Uncategorized

A polêmica “caixinha” da Câmara de Curitiba

joao-claudio-derosso2

Os vereadores de Curitiba querem fazer uma caixinha com o dinheiro que sobra do orçamento anual e é devolvido à prefeitura. O projeto que cria o Fundo Especial da Câmara já foi aprovado em primeira discussão.

Segundo o presidente da Câmara, João Cláudio Derosso (foto), não deve ser fixado um porcentual a ser devolvido. Ele disse que se sobrarem R$ 2 milhões, por exemplo, a Câmara pode reter R$ 1 milhão, dependendo de uma conversa com a prefeitura. O dinheiro da “caixinha”, segundo Derosso será usado apenas em obras estruturais da Câmara.

O certo é que os gastos ficariam fora da previsão orçamentária o que pode dificultar a fiscalização destes recursos. Ouça a entrevista de Derosso à repórter Aline Castro da Band News FM:

Ou clique aqui para baixar o arquivo em formato mp3.

9 Comentários

  1. Em Curitiba tem caixinha , quem cuida e quem vai se benificiar não se sabe.
    Hoje vão ser diplomados os petralhas de Colombo infelismente.
    sou contra reeleição, reforma politica já

  2. “Obras estruturais” na Câmara. Tá bom. Só se for o calabouço pra prender esses PICARETAS

  3. Divulguem esse valor, quanto é… depois publiquem quanto foi gasto e como foi gasto… e apresentem os comprovantes.
    Democracia é isto, pois tal recurso provém essencialmente do bolso de trabalhadores.

  4. Vigilante do prtão Reply

    Notícia velha. Caixinha na C.M. tem faz anos. KKK
    Estão legalizando agora. KKK

  5. Será que o dinheiro será usado para “obras estruturais” na Sapolândia, para abrigarem mais famintos nos dias de risoto? Hahahaha… Porque para o povão, nada, né???

  6. Muito fácil de resolver. Quem trabalhou em administração pública sabe que aquela verba não gasta dentro do exercício além de retornar à origem contribuirá para que no exercício aquela dotação venha diminuida. Simples, pois não? Que façam a tal “caixinha” mas no próximo exercicio a dotação da Câmara virá diminuida da importância apropriada. Além, é claro, de um forte controle fiscalizatório dessa verba que ficou. Todo cuidado é pouco.

Comente