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Alvíssaras! Vem aí a revisão dos preços do pedágio

A Agência Nacional de Transportes, pressionada pelo TCU, determinou a revisão dos cálculos de todos os primeiros pedágios em estradas no Brasil. Isso porque a licitação feita pelo governo federal mostrou que os preços das concessões antigas estão exageradíssimos, por exemplo, caso fosse feita à licitação do trecho de Curitiba a Paranaguá, no modelo de licitação do governo federal custaria R$ 1, mas estamos pagando R$ 10,40.

8 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Quem fez esse cálculo tolo?
    Só pode ser chute.
    Veja bem Campana:
    Na BR 116, Curitiba/SP, vão ser 5 praças – uma cada 80 KM, na 277. Ctba./Litoral, são 120 KM de estradas para cuidar;
    O movimento, em número de rodados na 116 é pelo menos 4 vezes maior do que na 27, pois agrega todo transporte do sul/norte, incluindo Argentina, Chile e Uruguai, ida e volta.
    A tarifa é de 1,60 por praça (em média), com movimento, em rodados, 4 vezes maior, e tendo uma praça a mais, ida e volta, a diferença não fica tão exorbitante como a matéria quer fazer parecer de R$1,00 p/ R$10,00.
    Trata-se de uma falácea, ainda mais que a OHL não pagou nada pela concessão e as empresas que assumiram as rodovias anteriormente tiveram que desembolsar vultosas quantias para adquirir o direito de exploração.

    P.S. – Não sou funcionário e nem procurador das empresas de pedágio. Apenas um estudioso do assunto.

    P.S.2 – A tal da OHL, até agora, não se dignou nem a retirar as pedras do deslizamento ocorrido em janeiro último, É um mau começo.

  2. Medo… Muito medo… do passivo judicial subseqüente.

    O modelo recentemente adotado pelo governo federal não cobrou pela outorga das concessões, ergo a tarifa é mais barata.

  3. prefiro as “estradas da liberdade”…. hahahhahahahahahhahahahahahhahahaha
    é claro que com a apresentação do cesar setti, o “reporter das estradas” ahuhahuahuahuhuahuahuahuhu

  4. João:

    Sim, o passivo judicial do pedágio …
    Os meios de comunicação denunciaram à farta que o passivo das ações judiciais perdidas pelo Estado contra as concessionárias do pedágio assomam a casa dos milhões (senão do bilhão).
    É a maior aventura judiciária já promovida por um governo de plantão contra uma causa perdida.
    Inobstante as denúncias do avanço deste passivo judicial nos cofres públicos, a ser cobrado mais dia menos dia, as ditas autoridades de controle público não se dignaram, até o momento, a apurar rasponsáveis e responsabilidades.
    Será que – como você comentou acima – só nos resta o medo de ver nosso dinheirinho suado cobrir este rombo e os responsáveis saírem-se belos e faceiros destas ações temerárias e detrimentosas ?

  5. vcs gostam desse super-pedágio que pagamos aqui né? não é possível tentar justificar esse assalto…

  6. @Jango

    Eu estou a par da situação, inclusive de suas minúcias técnicas.

    Não duvido que daqui uns anos tenhamos precatórios que, somados, cheguem a dez dígitos.

  7. Ué, o pedágio não acabou aqui no paraná. Eu tenho certeza que acabou, porque o Governador Requião disse que ou abaixa ou acaba o pedágio, e como ele é um homem de palavra, não posso nem sequer me atrever a pensar que os pedágios ainda existem no Paraná.Oremus……………..

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