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Manifestação Hip Hop no Palladium foi pacífica

A manifestação da Nação Hip Hop defronte ao Shopping Palladium, hoje, não foi tudo aquilo que os organizadores e a direção do Shopping esperavam. Menos. Cem jovens liderados por Will do Hip Hop (foto), na verdade Oilson Antonio Alvez, mais agrediram os tímpanos dos visitantes e passantes com um carro de som instalado na rua em frente ao shopping.

Oilson, diz a direção do Shopping, é candidato a vereador pelo PCdoB e isso daria ao movimento caráter político-eleitoral. A verdade é que desde a inauguração do shopping sua direção tem colocado restrições à circulação dos jovens da periferia, os “calçudos”, em grupos com mais de cinco pessoas.

15 Comentários

  1. Eu passei por lá e vi no mínimo umas 800 pessoas. Ainda bem que ao menos eles não fecharam as entradas. Agora quero saber: por que o Shopping proíbe tanto a entrada dessas pessoas?

  2. Qualquer pessoa de bom senso é contra a segregação social. O Paladium errou querendo excluir a pobreza.

  3. Parabens ao Palladium
    esse marginais nao podem entrar!
    Adriana, voce ja viu o que eles fazem?
    Eu ja passei diversos domingos e vi todos com tubao, com crack, com canivetes, entao Adriana pense no que esta questionando, com certeza nao quiseram excluir a pobreza, e sim excluir a bandidagem!

  4. @Adriana e Donizete

    A informação que eu tenho é bem diferente. As pessoas que teriam sido barradas não eram jovens bem-intencionados, mas arruaceiros bêbados.

    E minha fonte é MUITO mais confiável do que a liderança da “frente revolucionária das favelas”.

  5. @Norberto

    Então o estabelecimento comercial não pode fazer nada, além de deixar arruaceiros entrarem para causar danos e incomodar os consumidores pagantes, à vontade?

  6. Fui ontem ao shoping, e não vi nada de bagunças, as pessoas fizeram o ato deles na boa.
    E u shoping tava muito cheio não dava nem para andar ontem, muita gente passeando, mas pouco gente gastando!
    Deveriam fazer um palco naquela lateral para os grupos de hip hop canteram no final de semana ai segura os manos do lado de fora e o povo do lado de dentro!!!

  7. Pobre sim, bandido não.
    Detalhe: eles são barrados por andar em grupos com mais de 5 pessoas. Separados eles podem entrar.

  8. Se alguem acha que eles sao bem intencionados entrem no you tube, ai procurem por vileiros. Assistam os videos e comentem.
    EU vi no shopping estacao oque eles fazem, eles andavam em 10, ai viram uma mulher com o marido e um filho, cercaram a mulher e apertar a bunda dela, enquanto os outros intimidavam o marido, tudo isso em 5 minutos em que reparei neles

  9. Vão trabalhar ou estudar pessoal, fumar e beber na rua não dá! Não tem famílias para sustentar ou auxiliar no oçamento mensal, tem muitos estabelecimentos precisando de trabalhadores, mas tem que trabalhar e cumprir horário!
    Daí sim todos tem direito ao horário de descanso e ao laser, seja aonde for, dentro da possibilidade e orçamento que cada um deve saber administrar!

  10. Se esse senhor Will que é líder do grupo Hip Hop e também dessa nova modalidade chamada Movimento Revolucionário das Favelas, tiver juízo e bom-senso, pois, pleiteia também uma vaga de vereador nas próximas eleições, procuraria fazer um trabalho sério, eficiente, produtivo, deixando de lado às picuinhas.

    Mais ainda, ele deveria jogar no lixo esse tal Movimento Revolucionário, que é pura bobagem, e abraçar a causa política com amor e respeito ao cidadão de todas às classes, começando pelos mais simples, os quais, supostamente já os representa e mostrar que essa juventude também tem condições de contribuir para uma sociedade melhor.

    Evitar esses confrontos desnecessários que acirra, cada vez mais, a chamada guerra de classes. Se valer um conselho, meu caro Will trabalhe na via da construção do binômio conceito-popularidade, mas não se amarre tão somente na popularidade vazia, que ao invés de valorizar o cidadão, o deprecia e o coloca a margem da sociedade.

    Se você tem realmente a representatividade que diz ter, use com sabedoria e não vá na conversa fiada dos usurpadores de plantão. Você pode contribuir muito mais na qualidade de vereador defendendo oficialmente às regiões carentes, do que se indispondo contra tudo e todos, só porque pertencem a outras camadas sociais, mais abastadas.

    Esse discurso está batido, cansado, fora de moda. A realidade é outra. Espaço existe para todos. Principalmente para os bem intencionados. Represente a sua comunidade com amor, mostre seu valor e se eleja vereador de Curitiba e ajude a mudar às injustiças das quais você e todos nós concordamos que existem e precisam ser eliminadas. Mas, meu caro Will, pelo verbo e pela lei. E você poderá fazer isso da tribuna da Câmara dos Vereadores. E ficar na história, entrando pela porta da frente.
    Meu respeitoso abraço.
    Cajucy Cajuman
    cajucycajuman@hotmail.com

  11. JOÃO SÓ UMA OBSERVAÇÃO

    um shoping não é um local público, um shoping é uma EMPRESA PRIVADA que permite ou proibe a presença de pessoas conforme suas NORMAS DE CONCESSÃO, ou seja, o shoping é uma empresa particular que concede ao público a possibilidade de entrada.

    QUANTO A SEGREGAÇÃO……

    não é segregação, nem racismo, nem nada do que muitos estão cogitando, um grupo de mais de 20 pessoas consumindo álcool e contendo algumas pessoas armadas com canivetes não é um grupinho de pobres da periferia que simplesmente quer se divertir no shoping !

    Chega de hipocrísia né, acho que já deu, quem vir falar que o shoping colocou POBRES para fora, está sendo hipócrita, a questão não é ser pobre, a questão é querer chamar atenção transgredindo leis, provocando pessoas e principalmente BUSCANDO CAUSAR INCÔMODO, em pessoas que por vezes também moram na mesma periferia que os “vileiros”, porém, não concordam com essa postura.

  12. Helton | Street King'z Crew Responder

    Sinto informar minha tamanha indignação com a reportagem. Primeiramente, deixo minha crítica ao titulo, que analizado fora do contexta da reportagem nos deixa a duvida “e por acaso deveria não ser pacífica?”. Sinceramente, senti um ar de preconceito neste titulo, e principalmente, no trecho que diz respeito à posição do autor em relação à “agreção aos tinpanos” dos visitantes do shopping. Desculpe-me se meu comentário parece agressivo, mas apenas estou apresentando minha posição em relação à essa reportagem, que ao meu ver, é uma “baita porcaria”.

    Somos todos iguais, independente de nossas diferenças. E é justamente por isso que merecemos respeito. Não quero dizer que não é de direito do homem expressar-se, muito pelo contrário, é justamente por defender esse direito que afirmo que não concordo com a posição do autor da reportagem. Espero sinceramente que repense seus conceitos!

  13. Helton | Street King'z Crew Responder

    DANIEL,

    Toda macieira tem suas maçãs podres, por mais que concorde que é grande irresponsabilidade permitir a entrada de criminosos nesses espaços publicos, não podemos generalizar, proibindo que qualquer “calçudo” entre, pois, por mais que boa parte apele à pratica criminal para fugir da segregação, existe ainda aqueles que são contra essa forma de fuga, e aderem a esse estilo por se sentirem bem assim.
    Fico indignado em ver quanto preconceito ainda existe.

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