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Governo brasileiro preocupado com tensão no Paraguai

Por meio de nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo brasileiro se mostrou preocupado com as denúncias feitas ontem pelo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que afirmou que o ex-presidente Nicanor Duarte e o ex-general Lino Oviedo querem desestabilizar seu governo.

Na nota, o Itamaraty afirmou que o Brasil confia na manutenção plena da institucionalidade democrática do Paraguai, “e reafirma seu apoio ao presidente Lugo, legitimamente eleito pelo povo paraguaio”.

Lugo convocou a imprensa local para uma coletiva, para denunciar um “complô golpista”, depois de ser informado da realização de uma reunião no domingo na casa de Lino Oviedo. “Como presidente, não permitirei que as Forças Armadas sejam utilizadas por interesses sectários. Peço à cidadania que esteja alerta diante de possíveis golpes. Não permitiremos que se atente contra a liberdade do nosso povo”, afirmou o presidente.

Segundo informações da BBC Brasil, participaram da reunião Oviedo, Duarte, o presidente do Congresso Nacional, senador Enrique González Quintana, o vice-presidente do Tribunal de Justiça Eleitoral, Juan Manuel Morales, o procurador-geral do Estado, Rubén Amarilla, e o general Máximo Díaz, que atua como elo entre as Forças Armadas e o Parlamento.

Este último foi quem informou às Forças Armadas sobre o encontro. Oviedo teria convocado a reunião para saber como os militares viam o clima político com o impasse vivido em torno da posse de Nicanor Duarte como senador eleito, realizada pelo presidente do Congresso.

Políticos governistas questionaram a iniciativa, alegando falta de quórum para a posse. Lugo declarou que Duarte deveria “ir pra casa” e se “conformar” com o cargo de senador vitalício a que tem direito por ser ex-presidente.

No fim de semana, em entrevista a um jornal local, Lino Oviedo criticou Lugo por esta postura. Ontem, Lugo fez declarações que confirmaram o clima político tenso no país, menos de vinte dias após a sua posse como presidente.

6 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Corrige a nótícia Campana. Não pega bem dizer que há “INconstitucionalidade” Democrática no Paraguai.

  2. Isso é balela. O bispo de araque pretende envolver um país inteiro, por nome Brasil, em suas falcatruas, e instaurar um regime de força com o uso de tropas de nosso País.
    Não nos esqueçamos do inteiro teor da agenda do Foro de São Paulo.

  3. Vigilante do Portão Responder

    Estou preocupado. E se dão o golpe lá no Paraguai? O Requião não vai ter lugar para pedir asilo. KKK

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