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A doce vida de uma dirigente do PT

Nem tudo são lágrimas, diagnósticos da situação terrível da periferia e do povo famélico. Miriam Gonçalves (à direita), coordenadora de programa da candidata do PT, Gleisi Hoffmann, tem tempo para a sua vida pessoal que é bem mais agradável que a dos comuns dos mortais e militantes.

A colunista Mary Schaffer conta na edição de hoje do Jornal do Estado que Miriam, que a cada ano surpreende com seus aniversários, recebeu suas amigas em São Paulo. As convidadas especiais tiveram direito a limousine e hospedagem no Hotel Renaissance, hoje o mais caro do país.

16 Comentários

  1. Jorge Feliciano Responder

    Dizem que no final da festa cantaram a Internacional: “De pé famélicos do mundo. De pé oh vitimas da fome.”

  2. Acho que ela ta no partido errado. O certo para ela seria o DEM. Ta certo que ficou rica na esteira da Industria da ação trabalhista, mas realmente seu estilo de vida não tem nada a ver com o PT.

  3. Fica a pergunta ao companheiro acima, que parece ainda acreditar : será que ela não é do verdadeiro PT, mostrando a sua cara?

  4. Os “emergentes” dirigentes petistas já não enganam a mais ninguém!

    Enquanto estes eufóricos novos ricos se deliciam e ostentam as suas riquezas nestes decadentes convescotes a economia do Brasil mais uma vez terá recessão e devido a ela um crescimento pífio da economia em conjunto com um processo inflacionário crescente.

  5. O estilo não tem nada há ver com o antigo PT de militância e venda de botons no calçadão da rua XV. O PT de hoje é o PT do poder, do dinheiro fácil, dos milhões, dos desvios, da corrupção generalizada! Do Zé Dirceu, do Genuíno, do Denúbio Soares, do Daniel Dantas(Banqueiro), dos cartões corporativos do Lula e da dona Letícia, este PT de hoje tem tudo a ver com a futilidade e o que eles pregavam como absurdo estão fazendo pior! Lastimável!

  6. Será que a Gleisi não foi convidada este ano porque está em campanha? Vai ver os marketeiros acharam que não ia pegar bem a candidata do “curitiba para todos” passeando de limousine e se hospedando no Renaissance “para poucos”. Cade os comentaristas de CAIXA ALTA da paella da casa do Beto?

  7. Unichuncho Ingênio Responder

    Dizem que durante a festa foram declamados poemas entre os quais o poema de Maiakovski MINHA UNIVERSIDADE onde pergunta e afirma:
    Os historiadores levantam
    a angustiante questão:
    – Era ou não ruiva a barba de Barba Ruiva?
    Que me importa!
    Não costumo remexer o pó dessas velharias!
    Depois
    noite a dentro
    uns com os outros
    palravam
    girando suas línguas de catavento.

  8. Tem dor de cotovelo que tem raiz histórica. Enquanto a mordomia era só deles, tudo bem. Era legítima. É engraçado. Só pq o PT evoluiu, chegou ao poder, eles querem que os petistas continuem agindo como nos tempos da porta de fábrica.. Acho isso uma tremenda hipocrisia. Será que só os tucanos, os democratas e outros da mesma estirpe podem usufruir das coisas boas da vida? Vão ser invejosos assim na Cochinchina.

  9. Quem tem falso moralismo são os próprios petista, que quando podem gritam e dizem alto e se ensurgem contra a “burguesia”, agora quando “eles” usufruem das regalias do “Novo Poder”, é normal, será que eles não tem direito também a o que é bom, então chega de hipocrisia petista de querem taxar as pessoas de rico vai para o inferno e o pobre terá o reino dos céus, este discurso velho ultrapassado é que não cola mais com vocês, o PT mudou e muito! Só alguns que ainda não enxergaram ou não querem ver que estão usufruindo de tudo que sempre combateram! Gleisi com roupas de grife e cabelereiros do Batel fazendo visitas aos bairros periféricos falando em desigualdade social, cae na real, porque não decola? è porque o discurso é distante da prática!

  10. Vigilante do Portão Responder

    Olga, não se trata de dor de cotovelo, é que o PT sempre criticou as mordomias alheias. Agora, faz o mesmo.
    Dos outros partidos, como o DEM e o PSDB, o povo já sabia que eles gostavam dessas coisas.
    Há uma clara discrepância entre o discurso e a prática.

  11. O papo do PT é mais ou menos assim: “somos contra o capitalismo selvagem, gerador de miséria e exclusão social – mas se formos nós os beneficiados, aí pode”. Ou ainda : “usar o poder e o dinheiro só é válido quando somos nós(os legítimos) os beneficiados”. O triste é que ainda tem gente boa que acredita no PT…

  12. São os famosos comunistas de cueca de seda (calcinha de seda nesse caso)!!! é muito cômodo ter o discurso da diminuição das desigualdades sociais, mas na prática não fazer nada para que isso aconteça. É a cara do PT.

  13. Puxa, que mancada! Afinal, só os filhinhos de papai e os mauricinhos do DEM e do PSDB podem ostentar! Como ela ousa adentrar seara alheia? Os únicos que podem defender os pobres e ficar ricos são eles!

  14. o que ela faz com o dinheiro dela é problema dela.

    se vocês acham que ela está dando festa com dinheiro público chamem a polícia, porque ela é inocente disso até que se prove o contrário.

    e mais, essa mulher é advogada e e com muito sucesso. não a conheço mas conheço pessoas que trabalharam com ela, e que dizem que ela é muito decente.

    ela cresceu junto com a ascensão do PT, mas foi com muito trabalho, isso sim. pode dar a festa que quiser, com champagne, caviar e o que mais o bom gosto mandar.

    aliás, bom gosto não tem classe social. acho exagero essa história dela de limousine por exemplo, mas não é problema meu. não vou ficar com inveja besta.

  15. é mais uma daquelas (es) advogados (as), que enriqueceram às custas das mazelas dos trabalhadores e da heróica luta contra o regime militar e por um país melhor….

    Enquanto os chamandos militantes (“tontos”, nesse caso) históricos de todos os matizes e cores, lutavam até com sangue e recursos próprios, estes “doutores” cobravam “expressivos” honorários advocatícios.

    E assim, foram transformando-se nos novos ricos da era Lula, enquanto muitos destes “militantes”, que de coração lutaram por um mundo melhor, foram ficando pobres (como aqueles que buscavam emancipar) e hoje chegam a estar abandonados à própria sorte …

    Ou seja, estes doutores participavam simbioticamente da luta maior, quando ainda existia o idealismo, doação pura e simples e a solidariedade.

    Que tal ? Algum sociólogo, antropólogo, psiquiátra ou psicoólogo, pode explicar ?
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