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Pedido de vistas adia votação de anistia para servidores públicos

Um pedido de vistas dos deputados Douglas Fabrício, do PPS, Nereu Moura, do PMDB, Reni Pereira, do PSB, e Valdir Rossoni, do PSDB, adiou a decisão sobre a mensagem governamental que pede anistia para servidores públicos, que entre 1º de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988, tenham sido despedidos, dispensados, demitidos ou exonerados por motivação política.

A pergunta continua. Quem Requião quer anistiar?

6 Comentários

  1. Eu assisti a reunião da CCJ e não tenho dúvida que se tem alguem que não quer que esse projeto ande são os deputados que pediram vistas. Caso eles não solicitasse teria sido aprovado e estaria em condições de ir ao plenário.

  2. Acorda Juvenal.
    Se pediram vistas é logico que não querem aprovar sem melhores explicações.

  3. Página negra na história da administração pública do Paraná.
    Perseguições de cunho político ideológico aconteceram. Antes da anistia, deveríam ser apontados os autores de atos de desumanidade contra servidores públicos.
    Eles, como se proprietários vitalícios do poder,
    extrapolaram com cinismo e mediocridade os limites de suas vontades cruéis.
    Em nome de uma falácia. Destruíram carreiras profissionais, pais e famílias.
    Desnortearam a cultura. Desmontaram serviços notadamente na agricultura. Depois, foram embora. A Erundina, em São Paulo, ao que parece acolheu alguns.
    Não há como esconder, que esta atrocidade, abafada pelo medo, houve sob o comando do primeiro escalão do governo de José Richa.
    Anistia aos perseguidos porque eram “pelegos” do Ney Braga e da “burguesia”, mais do que justa, serve ainda de consolo e de espelho a ser colocado nos portais dos palácios, ainda hoje.

  4. Quais os critérios da anistia? seriam analisados caso a caso, separadamente?
    Motivação política, é muito complexa.
    Ex-funcionarios “infiéis” que se redimiram?
    Está cheirando a campanha política, é óbvio.
    Coisas do Requião que “necessita” de mandato a partir de 2010, para ter imunidade.

  5. A proposta de anistia em andamento é absolutamente ilegal e inconstitucional. O texto apresenta como fundamento um dispositivo da Constituição Federal prevendo anistia cuja competência é EXCLUSIVA da União segundo o prórpio artigo e inciso (21, XVII). Aliás, a anistia já foi concedida por quem de direito e a matéria encontra-se regulamentada em Lei Federal. Pretende-se, na verdade, com esta medida ilegal, REINTEGRAR aos quadros de servidores do Estado, algum apaniguado ou amigo do Rei.
    Não vai colar. Primeiro que é ilegal, segundo que ANISTIA não se presta para tal fim e, em terceiro lugar, se a maioria bovina da Assembléia aprovar, a OAB fará o questionamento judicial e derrubará a lei viciada. É uma questão de tempo.

  6. Depois, esse projeto é inconstitucional.
    Somente a União pode legislar sobre anistia.
    Fim de papo.

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