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Maristela Requião deve deixar o MON

Não há como conciliar o parentesco com o cargo de secretário especial da maneira que haviam imaginado os juristas palacianos. E Maristela Requião não está disposta a tomar o cargo de Secretária de Estado da Cultura de Vera Mussi.

Acredita que o desgaste seria imenso e não quer repetir a pantomima do cunhado Eduardo, que produz grande desgaste para o seu marido Roberto. Este ainda insiste para que ela continue a presidir a OSCIP que mantém o museu, mas a entidade não poderia receber verbas oficiais.

15 Comentários

  1. Ela sempre foi o cérebro e o lastro moral do casal. Uma pena que o marido não a escute ainda mais.

  2. Já vai tarde, se é que algum dia deveria ter vindo. Com marido governador e toda a sorte de recursos, secretarias e fundações disponíveis fica fácil falar em “competência”.
    Nepotismo Zero!

    Impeachment de Requião Chaves já!

  3. Ah se esse despotazinho de plantão enxergasse melhor e se espelhasse só um pouco nessa mulher digna que tem em casa…

  4. Não tem nenhum mérito deixar o “osso”, afinal depois de tanto tempo se beneficiando do nepotismo…só com lei mesmo!!!

  5. A VERDADE DEVE SER DITA. DONA MARISTELA, NEPOTE OU NÃO, DEVERIA PERMANECER NO MON.
    É GENTE BOA.

  6. O GUARDIÃO, CONCORDO PLENAMENTE COM VOCE, QUEM DEVIA TER CARATER, E VERGONHA NA CARA, E NÃO JOGAR A BIOGRAFIA DO IRMÃO NO LIXO É O CUNHADO..ABS

  7. Campana:
    Maristela Requião ainda realiza um grande trabalho no MON. Indiscutivelmente trouxe a Curitiba grandes nomes, grandes exposições. Colocou o nome da cidade e do Estado na lista dos lugares com grandes museus em termos de qualidade.
    Por outro lado, infelizmente, todo recurso utilizado no MON saiu da Secretaria de Estado da Cultura e também do Centro Cultural Teatro Guaíra, deixando as otras áreas como artes cênicas, música, literatura, sem muita ação para ser desenvolvida. O investimento da empresas estatais do Estado em cultura também estão focados no MON.
    Questão que daria um outro artigo muito interessante: o Teatro Guaíra e suas – poucas – ações.
    Para se ter uma idéia o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, tem uma visão e um investimento no fomento e na produção cultural infinitamente maior. Tanto na quantidade, quanto na qualidade.
    Abraços,
    Rodrigo Fornos
    Produtor Cultural

  8. Acho que Requião devia criar uma Secretaria de Estado de Turismo e readmitir a Maristela, colocando o Mon subordinado a esta Secretaria.
    O povo não está nem aí, não, Requião.
    Quem está reclamando é só a imprensa e os mais interessados nisto é mesmo a laia.

  9. Fernando Guimarães Responder

    Independentemente de conteúdos políticos, ideológicos e de natureza pessoal, acho importante neste caso, discutir uma questão de relevância, sob o aspecto jurídico e administrativo.
    Quero deixar claro, entretando, neste meu comentário, que me manifesto em caráter técnico e individual. Não represento, aqui, a opinião da instituição a que sirvo. Venho apenas manfiestar minha opinião meramente pessoal, sobre aspectos técnicos da vinculação com o Terceiro Setor, assunto que me ocupei ao longo do tempo.
    Entendo de relevância a análise técnica da natureza jurídica do vinculo de gestão do MON.
    Em princípio a operacionalização do museu e suas atividades são regidas por Termo de Parceria com a OSCIP, constituída na forma da Lei 9790/99.
    Neste sentido e se bem configurada a parceria, os resultados podem ser interessantes para a Administração Pública.
    Nâo conheço o TErmo de Parceria que rege a gestão do MON e nem a sua execução na prática, por isso falo apenas em tese, nos termos do regramento legal.
    Não estou defendendo este ou aquele modelo de gestão. Optando o Estado, pela gestão em vínculo de cooperação, com metas e resultados bem avaliados e controlados, com a participação do controle social previsto e regulamentado em lei, deveremos aplicar as regras específica ao modelo de gestão eleito.
    E este regramento atribui legitimidade ao vínculo com o TErceiro Setor (OSCIP ou Organização Social)
    Em no caso, os dirigentes e gestores dos termos de parcerias, não são considerados como agentes públicos e nem vinculados ao Estado. A eles não se aplicam os mesmos regramentos e vedações dos agentes e servidores públicos, inclusive a questão do nepotismo.
    Não estou, repito, fazendo qualquer observaçaõ sobre aspectos políticos que envolvem a questão deste tópico, mas, tecnica e juridicamente, não vejo ilegalidade em relação aos dirigentes e gestores da entidade de Terceiro Setor, que não integra a a Administração Pública Direta ou Indireta.
    É a minha contriubição para o debate do modelo de gestão adotado no Museu Oscar Niemeyer.

  10. Tadinha da Maristela, depois de tanta surra de toalha molhada ainda tem que deixar o MON!!!ahahaha

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