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Para a antologia do escárnio

Requião disse que seu irmão caçula, Maurício, será o “âncora da ética” no TCE. A expressão provocou risos do Centro Cívico à Boca Maldita e hoje está na agenda das chacotas nacionais.

“O Maurício será o âncora da ética do Tribunal de Contas e cumprirá seu papel”, foram as únicas palavras do governador na posse do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná. Entre os membros da Casa, um travo na garganta. Soou como escárnio. Afinal, todos os conselheiros que lá estão se consideram éticos.

4 Comentários

  1. Por favor, entenda bem: âncora é aquilo que segura o navio, impedindo-o de seguir em frente. Não é o navio; nem é algo que o impulsione.
    Freud explica.

  2. Eduardo da Silveira Reply

    Caro Campana:
    Seria ele o “âncora da ética” porque vai, de uma vez, afundá-la na lama?
    Atenciosamente,
    Eduardo Silveira

  3. Chegou a ética? Reply

    Como os antigos conselheiros aceitaram este discurso que deixou implícito que para o Reiquião somente o com a “eleição” do Maurício haverá ética nas decisões do Tribunal?

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