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TSE mantém indefinição em Londrina

A decisão sobre o destino da Prefeitura de Londrina não será tomada nesta semana. O Tribunal Superior Eleitoral não vai convocar sessão extraordinária nesta sexta-feira, nem no sábado. A informação, confirmada pela assessoria do TSE, derruba a promessa que o presidente do Tribunal, ministro Carlos Ayres Britto (foto), fez a políticos paranaenses que foram a Brasília pedir pressa no julgamento.

Ayres Britto garantiu que a consulta feita pelo TRE/PI seria julgada nesta semana, nem que para isso fosse convocada uma edição extraordinária no sábado. A consulta do Piauí servirá para normatizar situações como a de Londrina, na qual o prefeito eleito foi impugnado.

De acordo com a assessoria de imprensa do TSE, haverá sessão do pleno somente na próxima terça-feira.

6 Comentários

  1. Se eu não fosse tão feio e gordo sairia pelado protestando caso o TSE revogasse a decisão da impugnação do candidato, pois, não deixaria de ser uma submissão da instituição as pressões políticas.

    No momento atual, a repercussão desse julgamento poderá traduzir que ainda existem ética, leis, normas e não devem ser violadas em pró de interesses partidários, pois, acima de tudo isso estão as instituições, construídas pelos nossos antepassados e com sacrifícios. Caso contrário poderá abrir prescedentes altamente prejudiciais além do retrocesso impregnará a marca da impunidade.

  2. Belinati é alvo de mais uma ação do AMA/Comurb

    Oito anos após o fim de sua terceira gestão à frente do Executivo municipal, o ex-prefeito, deputado estadual e prefeito eleito de Londrina com registro cassado, Antonio Belinati (PP), passa a figurar como réu em mais uma ação judicial do caso AMA/Comurb. No último dia 14 – durante o segundo turno das eleições-, Belinati foi denunciado em Ação para Ressarcimento de Danos, juntamente com mais oito pessoas pelo desvio, em 1999, de R$ 34.668,32 dos cofres municipais. De acordo com a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, o valor foi utilizado para quitar despesas de campanha eleitoral ”de aliados políticos” do ex-prefeito.

    Para efetuar o saque, a então Autarquia do Meio Ambiente (AMA), atual Sema, teria simulado a compra de seis mil ”marmitex” junto ao restaurante do Grêmio Recreativo e Literário Londrinense para serem repassados à Gerência de Capina e Roçagem. De acordo com a denúncia, a operação visou, na verdade, saldar despesas de campanha com o restaurante – e os ”marmitex” nunca chegaram à AMA.

    Além do ex-prefeito, são alvos da ação os ex-diretores da AMA, Mauro Maggi e Nelson Kohatsu, o ex-diretor adminsitrativo financeiro da Comurb Eduardo Alonso, o espólio da ex-proprietária do restaurante do Grêmio Tertuliana Maccagnan – a dona Rosa (falecida em 2007), e outros quatro funcionários públicos.

    A promotoria também pede o reconhecimento de ato de improbidade, mas não a condenação, já que o delito prescreveu em 2005. Cópia da ação foi encamihada à Procuradoria Geral de Justiça, em Curitiba, para eventual ajuizamento de ação criminal relativa ao caso. Como deputado, Belinati goza de foro privilegiado em âmbito penal e só pode ser denunciado perante o Tribunal de Justiça (TJ).

    Pantanal

    Nos dias 12 e 14 de setembro, a promotoria já havia apresentado mais duas ações relacionadas ao caso AMA/Comurb, uma cível e outra criminal, ligadas a um mesmo ilícito: fraude em licitação para desvio de R$ 7 mil. Nestes casos, o alvo do saque de dinheiro público também foi feito sob o pretexto de compra de marmitex. A licitação previa, no total, a compra de 3.600 refeições. As duas ações, porém, não incluem o ex-prefeito no pólo passivo. Aparecem como réus os ex-diretores Mauro Maggi e Nelson Kohatsu, três servidores municipais, e duas comerciantes – que assinaram as notas fiscais relativas à entrega inexistente dos marmitex.

    A promotora Leila Voltarelli, uma das autoras das ações, afirmou que várias investigações sobre o caso AMA/Comurb ainda estão em andamento e podem se transformar em processos. Até agora já foram ajuizadas aproximadamente 40 ações cíveis e criminais relativas àquele período. De acordo com a promotora, as investigações dependem da realização de auditorias. ”Esse é um setor do Ministério Público que está bastante sobrecarregado”, afirmou. O ex-prefeito se negou a comentar as ações. Os advogados dele e do espólio de Rosa Maccagnan não foram localizados. A FOLHA também não conseguiu contato com Kohatsu e Maggi. Alonso não atendeu o telefone celular.
    Folha de Londrina

  3. Deixem o Tio Bila trabalhar pelo povo de Londrina.É um verdadeiro absurdo o que estão fazendo com esse grande deputado e prefeito eleito legitimamente pelo povo de Londrina.Acordem senhores,parem de invejar quem trabalha,tentem fazer igual.

  4. Luis Konig-Contenda Responder

    TENHA PACIÊNCIA PROMOTORIA. DEPOIS DE QUASE 10 ANOS AGORA AJUIZAR TAL AÇÃO. OU É FALTA DE VONTADE, OU É DESIDIA, OU OS PROMOTORES SÃO DE OPOSIÇÃO. TAMBÉM VAMOS CRIAR VERGONHA POR TANTO TEMPO QUE SE OMITIU TAL DECISÃO…

  5. Está mais do que provado que a nossa justiça, em todos níveis, principalmente a eleitoral é incongruente e suspeita.
    Cresce a todo instante a hipótese de empossar o segundo colocado no segundo turno, o Hauly. Neste caso, teríamos então, um “prefeito biônico”. Assim pensam alguns doutos promotores de justiça, também.
    Como diria o amigo Lincoln Brasil, estudioso em fatos bíblicos: “dai a Cesar o que é de Cesar; dá à Hauly o que é do Belinati”…

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