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Igreja critica ação de Lula para deter a crise

Documento da Igreja Católica intitulado Análise da Conjuntura, divulgado em congresso internacional em Indaiatuba (SP), critica a ação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva frente à crise econômica e diz que “Lula entregará ao seu sucessor ou sucessora um país em situação tão precária quanto a que recebeu.

A análise aponta que “o presidente continua dando força ao agronegócio e à mineração, sem atentar para os danos ambientais”, e que isso gerará “a crise ecológica” no país.

“Tudo se passa como se o aumento da produção para a exportação fosse uma solução e não um paliativo que adia a crise econômica, mas antecipa a crise ecológica, que é muito mais grave e que prejudicará mais os mais pobres do que os ricos”, diz trecho do texto de dez páginas assinado por padres e teólogos assessores da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Os religiosos indicam que a política industrial do governo “vai no sentido de favorecer a indústria automobilística, como se ela tivesse futuro”. A análise foi feita a pedido da CNBB para orientar bispos. Apesar disso, há um aviso que diz que “este não é um documento oficial da CNBB”.

4 Comentários

  1. Definitivamente ainda não será nesta crise que vamos aprender alguma coisa. Por que a igreja católica tem que dar opinião sobre crise financeira ou econômica, ou sobre qual é o futuro da indústria automobilística.
    Será que são conselhos para serem lidos na missa? seria melhor serem mais práticos: é hora de comprar ou vender carro? quem comprou carro financiado neste ano, continua pagando ou vende enquanto pode?
    Ou é conselho para deputados e senadores católicos?

  2. Por outro lado, a igreja católica pode ter bons assessores (suponho de economia), que podem estar cuidando bem dos seus fundos. Não li notícia falando que o banco do Vaticano esteja precisando de dinheiro. Convém ouvi-los então.

  3. NÃO EXAGEREM.

    O MAIOR CRIME ECOLÓGICO HOJE, OCORRE NA AMAZONIA COM AS QUEIMADAS E O DESMATAMENTO, QUE PRIMEIRO FAVORECE OS MADEIREIROS E ÍNDIOS.

    OS OUTROS VEM DEPOIS, COMO A EXPLORAÇÃO E DESTRUIÇÃO DOS RIOS E DA FAUNA, COM LANÇAMENTO DE MERCÚRIO PELOS MINERADORES AUTÔNOMOS.

    E O QUE DIZER DA POLUIÇÃO DO RIO TIÊTE (NAS BARBAS DE TODOS), EM SÃO PAULO, CUJO RIO HOJE NÃO CORRE, MAS ….SIM……ROLA PREGUIÇOSAMENTE E……..”PASTOSAMENTE”.

    E O QUE DIZER DO RIO BARIGUI E DEMAIS RIOS DA CURITIBA “ECOLÓGICA”, QUE RECEBEM DIARIAMENTE 60% DO ESGOTO DOMÉSTICO DE FOSSAS (DE COCÔ), PRODUZIDOS NOS LARES CURITIBANOS, DE NOSSA “CIDADE QUE AINDA RÍ”, OU MELHOR; “CIDADE SÓRRISOS”?

    VEJAM QUE AS ÁREAS DEMARCADAS EXCLUSIVAMENTE PARA OS ÍNDIOS, JÁ ENTRARAM NA DANÇA DO DESMATAMENTO, POIS OS CACIQUES ESTÃO VENDENDO A FLORESTA PARA OS MADEIREIROS. É UM GRANDE ESCÂNDALO QUE OCORRE, COM A PROTEÇÃO DA IGREJA, QUE DEVERIA FISCALIZAR ISTO, E ENTRAR NESSA PARA BARRAR A VENDA DE MADEIRA PELOS ÍNDIOS. VIDE QUE O ESTANCAMENTO DO DESMATAMENTO IMPEDIRIA A EXPANSÃO DESMEDIDA DO “AGRONEGÓCIO”. A IGREJA TEM QUE DAR SOLUÇÃO ECONÔMICA TAMBÉM, NUM PLANO DE “AGRO NEGÓCIO ECOLÓGICO SUSTENTÁVEL”.

    LINEU TOMASS,

  4. Luis Konig-Contenda Responder

    Não podemos esquecer que a Igreja católica é uma Instituição série com uma grande estrutura de participação dos fiés, com ampla liberdade para participar ou não, sem lavagem cerebral ou outros artifícios de coleta.

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