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Ministério Público recomenda suspensão de novos cursos à distância da UFPR

O Ministério Público Federal acaba de determinar que a Funpar, a Universidade Federal e a Escola Técnica da UFPR suspendam imediatamente a criação de novos cursos de educação à distância sem licitação.

5 Comentários

  1. O Ministério Público deveria se preocupar com assuntos de maior importância! Acredito que os cursos a distância sejam a única oportunidade para alguns de estudar…Então, MP vão investigar bandidos e deixem o povão estudar! Santo Deus, haja paciência…

  2. Frederico Giusti Responder

    O Lelo é pelo chavão da esquerda atrasada: OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS”. Ora prá esse sujeito e prá PETEZADA, funciona assim: se o ensino à distância é bom, pode fraudar, levar ventegem em cima do Erário que não tem problema.
    A lógica é a mesma do MENSALÃO: as políticas do Lula são as melhores da história do Brasil, então vamos dar dinheiro sujo para os parlamentares voteram a favor dessas grandes políticas pública petistas.

    CHEGA DE ENGANAÇÃO. EM CURITIBA O PT E O REQUIÃO LEVARAM UMA LIÇÃO DO POVO.

  3. Enquanto isso, as particulares vão tomando conta, oferecendo qualquer curso a qualquer preço, a maioria sem a menor condição. Bom se o MP servisse para investigar o que não presta e não ficar apenas fazendo o jogo político, incentivado pela imprensa que procura mostrar aquilo que acha que o povo quer. Na verdade, a população quer oportunidades, condições pra estudar em boa escola, ou pelo menos de renome, com professores bem intencionados e dedicados e não os horistas que montam qualquer curso.

  4. ainda bem que existe o Ministério Público para salvar a Federal da bandidagem instalada por lá…

  5. Não consigo imaginar o resultado de alguém aplicando o que aprendeu em tais cursos, eivdente com suas raras excecões. Fato é que, basta acionar um video à distância fazendo de conta que alguém assiste e decorrido o tempo pegar o certificado. Estranho que tais cursos, em sua maioria, são utilizados por funcionários públicos que dependem deles para os chamados avanços salariais. Lamento!

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