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Justiça paralisa os planos de construção do Porto do Mercosul

A Justiça Federal de Brasília concedeu liminar a empresário do Paraná, provocando a paralisação do planejamento para a construção do Porto do Mercosul, na Ponta do Poço, em Pontal do Paraná. Para construir o porto, o governador Roberto Requião decretou em maio a utilidade pública de 2,25 milhões de metros quadrados de terras na Ponta do Poço.

Proprietário de parte da área, o empresário João Carlos Ribeiro recorreu à Justiça em Brasília pedindo a revogação do decreto de utilidade pública.

11 Comentários

  1. Mais um passivo judicial do governo de ocasião para o povo pagar através do erário público. Aonde vamos parar ? Quem aconselha juridicamente ao governo tomar estas ações nefastas ao interesse público e aos cofres do Estado ? Não basta o passivo milionário das ações perdidas contra o pedágio – a maior aventura judiciária já encetada pelo Estado “de ocasião” numa causa perdida. Nada disso é apurado, ninguém é responsabilizado. Ora, quando vamos reagir ?

  2. FRANCO - O ORIGINAL. Responder

    SERA QUE O REQUEIJÃO VAI COLOCAR O EDUARDO BOCA MOLE PRA ADMINISTRAR ESSE PORTO TBM. CASO ELE SAIA DO PAPEL ???

  3. Nosso dinheiro sendo jogado fora e alguns nepotistas ficando cada vêz mais ricos, e “preferência pelos pobres”, lá na casa dos Melo e Silva.

  4. Vivas ao João Ribeiro, um dos bons empreendedores do Paraná, desde os seus ancestrais, o que sempre causou inveja e ciúmes dos Mello e Silva, que odeiam os ricos e bem sucedidos. Aquele porto deve ser privado, para ficar longe da sanha voraz da província que beira a falência…

  5. Vou repetir o que um outro comentarista aqui do blog já disse: depois de tantas derrotas, se o Requião não se eleger pro senado não sou eu que vou levar charuto pra ele na cadeia.

  6. Complementando o comentário de Jose Carlos, com o devido respeito: “…dos Mello e Silva, que odeiam os ricos, e bem sucedidos a custa de trabalho…” diferente dele e da malta que sempre o acompanha!

  7. Vigilante do Portão Responder

    Mais uma derrota para o corolário do governo do estado. Tenho pena dos paranaenses que herdarão esses passivos todos.

  8. Só vim a saber o verdadeiro significado da palavra “truculência” quando vim embora para o Paraná. Não basta a definição do dicionário que nem sempre esclarece.
    Certas coisas é preciso desenhar, pelo menos para mim que sou meio devagar no raciocinio. E quando me desenharam, entendi, fez-se a luz: o desenho tinha a cara do Requião.

  9. Vigilante do Portão Responder

    Fazer um Porto em Pontal. KKK
    Certamente vão ter que construir outra estrada. Fica a pergunta: se não pode cortar uma árvore na região, como é que vão obter a licença para fazer uma estrada?

  10. Dizer o que desse “bolivariano das araucárias”? Não há a menor condição de que esse cara seja governador. Aliás, essa desapropriação não deve ser para o Estado, mas deve ser em casusa própria. É que não duvido que na “lógica” do governador seu irmão, que com o porto pronto não consegue deslanchar, talvez consiga ser o gênio da raça começando um novo. Duvidam? Dêem a chance e ele o fará sem cerimônia.

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