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Beto firma contrato de R$ 25 milhões para atender 1.892 famílias de seis áreas irregulares

O prefeito Beto Richa assinou hoje contratos de financiamento para atender 1.892 famílias em seis áreas de ocupação irregular. Os recursos para obras somam R$ 25,8 milhões e virão do programa Pró-Moradia, do governo federal, e do Município.

“Com esta nova frente de obras, a Prefeitura amplia o alcance do programa habitacional. Estamos investindo em moradia o maior volume de recursos dos últimos 20 anos e desenvolvendo o mais completo projeto de urbanização e reassentamentos já realizado na cidade”, disse o prefeito.

O programa habitacional da atual gestão, gerenciado pela Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), envolve recursos da ordem de R$ 360 milhões, com benefícios para 24 mil famílias.

O novo contrato prevê a atuação nas Vilas Unidos do Umbará, Pantanal, Torres 2, Menino Jesus, Nori e Três Pinheiros. Do total de famílias atendidas, 918 vivem em situação de risco ou insalubridade e serão reassentadas. Outras 974 permanecerão no mesmo local onde estão hoje, recebendo obras de urbanização. Para reassentamento, serão criados sete loteamentos e construídas casas de alvenaria ou sobrados.

Dos R$ 25,8 milhões que serão investidos nas áreas, R$ 24,5 milhões são recursos de financiamento contratado pela Prefeitura, com início de retorno previsto para o final deste ano. O Município se responsabiliza pelo pagamento do empréstimo.

A maior área das seis incluídas neste pacote de recursos é a Vila Pantanal, no Boqueirão, onde vivem 765 famílias. Destas, 320 serão reassentadas e 445 serão atendidas com obras de infra-estrutura. O reassentamento ocorrerá na própria vila, com a transferência das famílias para pontos da área que são apropriados para construção de moradia, liberando a margem do rio Iguaçu para preservação e retirando casas de pontos de locais sujeitos a alagamentos. O projeto de intervenção na vila terá um custo de R$ 6,1 milhões.

Outra área será a Vila Menino Jesus, no Cajuru, que tem 527 domicílios. Lá, estão previstos 104 reassentamentos em dois loteamentos (Moradias Alexandra e Moradias Ouro Velho) na mesma região (Uberaba e Cajuru) e 423 atendimentos com urbanização. A atuação terá um custo de R$ 3,8 milhões.

Na Vila Unidos do Umbará, no Umbará, serão beneficiadas 299 famílias. A maior parte, 193, será reassentada nos empreendimentos Moradias Cambará e Monteiro Lobato (Tatuquara) e o restante, 106, será beneficiada com a urbanização. O investimento na área será de R$ 7 milhões.

Na Vila Três Pinheiros, em Santa Felicidade, e na Vila Nori, no Pilarzinho, está previsto apenas o reassentamento de um total de 156 famílias. Elas irão para o mesmo local, o Moradias Maringá, que será criado no bairro Cachoeira. O projeto está orçado em R$ 4,5 milhões.

A área mais conhecida entre as seis incluídas no financiamento será a Vila das Torres 2, onde existem 145 domicílios. Localizada ao lado da margem direita do rio Belém, no trecho compreendido entre as ruas Guabirotuba, Embaixador Hipólito de Araújo e Felipe Camarão, a área não havia sido incluída no projeto de regularização que a Cohab executou na Vila das Torres (na outra margem do rio) na década de 90.

O projeto atual prevê o reassentamento de 87 famílias na própria Vila. Para isso, serão construídos sobrados e casas, no empreendimento batizado de Vila Prado. As outras 58 famílias serão transferidas para o Bairro Novo, Sítio Cercado. O investimento para atendimento das 145 famílias será de R$ 4,2 milhões.

Esta intervenção irá complementar a ação da Prefeitura na região. A regularização havia beneficiado 767 famílias, que têm escrituras dos imóveis onde moram. Este ano, um outro projeto da Cohab atendeu mais 26 famílias. Elas ocupavam o leito da rua Chile e foram transferidas para outros locais. Os próprios moradores escolheram o imóvel de reassentamento e, para isso, receberam cartas de crédito do município para aquisição das unidades. O reassentamento teve um custo de R$ 780 mil. Com a liberação do leito da rua, a Prefeitura poderá criar o binário das ruas Chile e Guabirotuba.

6 Comentários

  1. Campana!
    O Beto nunca fala que o recurso é do Governo Federal.
    A Prefeitura e a COHAB nem com a infra-estrutura entram.
    PAC e CAIXA ECONÔMICA é que financiam todas as Obras.
    Precisamos esclarecer isso a população de Curitiba.

  2. As obras são realizadas pelos governos municípais, estaduais e federal, mas todas elas são com o dinheiro e recursos de nós contribuintes de impostos, então o dinheiro é de todos nós e não pertencem a pessoas, grupos políticos e partidos!
    O que necessita sempre ser feito, é controlar para que os recursos sejam bem utilizados e não desperdiçados, sempre revertido em benefício da população mais carente! E isso o Beto Richa tem feito e muito bem feito por Curitiba e sua população.

  3. Guilherme Gonçalves por favor !!!! Cadê você???

    O cara pode tá fazendo isso sendo candidato???
    Parece que o PT tá sem assessor juridico…
    Amanhã tá rolando jornais nos bairros falando do dinheiro e das obras… E a lei eleitoral pra que serve.
    GUILHERME VE SE APARECE….

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