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O jogo paralelo das candidaturas ao Senado

Candidatos ao Senado torcem pela candidatura de Osmar Dias a governador. São unânimes na avaliação de que o senador se reelege com facilidade. Como são duas as vagas, uma estaria irremediavelmente perdida para Osmar.

A outra vaga tem candidato fortíssimo, o governador Requião. É da tradição paranaense dar ao governador, por pior que seja, uma sinecura final de oito anos no Senado, dizem os marquetólogos palacianos, embora esqueçam naufrágios impávidos como o de Ney Braga em 1982.

Mesmo assim, sobram candidatos a senador. Além de Flávio Arns, que poderá tentar a reeleição embora ande pensando num mandato de deputado federal por outra legenda, temos o Ricardo Barros, do PP; Abelardo Lupion, do DEM; e Gustavo Fruet, do PSDB. Sem contar outro candidato do PT, que pode ser o Jorge Samek, diretor de Itaipu.

10 Comentários

  1. Realmente a eleição para o Senado vai ser uma briga boa.Requião vai ter muito trabalho para garantir a sua vaga no Senado.

    Att

    André Sobania

  2. Aquela que tá à esqierda do Omar é a filha do Bueno????????????? Será que vai se candidatar a suplente. De repente…

  3. Esqueçam. O cargo de governador continua sendo de Álvaro Dias. Apenas se ele decidir não entrar nessa. Caso contrário, leva o cargo.

  4. Não esqueçam que o PPS também terá candidato ao Senado. E de lá, virá uma nome muito forte. Aguardem e verão.

  5. Requião vai necessitar de imunidade parlamentar depois que deixar o governo, com certeza.
    Quem poderá impedir que isso ocorra é Osmar e Fruet para o senado.
    Restará para o Requião só uma alternativa: câmara federal.
    Outro da famiglia que vai precisar se esconder sob o manto do legislativo é o rápido no volante, seu sobrinho, João Arruda, que já está em campanha.

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