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Governo Lula amplia o Bolsa Família

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Depois de anunciar cortes no orçamento, o governo Lula decidiu ampliar o acesso à parcela variável do programa Bolsa Família. A decisão ainda precisa ser formalizada nos próximos dias. Atualmente, para ter acesso ao benefício variável, que é de R$ 20 por dependente, a renda per capita da família pode ser de, no máximo, R$ 120. O governo resolveu reajustar esse valor para R$ 137.

O impacto no orçamento será de aproximadamente R$ 549 milhões, o que elevará os gastos do governo com o programa para cerca de R$ 11,9 bilhões. O benefício variável é um acréscimo feito ao valor mensal que cada família recebe do programa por cada dependente.

O reajuste levou em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e o fator de vulnerabilidade de renda, calculado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O valor da parcela não deve ser reajustado.

Cada família pode receber, no máximo, três benefícios variáveis (R$ 60). O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) informou ainda que 1,3 milhão de famílias devem ser beneficiadas neste ano pela mudança.

Segundo o ministério, 300 mil famílias serão atendidas em maio pela nova regra, outras 500 mil passarão a receber o benefício em agosto e mais 500 mil integrarão o Bolsa Família em outubro. As famílias já fazem parte do cadastro único do governo federal, de acordo com o MDS. Não está definido quando a nova regra entra em vigor.

A decisão foi tomada numa reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

9 Comentários

  1. Investimento na área social, por que quando se trata de beneficiar os mais pobres tem gente que se preocupa com aumento de despesas do governo?
    Engraçado, toda a ajuda que os bancos estão recebendo por causa da “crise” (que eles mesmos criaram) não tem recebido protestos.

  2. agentenãoquersócomid Responder

    A questão principal seria analisar se os recursos destinados às famílias de menor poder aquisitivo seria uma meio de mascarar a desigualdade social.
    Quando ouvimos discursos políticos, é como se vivessemos no mundo irreal, na ilha da fantasia. As pessoas precisam de se capacitarem, oportunidades, redução da carga tributária, pois, onde já se viram um país mais rico e abençoado, ao mesmo tempo tão pobre, quase toda riqueza concentrada nas mãos de meia dúzias, no entanto, os políticos fazem do assistencialismo, da esmola, uma forma de buscar um terceiro mandato.
    A gente não quer só comida, queremos dignidade, pobre também tem orgulho.

  3. Claro que é um investimento “social” etc.
    Entretanto há o lado de formação de uma mentalidade popular clientelista.
    Nada contra, em relação ao mérito mas com relação à forma.
    Por outro lado vem aí bilhões para trabalho temporário, em véspera de eleição (2010).
    É preciso pensar mais em soluções sutentáveis.
    Com tudo isto, penso, Lula só sai se quizer.

  4. Lá vem o Lula com sua dosinha homeopática de compra de voto à custa do dinheiro público e da ignorância endêmica e sem saída do povo sofredor. Em vez de colocar instrumentos educacionais de qualidade para ensinar o povo a pescar o seu futuro, Lula concede-lhe um peixinho a mais para mantê-lo na seva. É o feudalismo tupiniquim petista, medíocre mas escravisador. Não é por manos que vamos conquistar mais um campeonato – 1,8 % de crescimento no proximo ano.

  5. Promessas e mais promessas e só o lula marolinha da silva sabe fazer. . Isso será para o pagamento de maio/09 , muita água vai correr até lá mas para tirar o foco da crise o presimente faz qualquer negócio. Não esqueçamos que lula é puro marketing.

  6. Concordo que há um deficit social muito grande e a fome tem pressa. Mas, realmente, o que se faz em paralelo para que essa medida seja temporária?
    Nada.

  7. É Jango mas temos que concordar que os donos de Montadoras de Automóveis, Agricultores e Banqueiros, tem instrumentos educacionais de primeiro mundo e quando pedem socorro ao Governo são de BILHÕES e dai a classe média não faz manifesto nenhum para protestar por esses abusos e quem na verdade paga essas contas são as demais classes produtivas ou seja geralmente comercio e industria..Eu como pequeno comerciante tenho um negócio de risco como os banqueiros, as montadoras de autómoveis e agricultores, mas quando me aperto tenho que me virar sozinho não tenho a mão amiga de governo nenhum e acho que os demais também teriam que assumir os seus riscos sozinhos.

  8. O governo ajudar grandes corporações e os miseráveis é a mesma questão social, desde que, veja bem, desde que os mecanismos sejam claros e transparentes e os compromissos entre as partes sejam temporários e acima do clientelismo eleitoral.
    Ajudar o menos favorecido com dinnheiro e capacitá-lo à oportunidades empregatícias ou previdenciárias, está certo.
    Assim como ajudar uma grande corporação, da qual depende, inúmeros funcionários também é certo, desde que está se comprometa a manter ou ampliar as ofertas de emprego como contra-partida. Como a teoria é bela!

  9. Ei lulinha paz e amor, cade a marolinha? Você acordou agora? Pretende governar o pais a custo as custas da classe média distribuindo cestas basicas? Você é meso um tremendo cara de pau, alias você e todos os petistas deste pais. So mesmo em paises sub desenvolvidos pra ver uma “coisa” desta porque em pais desenvolvido caras tipo Lula e outros, jamais chegariam sequer a ser vereador. Alo brasileiros que tem cultura e bom censo, vamos exigir pelo menos o primeiro grau dos politicos.

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