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Acabou

Terminou. O ano eleitoral chegou ao fim. Ocupou tutano e neurônios dos nossos políticos durante este ano inteiro. Primeiro na preparação interna nos partidos, nos grupos e, em alguns casos, na famiglia. Depois nas alianças e, por fim, na campanha eleitoral.

Seria de se imaginar que agora os governantes começariam a se dedicar a recuperar o tempo perdido em tantos meses de debate e eleições. Qual o que. Pela nossa tradição, as férias de verão estão começando. Estamos no final de outubro e se hoje o cidadão quiser falar com muitos dos secretários, presidente de estatais, superintendentes de autarquias, terá dificuldades. Boa parte está em viagens.

A começar pelo governador, que a essa altura desfruta das mordomias fantásticas, de histórias das mil e uma noites, oferecidas pelos hotéis de alto luxo dos Emirados Árabes.

Quem conhece diz que é coisa para que um ocidental sinta como é prazerosa a vida de um governante em Dubai. Com a vantagem de que lá o mandato é vitalício e transmissível pela linha do parentesco, ou seja, tudo aquilo que nosso governador Requião certamente gostaria que estivesse em vigência por aqui.

Outros vão à Europa, para uma segunda, terceira ou quarta lua de mel, que ninguém é de ferro e os casamentos são rotativos, de sorte que entre os nossos governantes há sempre um recém casado, qualquer que seja a sua idade, pois o poder rejuvenesce.

Há também o pessoal que vai para os Estados Unidos, só para ver a crise de perto, no olho do furacão, e ainda tem a desculpa de apreciar o processo eleitoral norte-americano. Torce por Barak Obama, é claro, para repetir a escolha do governador Requião, que nem sabe muito bem porque preferiu o candidato democrata.

Assim caminha a humanidade.

3 Comentários

  1. Requião e equipe seguem na pregação da Carta de Puebla, levando-a para outras partes do globo. Vai melhorar a humanidade com sua mensagem aos mais necessitados.
    Parabéns Requião nesta sua grandiosa empreitada pelas longinquas e pobres terras do globo!

  2. Mello e Silva é um dos grandes derrotados desta eleição. Só venceu nos grotões e nos quintos dos infernos desta Quinta Comarca. Perdeu em todas as grandes cidades, exceto talvez Ponta Grossa, se é que se lhe pode ser creditada a vitória lá…´Talvez – como disse Churchill sobre Stalingrado – não seja o começo do fim, mas, é, sem dúvida, o fim do começo…

  3. Fábio, vejo que o tacape continua descendo com a ferocidade de sempre…político de verdade vai lá pra Barra do Barranco, comer arroz carreteiro e chupar canela de frango anabolizado…viva nóis!!

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