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Protesto em Curitiba contra os ataques de Israel a Gaza

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Hoje de manhã um grupo de quase 300 pessoas caminhou da Praça Santos Andrade até a Boca Maldita, em manifestação contra os conflitos que ocorrem na Faixa de Gaza.

O grupo era formado inicialmente por membros das comunidades árabes e palestinas, mas a eles se uniram militantes socialistas do PCB e do PSol, manifestantes com camisetas do Hamas e do Hezbollah, e até pessoas que carregavam sapatos em homenagem ao jornalista iraquiano que atirou sapatos em George W. Bush.

O protesto acabou com a bandeira de Israel sendo queimada.

Foto: Guilherme Artigas

21 Comentários

  1. Estou de pleno acordo com esse movimento, tem sim que terminar essa guerra que Israel começou, eles estão agindo como os nazistas (Vamos Exterminar os Palestinos), e a ONU não tem mais poder algum, a judeuzada faz o que quer e o mundo fica olhando. Aqui em Curitiba quando eles estão em festa, a rua Angelo Sampaio no Água verde é fechada, pela polícia militar eu tenho que dar uma volta a mais para chegar em casa. A onde está o meu direito de IR e VIR, tem que terminar com esses absurdos dos chamados coitadinhos dos judeus. Eles são os primeiros a explorarem o poder Ecônomico no Mundo. Fora Israel, Fora Judeuzada e Paz na terra.

  2. ISRAEL, O MAL DO SÉC Responder

    Israel protagoniza a maior violência com a conivencia das potências, aceitando tamanha brutalidade contra os palestinos. E por fim ainda posam de vítimas.
    Quando voltamos na história, não deveriamos ser tão severos com Adolfo Hitler que já pressentia o mal, pois, o Estado de Israel implanta o holocausto contra o povo palestino, e ninguém faz nada, assistem como se fosse normal ou a banalização dos direitos humanos.
    Talvez esse seja o momento do mundo árabe se manifestar de forma contundente, varrendo esse povo da face da terra.

  3. Frederico Giusti Responder

    Sobre o massacre que Israel está fazendo com a população civil da Faixa de Gaza: Há alguma semelhança com a tomada de Varsóvia pelo exercito Nazista? Lá ainda eles infileiravam as pessoas para irem aos campos de concentração. Agora, em Gaza, fuzilam até crianças depois de terem fuzilados os pais. Ainda bem que há TV ao vivo para sabermos das atrocidades. Antigamente não tinha e assim foi possível inventar umas estórias, contadas pelo Spielberg, cujo sobrenome do “mestre da ficção” não se confunde qual a origem!

  4. Atrás, na foto, de camisa branca, é o Prefeito de Piraquara, o patrício Gabão, não é?

  5. Pompeu de Toledo Responder

    Caros, é claro que a solução não está em se matar crianças e inocentes, porém o grupo armado do Hamas e do Hezbollah também não tem o direito de matar inocentes do outro lado da fronteira. Qual a solução ? bem a coisa é mais complexa, tanto é que a mais de 40 anos esses povos não conseguem chegar a qualquer acordo. O que fazer ? realmente não sei !

  6. antonio oliveira Responder

    Sou contra o que Israel está fazendo em Gaza. Sou contra a guerra. Entretanto, onde este pessoal estava quanto os grupos Hamas e Hezbollah jogavam seus misseis contra os israelenses. Ou será que isto não conta, assim como não contou para a humanidade quando Hitler aniquilou mais de 6 milhões de judeus, 120 mil Testemunhas de Jeová, 600 mil ciganos, 100 mil homossexuais e milhares de deficientes fisicos e mentais. O mundo, inclusive o Vaticano, também se calou na época, como se calou quando seis ou oito paises arabes se levantaram contra Israel na Guerra dos Seis Dias. Abaixo os Hamas da vida e a intolerancia dos judeus….

  7. É esse o povo de Deus ???É esse o povo eleito???O mesmo que se faz hoje se fazia desde a época do antigo testamento…massacres e mais massacres usando o nome de Deus para manipular o povo.Quem condena o Hamas e o Hesbolah tem a capacidade de explicar porque essas bombas são jogadas contra Israel.Quem é que eswta vivendo acuado e em condições desumanas???Até agora ninguém mencionou o que os Estados Unidos tem feito desde a criação do Estado de Israel…Só nos últimos anos o veto de mais de 40 proposições votadas na ONU para que Israel parasse com o MASSACRE. No meio de tudo isso PARABENIZO COM ORGULHO NOSSO PRESIDENTE POR TER SE POSICIONADO da forma como fez.

  8. Pega os judeus e os palestinos e instala todos da baixada fluminense, morros e favelas cariocas. Vão ficar com saudades do deserto da discórdia donde vieram.
    Essa birga não tem fim, é milenar, religiosa, étnica, economica, política, geográfica e principalmente, de interesses norte-americanos.

  9. Israel esquece o quanto sofreu sofreu com as perseguições e atrocidades ao longo dos anos. Agora age da mesma forma cometendo abusos, truculência e perseguição, tentando exterminar um povo pobre e carente. Como diziam na infância “vai procurar alguém de seu tamanho covarde”.

  10. Como fica brimo Beto Richa nesse confronto – Ele é a favor dos judeus ou palestinos….hummm como bom tucano acho que o negócio é ficar em cima do muro….

  11. Parece que o nível anda muito baixo por aqui. Defender matar um povo inteiro qualquer pelo motivo x ou y é ignorância, como já comentei. Queimar bandeira fica bonito pra esquerdinha, passa imagem de “revoltadinhos” contra Israel e EUA. Aos árabes temos que respeitá-los e esperar que finalmente reconheçam o estado de Israel. O povo palestino não merece um grupo armado que joga foguetes em Israel do meio de áreas residenciais, e covardemente fogem quando as bombas vem em resposta. Usar crianças e a ONU como biombo é pura covardia do Hamas, uma pena para o corajoso povo palestino, que não pode mais ser massa de manobra do eixo do mal (Siria, Iran).

  12. Tanto quanto eu saiba,não foi Israel quem começou a atacar o Hamas. Isso vem de algum tempo atrás, e o Hamas todo santo dia dava um jeito de jogar uns mísseis sobre território israelense.

  13. Acho que todos no mundo deveriam ser contra os judeus pelo o que estão fazendo, faz mais de 4 meses que os palestino estão em prisão domiciliar, os judeus fecharam as fronteiras para entrada de comida e remedio, maior sacanagem, tão querendo descontar o que Hitler fez na segunda guerra, agora penso imagine se não tivesse acontecido a segunda guerra mundial, o mundo com certeza não existiria mais.
    Eu não compro mais em loja de judeus, acho que eles só vão parar de fazer isso quando ver que o povo deles no mundo estão sofrendo represalias, e não precisa ser igual eles na represalia matando os inocentes, o negocio é mexer no que eles mais amam no mundo o $$$$, vamos todos parar de comprar de judeu.

  14. A historia começa assim !
    Você tem uma casa grande e seu primo não tem , você dá uma quarto para ele morar , mas o seu primo que se chama José casa e vocês continuam com suas vidas você seus filhos cada um com seu quarto daí nasce o filho de José e ele pega o quarto de seu filho como ele e seu parente você faz uma divisão dos quartos dois quartos para seu primo e três quarto para você justo pois você era o dono do imóvel passa o tempo e seu primo tem mais filhos e quer mais um quarto .
    O que fazer você quer guardar o quarto para seu próximo filho ou neto e a briga esta feita , quem tem razão?
    O que eu posso dizer e que em briga de família não devemos tomar partido pois depois eles se acertam e nos que nos intrometemos e que somos culpados por dar opiniões , mesmo sendo certas.
    Essa guerra vai passar a guerra dos cem anos fácil fácil , o que eu posso fazer e não incentivar manifestações politiqueiras só para aparecer na mídia no caso de partidos políticos .
    Manifestação pela paz devemos fazer sempre, mas sem tomar partido , pois não conseguimos nem solucionar nossos problemas aqui quem dirá o dos outros.
    Zé Ninguém.:

  15. Como é bom ver a bandeira do velho Partido Comunista Brasileiro -PCB , tremulando pelas ruas, em menos de um mês o PCB de tantos militantes históricos,volta as paginas da imprensa.De norte a sul é no país inteiro viva o partido comunista brasileiro.

  16. Bom, estudem o antigo nome do PPS antes…
    E Luciano seu comentário teria outro contexto se modificasse “judeus” por israelenses. Judaísmo é uma religião, Israel um país. Existem muitos árabes e cristãos israelenses, assim como muitos judeus que não seguem mais todos os hábitos de sua religião.
    Pode ter opinião contrária a minha e descer a borduna em Israel, só não seja racista e antisemita.

  17. Os comentários gravam o IP e não são tão anônimos assim. Antes de escreverem bobagem racista (de cor, religião, etc) sobre QUALQUER UM pensem nisso.

  18. São Paulo, quarta-feira, 07 de janeiro de 2009 Folha de S. Paulo mundo
    artigo

    Israel querer sobreviver é proporcional ANDRÉ GLUCKSMANN

    Diante de um conflito, as opiniões se dividem entre os incondicionais, as pessoas que decidiram de uma vez por todas quem está certo e quem está errado, e os circunspectos, as pessoas que julgam cada ação como oportuna ou inoportuna de acordo com as circunstâncias.

    O confronto em Gaza deixa antever uma ponta de esperança, apesar das imagens de choque. O fanatismo dos incondicionais parece ser minoritário. A discussão entre os israelenses (era este o momento de agir? até que ponto?) se desenrola como é comum em uma democracia. O que surpreende é que um debate semelhante parece começar entre os palestinos e aqueles que os apoiam, a ponto de Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina, ter ousado imputar ao Hamas, com a ruptura da trégua, a responsabilidade inicial pelo sofrimento dos civis de Gaza.

    As reações da opinião pública mundial -a mídia, os diplomatas, as autoridades- é que infelizmente parecem defasadas. É importante enfatizar a palavra que mais se ouve entre os adeptos de uma incondicionalidade de terceiro tipo, os que condenam a reação de Israel como “desproporcional”. A condenação a priori do excesso judaico regula o fluxo das reflexões.

    Consulte o dicionário: “desproporcional é aquilo que está fora de proporção” -seja porque não existe uma proporção, seja porque esta se vê rompida.

    É a segunda acepção que é utilizada para fustigar os israelenses. Subentende-se que existe um estado normal do conflito entre o Hamas e Israel e que a belicosidade israelense o desequilibra, como se o conflito não fosse, como todos os conflitos sérios, desproporcional desde a origem.

    Qual seria a proporção justa? O Exército israelense não deveria usar sua supremacia técnica e se limitar a empregar as mesmas armas do Hamas – a guerra com foguetes imprecisos, ou a guerra dos atentados suicidas, da escolha deliberada da população civil como alvo? Ou Israel deveria simplesmente esperar com toda paciência até que o Hamas, graças à assistência do Irã e da Síria, pudesse “equilibrar” seu poder de fogo?

    A menos que se deva levar em conta não apenas os meios militares, mas os objetivos almejados. Porque o Hamas, ao contrário da Autoridade Palestina, se obstina em não reconhecer o direito do Estado judaico a existir e sonha com a aniquilação de seus cidadãos, será que Israel deveria imitá-lo em seu radicalismo e promover uma limpeza étnica?

    Não é possível trabalhar pela paz no Oriente Médio se não escaparmos às tentações da incondicionalidade, que perturbam tanto os fanáticos extremistas quanto as almas angelicais que concebem uma “proporção” ilusória.

    No Oriente Médio, a luta não gira em torno de fazer respeitar a regra do jogo, mas sim de estabelecê-la.

    É possível discutir a oportunidade de iniciativas militares ou políticas sem com isso supor que o problema estará resolvido com antecedência pela mão invisível da boa consciência mundial. Querer sobreviver não é desproporcional.

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    ANDRÉ GLUCKSMANN é filósofo. Este artigo foi publicano no “Monde”

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