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A manifestação da Nação Hip Hop no Palladium será no domingo, dia 27

O coordenador geral da Nação Hip Hop no Paraná e fundador da Frente Revolucionária das Favelas, Will do Hip Hop (foto) corrige. A convocação da manifestação não é para hoje, às 14 horas. Será neste domingo, dia 27,em frente ao Shopping Palladium, no bairro Portão, porque e o estabelecimento comercial teria proibido jovens da periferia de freqüentá-lo.

“O shopping Palladium invadiu a nossa área e ainda quer nos proibir de ir e vir porque nos considera pobres. Isso é discriminação”, reclama o líder do movimento Hip Hop, que garantiu que a manifestação será pacífica.

14 Comentários

  1. Nação Hip Hop no Paraná?
    Frente Revolucionária das Favelas?
    “O shopping invadiu a nossa área”?

    Sr. Campana, o senhor está brincando? Diga-nos, por favor, que isso é uma piada.

  2. Vigilante do Portão Responder

    Só o fato do grupo achar que o shoping “invadiu” a área já é motivo suficiente para não permitir a entrada da turma da bagunça.
    O fenômeno sociológico chama “turba” fica bem caracterizado quando o agrupamento força a entrada.
    Não é desejável que seja assim, mas é a realidade.

  3. Lembram dos comentários e comportamento adotados na última reportagem feita na frente do mesmo estabelecimento!
    Queriam invadir, estavam bebados, tomavam “tubão”(Refrigerante+Pinga), fumavam maconha e gritavam coisas desconexas!
    No que este tipo de matéria pode ajudar ou servir de exemplo a está nossa juventude já tão perdida e sem conceitos de família, fé e de respeito ao próximo?

  4. Caro jornalista Fábio Campana,
    Estou sóbrio. Mas parece que esse cidadão, coordenador geral da Nação Hip Hop (?) e fundador da “Frente Revolucionária das Favelas” (???) está senão meio – ou seria totalmente – equivocado em sua argumentação.

    Isso, bem entendido, se é que não tem outros interesses sorrateiros por detrás dessa tal manifestação.
    Quanto à terminologia Nação Hip Hop, todo o meu respeito e a minha admiração quando, tal movimento, busca valorizar a sua arte. É justo e digno.

    Agora, criar e se intitular presidente de outro movimento, este chamado de “Frente Revolucionária das Favelas?” Revolucionária? Pelos tempos bicudos em que vivemos, e a imprensa registra todos os dias, isso chega a ser um acinte ao cidadão e a sociedade consciente.

    Essas terminologias da esquerda delirante querem, a bem da verdade, acirrar os ânimos e perturbar a ordem e às leis estabelecidas. Todo cuidado é pouco.

    Olha o disparate que esse cidadão Will acaba de dizer: “O shopping invadiu a nossa área”. Ora bolas, quem disse que a área é minha, deles ou de qualquer outro cidadão, por mais bem intencionado que seja?

    A área é do Estado, é ele que rege as normas, por mais que sejamos donos de um lote de terreno, se não pagarmos os impostos, o Estado nos toma.

    Portanto, o terreno comprado pelo tal shopping não é invasão e por certo a eles pertence e está dentro da lei e podem construir ali o que melhor lhes aprouver, conforme licença via alvará.

    Não precisa da autorização do sr. Will nem tão pouco de sua Frente Revolucionária. Isso é um disparate que pode virar baderna com grandes conseqüências e desrespeito às instituições democráticas legalmente constituídas.

    Mais ainda, se o sr. Will e eventuais amigos se sentem prejudicados por alguma medida da administração daquele empreendimento, que se digne a entrar com uma ação na justiça e cobrar reparação. É assim que se age na democracia. Respeitando o estado de Direito.

    O sr. Will não está autorizado a falar em nome de todos os moradores da região que, aliás, já aprovaram a instalação do referido shopping, naquele local.

    Como pode, qualquer chamado movimento, em nome da minoria se indispor contra a maioria – moradores de toda a região – e se achar o dono da verdade?
    Isso é o que se pode chamar de usurpação do direito alheio. O sr. Will e o seu grupo não está autorizado a falar em nome da sociedade de moradores da região.
    Isso é lamentável.

  5. Esses “Manos” não tem moral de reclamar, pois esse estilo só prega confusão, quebra-quebra e assaltos. É só olhar como estão o estado dos biarticulados e estações tubos. A tal tarifa domingueira foi a pior coisa q aconteceu, pois em qualquer linha de onibus tem “os manos”.
    E não venha me dizer que esses sujeitos são os escluidos da sociedade, pois conheço muita gente que mora em favelas que são honestas, trabalhadoras e de caracter.

  6. É um bando que só quer confusão. Não existe discriminação nenhuma. Os ” mano” querem entrar no shopping para aprontar. Está certo a administração em não permitir que ester baderneiros afugentem as pessoas de bem.

  7. Nao entendi o porque de tal manifestacao.
    Pelo que sei o shopping nao permite a entrada de baderneiros, de grupos que visam a desordem, de individuos com pinga.
    E o que esse movimento tem haver com isso, eles querem que bandidos e baderneiros possam entrar?

  8. Lemos no noticiário político nacional que a favela da Rocinha, no Rio de janeiro, fechou com um candidato a vereador e , naquela comunidade, ninguém pode votar contra. Meu Deus! Que que é isso!Será que aqui em Curitiba vamos ter que aturar isso? Será que a Rocinha é aqui? Ou será que teremos que aturar tudo de nojento que de lá vem? Ou ainda, será que Curirtiba vai virar ou pretende virar uma grande São Paulo ou uma grande baixada fluminense? Socorro, salvem nossos filhos e netos.

  9. Este manos não passam de um bando de baderneiros que não querem nada com nada !
    Até as escolas que poderiam conduzi-los a um futuro melhor eles detonam !!
    Este Senhor Will poderia ensinar noções básicas de cidadania (direitos e deveres) a eles ao invés de apoiar baderna!!(Caso ele seja capaz é claro)

  10. Concordo com eles, acho que todos o cidadão tem direito de ir e vir, a partir do momento que vc faz um comercio vc não pode ficar proibindo pessoas de entrar não interessa se essas pessoas tem condições ou não de comprar no estabelecimento!!!
    Não faço parte do hip hop mas acho que todos tem direitos nesse pais democratico!!!

  11. É piada mesmo. Esse pessoal do Hip-Hop não tem espelho em casa. Se reúnam aos domingos e vão ler um livro em vez desses protestos estúpidos. Cara se vc não é bem vindo num lugar, dê meia volta. Simples.

  12. Caro João,
    Eu também não faço discriminação de pessoas e respeito todo e qualquer cidadão. Desde, obviamente, que o mesmo se comporte com respeito e dignidade.

    O shopping está correto quando evita grupos, bandos de garotos querendo entrar como se estivessem fazendo um arrastão, amedrontando pessoas, fazendo algazarra e ingerindo bebida alcoólica misturada com refrigerante nos corredores do estabelecimento. Eis a questão.

    E porque ir ao shopping em bandos de 30, 50, 100 pessoas. Para passear? Então, é melhor curtir um parque, ar livre, mais saudável, não é mesmo? Imagine João, nossos filhos num shopping qualquer, também passeando, e entra um bando de cem garotos e garotas fazendo baderna? Todo cuidado é pouco, não é mesmo?

    Respeitemos todos os cidadãos, mas cumpramos as normas dos estabelecimentos comerciais. Afinal, normas foram feitas para serem cumpridas.

    Se o shopping, em algum momento, desrespeitar um cidadão, cabe a este entrar na Justiça para reparação de direitos. Mas, jamais a Justiça dará ganho de causa para que anda em bando tumultuando a sociedade.

  13. O shopping não proibe ninguém da “periferia” de entrar no local, eles proibem um bando de baderneiros que andam em bando fazendo algazarra e promovendo o caos pela cidade.
    Não tem que deixar entrarentrar, e se ainda fosse possível, não deveria ser permitido deixar os calçudos, manos, coloridos, maloqueiros, seja lá qual o nome que dão a eles, em frente a qualquer estabelecimento de lazer.

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