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Em defesa do direito de não se defender

Deu na Folha Online:

Nenhum candidato a prefeito ou vereador apontado nas chamadas listas de “fichas sujas” aproveitou o espaço concedido pelo IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa) para expor as razões contra a exposição de seu nome.

Ou o site do instituto — mantido por notáveis criminalistas — ainda é desconhecido pelos candidatos ou eles optaram por não colocar mais lenha na fogueira.

2 Comentários

  1. Francisco Alpendre Responder

    Jornalista,

    Quer dizer que agora o cidadão precisa ir a público deliberar acerca de sua inocência (culpa)? Não é uma inversão de valores? Sem argumentos de autoridade nem qualificativos piores ainda mas não se trata de um método levemente Gestapo?

    Oceânico abraço.

    Alpendre

  2. FABIO.
    Esta história dos “fichas sujas”, ronda a repressão com clima de ditadura. Veja que aqui neste “Brasilzão”, cheio de contraste e falta de pleno exercício de cidadania, onde temos uma sociedade viciada e cheia de filigrans comportamentais, somada a justiça lenta, caso aceita a tese de alguns juristas de impedir que um simnples inquérito policial barre os direitos do cidadão, corremos o risco de montagem de UMA GRANDE INDÚSTRIA DO DENUNCISMO, COM PROVAS FORJADAS, NOTADAMENTE NO MEIO POLÍTICO, só p/ tirar o concorrente do páreo, tal qual já ocorre. Defendo um ex-prefeeito em processo onde seus desafetos forjaram nota fiscal para incriminá-lo. A presunção da inocência é á garantia Constitucional de um mínimo de oportunidade de prova de inocência.
    LINEU TOMASS – Advogado.

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