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Assessor de Gleisi arapongou fotógrafos

Inquérito na Polícia Civil que ainda não foi concluido, no qual fotógrafos são acusados de fazer dossiê contra Gleisi Hoffmann, contém a degravação de duas conversas telefônicas entre o assessor de Gleisi, Sérgio Wesley, e os fotógrafos Maurílio Chelli e Orlando Kissner.

As conversas foram gravadas por Wesley a pedido do casal Ministro Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann, sem o conhecimento dos fotógrafos, que jamais imaginariam um ex-jornalista no papel de araponga.

11 Comentários

  1. Agora que eu não tô entendendo mais nada… A questão agora é tirar o foco da denúncia e tentar achar culpados pelos lados do PT? O fotógrafo produziu a foto? Produziu. A assessoria gravou as conversas? Gravou. Até aí 0 a 0. Mas o que ficará no ar, estilo quem matou Odete Roitmann, é a pergunta… Quem mandou fotografar?

  2. Isso não passa de um factóide, dos muitos que o PT já lançou e lançará mais, para tentar encobrir a desastrosa candidatura Gleisi, que possue rejeição alta da população e dentro até do próprio PT, que gostariam de uma candidatura mais engajada, lutadora, participativa e não a “falsa” sem garra, sem raça, moribunda, que não empolga ninguém e está estagnada sem perspectiva de qualquer reação consideravel!
    Terá menos votos que o Vanhoni proporcionalmente em Curitiba!

  3. Usou o nome da Agência Estado para fazer dossiê. Tem mais é que responder processo mesmo.

  4. Se o ministro e a prefeitável não tinham nada a esconder sobre o carro, porque estão fazendo tanto alvoroço???? Mistério!!!

  5. Jornalista grampeando jornalista para fundamentar inquérito policial? Isso não seria caso para o conselho de ética do sindicato dos jornalistas? Isto é, se o sindicato não estivesse tão empenhado na eleição da gleisi…

  6. Uésley Doático Responder

    Além de cada Razera da campanha temos um Doático em cada uma. O papel do Uéslei é esse?

  7. Vigilante do Portão Responder

    Peço que o Campana explique melhor esse caso da utilização do carro por parte da Gleise. Dizer que o carro foi adquirido de um subalterno, não cola não.
    Queremos saber das datas e da forma de pagamento. Foi cheque ou dinheiro vivo?
    Depois dos dollares na cueca e dos pagamentos na boca do caixa para os mensaleiros, tudo pode ter acontecido.
    Pensem bem, com o dinheiro que o casal Paulo Bernardo/Gleise ganha, será que iriam comprar carro usado?
    A história parece estranha. Pode até ser verdade, mas sei lá.

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