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Nepotes de Requião não largam o osso

Os advogados do governo queimam neurônios para encontrar brechas na resolução antinepotismo do Supremo Tribunal Federal que possam salvar a parentela de Requião instalada em cargos no governo.

E para que servem os advogados? Até aqui eles encontraram solução para a maioria. Fica a mulher Maristela, transformada em secretária especial; fica Eduardo Requião, o irmão transformado em secretário de Assuntos Portuários. Fica o primo Heitor Wallace de Mello e Silva, constatada distância regulamentar no parentesco. Fica a irmã Lucia, que não teria cargo remunerado. Por aí vai.

Até agora, só foram defenestrados os nepotes João Arruda, filho de Lucia, a irmã, e Paikan Mello e Silva, filho de Wallace, o irmão.

O resto vai se segurando e não larga o osso.

5 Comentários

  1. Quem são estes “advogados do governo” ? São do governo ou “do governador de ocasião” ? A sociedade, por aqui com o nepotismo, paga-os com seu dinheirinho suado para que encontrem um cantinho escuro e protegido para os nepotes do governador de ocasião ? São os mesmos “advogados do governo” que, submetendo-se ao governador de ocasião, encetaram a maior aventura judiciária que se tem notícia no Estado contra uma causa perdida ocasionando um passivo milionário a ser pago pelo erário público com as ações judiciais contra o pedágio ? Um levantamento parcial feito pelo “Jornal do Estado” identificou pelo menos quatro casos em que o governo paranaense ou já foi condenado a pagar, ou deve ser cobrado na Justiça por decisões e medidas tomadas na administração Requião, valores que passam de R$ 1,5 bilhão. “Em pelo menos um desses casos o prejuízo para os contribuintes paranaenses já é líquido e certo, pois não há mais como recorrer. Trata-se de R$ 400 milhões que o Estado foi condenado a pagar aos servidores do Judiciário, por conta de um reajuste salarial que Requião se recusou a pagar em 1992, quando ainda estava em seu primeiro mandato como governador. Em 2002, a categoria, depois de dez anos de batalha judicial, conseguiu o direito de receber o aumento, que até hoje espera na fila de precatórios do Estado para ser pago. As concessionárias calculam em R$ 170 milhões o montante que pretendem cobrar na Justiça por conta dos prejuízos materiais causados por invasões e depredações das praças de cobrança, os dias em que as cancelas foram mantidas abertas por manifestantes, desequilíbrios contratuais que não foram revistos pelo governo do Estado e os dias que as empresas deixaram de aplicar os reajustes tarifários por falta de autorização do Estado.” (coluna “Na ponta do lápis” de 07/10/07) É preciso identificar quem são estes “advogados do governo” que causam tanto prejuizo aos cofres públicos, porque a sociedade não pode pagar seus salários e eles, em vez que cuidarem do interesse público, cuidarem de interesses pessoais do governador de ocasião, e ainda, ocasionarem prejuízos a serem arcados pelo dinheiro público atentando contra o Estatuto do Funcionário Público e o Estatuto da Advocacia que lhes dão garantias para atuarem sem submissão ao governante de ocasião. Mas, submetendo-se e ocasionando passivos ao erário público não são responsabilizados ? Que história é esta ?

  2. Quem sabe dessa vez, Campana, os paranaenses aprendem a escolher melhor seus governantes.

  3. E filho de deputado assessor de secretário de estado, pode? Ah, um destes até tem comparecido na secretaria ultimamente, dizem ter especial interesse numa licitação em currrrrssssssoooooo…

  4. Claro que não largam o osso… Trabalhar, como pessoas normais fazem, não faz parte de seus “estilos de vida”. Sempre mamaram em generosas tetas, onde aproveitaram para fazer as maiores confusões e intrigas, em aplicação dos preceitos de Machiavelli.

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