Uncategorized

Suspeito presta depoimento em delegacia e é liberado

Da Gazeta do Povo

A polícia ouviu o depoimento de um suspeito do assassinato da menina Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, de 9 anos, na tarde desta sexta-feira (7). O homem, no entanto, não ficou preso e depois de ouvido foi liberado. Os policiais teriam até recolhido amostras para exame de DNA, para comparar com o material encontrado junto com o corpo da menina.

Fontes da Delegacia de Homicídios, porém, afirmam que a possibilidade de o homem interrogado ser o criminoso está praticamente descartada. A polícia continua na busca do homem que aparece no retrato falado, divulgado nesta sexta-feira. O suspeito mais de 50 anos, cerca de 1,68 metro de altura e 70 quilos.

2 Comentários

  1. Vigilante do Portão Responder

    Os jornais e os demais meios de comunicação já trazem um suspeito, inclusive com fotos.
    A polícia trabalha com a hipótese do lençol usado para embrulhar o corpo, seja de um hotel do centro da cidade, pedem a colaboração dos funcionários. Quanta ingenuidade, se algum funcionário facilitou a entrada de uma garota de nove anos no hotel de alta rotatividade, vai confessar, mesmo sabendo que pode responder por co-autoria? Claro que não.
    O aliciador, se for o mesmo que a polícia está dizendo, esteve outras vezes com a garota, para ganhar a confiança.
    O pai da menina exaltou-se quando fizeram a pergunta que todos estão fazendo: porquê os pais deixavam uma menina de nove anos andar sozinha no centro?

  2. Vigilante do Portão, de fato a pergunta sobre a responsabilidade dos pais é no mínimo cretina. Só quem não olha para as ruas de Curitiba, coalhada de crianças circulando de e para as escolas, fazendo nada pelas ruas, dormindo sob as marquizes etc., é que pode imaginar que não só em Curitiba, como no resto do Brasil, temos um policial para tomar conta de cada criança que tem de ir para algum lugar.
    Quem sabe desta vez a sociedade brasileira acorda para um tipo de crise não declarada e que obriga os pais a deixar seus filhos ir à escola sem proteção alguma, porque eles mesmos têm de lutar pela sobrevivência. E não são pais da periferia apenas, há gente que não morando na periferia ainda assim tem de trabalhar duro para o sustento da família.
    De resto, vamos reservar um tempinho para lamentar a morte da menina, e das tantas que por aí morrem todos os dias, por vários modos e meios, algumas jogadas pela janela pelos pais abonados e ricos…

Comente