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Requião reprisa caso Ingo Hubert na escolinha

Irritado, no papel de vítima, se dizendo censurado, Requião reprisou há pouco na escolinha o caso Copel/Olvepar de créditos fiscais irregulares negociados por Ingo Hubert, com direito a documentário recheado de testemunhais e a gravação do doleiro Youssef ao entrar no banco para retirar o dinheiro que resultou da operação.

E fez uma revelação no mínimo intrigante. Fantasioso, diz Requião que a Copel só não foi privatizada porque as suas ações foram colocadas á venda na Bolsa de Nova Iorque no dia 11 de setembro de de 2001, quando as duas torres foram atacadas e destruídas, o que paralisou a operação. Do que se depreende que a Copel foi preservada pela Al Qaeda.

O presidente da Copel, Rubens Guilhardi, foi chamado a falar sobre os projetos futuros. Além de Mauá, há duas outras usinas em projeto. E a possibilidade de construção imediata de quatro PCHs, o sonho das empreiteiras nativas.

4 Comentários

  1. Fábio:
    Estive presente à noite, na Assembléia Legislativa, “na memorável” aprovação da venda da Copel, por um voto de diferença (do Litro, me parece).
    Seria interessante vc publicar os nomes dos deputados q

  2. Fábio: estive na AL durante a aprovação da venda da Copel (noite “memorável”), por um voto de diferença (acho que foi do Litro…) Seria interesante vc publicar os nomes dos parlamentares que votarem PRÓ-VENDA, para perpétua memórização. Alguns, hoje, se dizem vestais da moralidade pública.
    Quanto à não-venda, foi devida, sim, à destruição das torres gêmeas de NY, pela AL Qaeda; não apareceram interessados no leilão aprovado pela AL e os planos da “tchurma”, inclusive o Alceni Guerra, foram por água abaixo.

  3. Mas a Copel foi colocada a venda mais de uma vez, e também não apareceu comprador.
    Qual seria a explicação para as demais ausências de copmaradores? Acredita-se que foi para forçar redução no valor do lance inicial no leilão.

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