?

  5. É preciso ficar atento. Querem desmoralizar o STF. Se com ele é ruim, sem ele será o caos… É preciso acabar com o espetáculo e fazer valer a lei, doa a quem doer. Mas, antes, tudo rigorosamente apurado sem bandeiras partidárias…
    Tem muita ideologia nesses acontecimentos “espetaculosos”. Todo cuidado é pouco.

  6. Dri e Ai,Ai,Ai:

    Comentamos a noticia posta tão somente. Não apontamos nenhuma inocência de quem quer que seja. É preciso não confundir as pessoas, no caso os agentes públicos, com as instituições. Estas não podem ser usadas para outros fins que os previstos na lei e na Constituição e que dão razão à sua existência. Cada agente deve pautar-se pelo que lhe diz respeito, dentro da sua competência, na instituição que representa. Agora, apontar o cisco nos olhos alheios e não ver a trave nos seus próprios em nada contribui para a compreensão da questão. Aliás, é justamente isso que algumas “autoridades” fazem para desviar suas incompetências. Se vocês estão preocupados com os delapidadores do erário público federal porque também não se interessam pelos malversadores do erário público estadual ?

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