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Um típico programa eleitoral. Monótono e repetitivo

O programa eleitoral dos candidatos a prefeito, na tv,foi quase reprise do anterior. Nada de novo, nem no discurso, nem na linguagem. Beto Richa e Gleisi Hoffman escolheram a saúde como tema central de suas apresentações.

Beto Richa mostrou obras, prometeu mais e colheu testemunhais convincentes. O mesmo acontece quando trata da habitação, capítulo apresentado pela mulher, Fernanda, que parece entrar de vez como protagonista do programa.

Gleisi Hoffmann ataca os programas da prefeitura, especialmente o de saúde, contrapondo obras a prioridades no atendimento ao público. Não é uma equação convincente. Obras físicas não impedem que o serviço de saúde funcione. E a população parece não querer fazer escolhas que impliquem em abrir mão de uma coisa por outra. A novidade proposta por Gleisi é a ampliação do serviço de saúde através de convênios com clínicas particulares.

Fábio Camargo insistiu no mote do prefeito dos bairros contra o prefeito do centro. Promete tudo para os bairros e procura contrapor a Curitiba dos abastados contra a Curitiba dos ccarentes.

Aí começa o programa do Carlos Moreira, mas quem aparece é o Requião com o surrado discurso da opção preferencial pelos pobres. “Recomendo Moreira como meu candidato, diz”. Ao Moreira resta afirmar que é médico, educador e preocupado com os jovens. “O Brasil só terá futuro quando jovem for o futuro”, foi uma das frases acacianas de seu repertório. E desfiou promessas, todas exequiveis, segundo Forte Neto.

Ricardo Gomyde abriu e repetiu a dose. No que foi imitado pelos demais nanicos. Maurício Furtado falou obviedades sobre a importância da política. Bruno Meirinho confirmou que é advogado e que se insurge contra as catracas. Todas. Até as dos shopping centers. Lauro Rodrigues também deu repeteco e já não é novidade, nem mesmo na gafe.

3 Comentários

  1. Olha, advogado Bruno Meirinho não é, ao menos com inscrição na seccional do Paraná. Isso pode ser comprovado com simples visita no site e busca por advogado.

    Mas isso também não faz a mínima diferença aos eleitores. De todo modo, a falsidade ideológica se configura, se ele realmente se afirma advogado. É problema pro Ministério Público Eleitoral.

  2. È claro que a propaganda política está uma m. Não se vê nada. Tudo candidato que não tem nada à apresentar. Mas o presidente do PPS fazer propaganda da filhinha e deixar de fazer propaganda aos outros candidatos a vereador do PPS é brincadeira. Não entendo como ainda não levaram esse sujeito ao Conselho de Éica do partido. Muita cara de pau para não ir ao Conselho de Ética. Que êle merece , isso merece. Conselho de Ética, já. Isso não se faz,m pois ó na cebeça dêle e de seus aúlicos é que predomina.. Socorro.

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