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Fazenda Rio Grande cancela aterro sanitário

A Prefeitura de Fazenda Rio Grande sustou uma declaração e cancelou uma certidão que autorizava a implantação de um aterro sanitário no município. Tanto a declaração quanto a certidão foram emitidas durante a administração passada. A Prefeitura da cidade alega que faltam mais estudos e informações sobre este novo aterro, que não tem relação com a proposta do Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos, que agrega 17 municípios da Região Metropolitana.

A proposta do consórcio, que inclui Fazenda Rio Grande, é de um modelo inovador e de menor impacto ao meio ambiente, já que prioriza a utilização do lixo como matéria prima para outros insumos ou energia, acabando com o conceito de aterros sanitários.


Ontem, estava marcada uma audiência pública para expôr como funcionaria o aterro sanitário, de iniciativa particular. Mas para a Prefeitura de Fazenda Rio Grande, essa audiência perde seus efeitos perante a municipalidade após a sustação e cancelamento das declarações e certidões. A audiência pública foi chamada pelo Instituto Ambiental do Paraná.

“Não entendemos o porque de uma obra dessas neste momento”, disse o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente (Caopma), o procurador do Ministério Público do Paraná, Saint-Clair Honorato Santos, a respeito de intenção de se querer implamtar um novo aterro sanitário na RMC. “Somos absolutamente contrários aos aterros sanitários”, disse Saint-Clair, em entrevista ao Jornal do Estado, na terça-feira passada.

Modelo ultrapassado — Desde que o Aterro da Caximba foi implantado, várias autoridades discutem o seu real valor. Atualmente, há uma concordância de que se deve buscar outra foram de depositar o lixo das cidades. Foi por isso que o Consórcio foi montado. A intenção é tratar o lixo de 17 municípios membros em uma usina, que vai aproveitar quase tudo que for recolhido, diminuindo sensivelmente o impacto apo meio ambiente.

14 Comentários

  1. A grande verdade é que ninguem quer cumprir a lei estadual de resíduos (lixo). Todos os prazos estão vencidos. Todos discordam entre si, e não é de hoje, todavia, ninguém (destas todas autoridades envolvidas) é chamada à responsabilidade pelo não cumprimento da lei e pelos gravames que possam ser causados à sociedade. Resta perguntar o que há por trás de todo este cenário de incompetência.

  2. Muito bem! Excelente iniativa do preefito Chico Santos de FRG. Nossa cidade precisa de “Indústrias Limpas”. Parabéns.

  3. O PREFEITO CHICO SANTOS QUER O ATERRO NO PASSO AMARELO, ESSE ATERRO É DO BETO RICHA, ELE QUER TRAZER AQUI PARA A FAZENDA RIO GRANDE!!

  4. Também faltam estudos e informações sobre a proposta do Consórcio Intermunicipal do Lixo. O projeto, chamado SIPAR, só tem viabilidade com a garantia de ampliação do volume do lixo.

    É na concentração, em um único local, de todos os resíduos urbanos gerados nos 16 municípios que está a fonte de lucro pretendida pelas empresas licitantes. Até aí… compreensível…

    Mas, por que em Fazenda Rio Grande? O local que querem está dentro da Fazenda Experimental da PUC. É muito próximo de aglomerações urbanas. Está dentro da pequena área rural de FRG. Está dentro da bacia do Rio Despique. As ruas de acesso não comportam os 350 caminhões diários previstos (tem escolas no caminho, não tem calçadas, tem bairros populosos, a rua é estrita e o percurso é longo).

    Por que em Fazenda Rio Grande? Acabamos de receber de braços abertos a instalação da Mate Leão. Os pequenos agricultores já estavam se preparando para plantar erva mate e demais folhosos para fornecer à Mate Leão. Só que a área pretendida está no coração da região agrícola de FRG. A água vai ser contaminada. A instalação de um complexo produtivo de bebidas e alimentar será destruída.

    Então, por que em Fazenda Rio Grande???

  5. Existem dois lixões para serem instalados aqui na Fazenda.
    O primeiro trata-se de um lixão de resíduos industriais que poderá receber lixo, além daquele produzido na região metropolitana, o de São Paulo e até lixo radioativo. Esse lixão fica a cerca de 200 metros da zona urbana e tem como sócio o ex-prefeito Antonio Wandsheer. Foi esse que o Chico Santos “desautorizou” com a medida noticiada pelo Fábio.
    O segundo trata-se do lixão do consórcio da região metropolitana de resíduos domiciliares (lixo doméstico) e que substituirá o aterro da caximba. Esse lixão o Chico Santos está sendo obrigado a engolir diante ao seu compromisso pré eleitoral feito com o Beto Richa e o deputado Chico Bier. O local que querem instalar fica na fazenda experimental da PUC junto as nascentes dos rios onde é feita a captação de água para a cidade.
    A instalação de lixões na Fazenda é a alternativa mais barata para os empresários, porém é a cidade que menor condições oferece, vez que tem território muito pequeno, possui 12% da população da região metropolitana e 8% do território.
    Mas sabe o que pensam os políticos e empresários? Mandem p/ Fazenda mesmo, lá só tem pobre!!!
    Estamos de olho.
    Se o lixão fosse coisa boa, os moradores da caximba acolheriam o novo aterro.

  6. Se é na fazenda da PUC, qual motivo de alarde. A fazenda já impactou a área com a seus experimentos. Lembram do resultado da fazenda experimental do IAPAR no parque de Vila Velha. Infestou o parque com pinnus e outras porcarias extrangeiras. Então, melhor uma indústria controlada do que uma fazenda sem controle.

  7. Eu moro aqui proximo, deixem o lixao na caximba,ampliem mais e usem tecnologia .Estive no Japao e nunca vi um lixao daquele jeito do caximba.Nao adianta mudar de lugar ,e sim continuar onde esta e ser tratado com responsabilidade para nao agredir o meio ambiente.Espero que o beto richa eo prefeito da fazenda optem por isto.Quem vai querer pagar o pedagio e ficar horas atras de caminhoes de lixo que nao passan dos 50 km,mais otransito que vai acumular com os moradores.e acabar com verde daqui.tem que acionar o ibama.

  8. Sou estudante da area , porem atualmente estou na europa complementando meus estudos. estou acompanhando diariamente o que se passa com a situaçao do Aterro , e em uma breve analise concluo: Sao maiores os contras do que os pros a favor da implantacao do aterro em faz rio grande, uma vez que a area definida nao é ideal para a implantaçao de um aterro, quem conece um pouco sabe que esta muito proximo de area urbana, é uma regiao de nascentes, agricultura, e pra finalizar desapropriaria uma area de ensino e pesquisa. Tudo bem, que existem tecnologias que sanariam todos esses problemas mas todos sabemos que esta nao é a realidade atual dos aterros brasileiros. Esta nitido que a implantaçao do aterro em Faz Rio Grde é uma jogada politiica que se iniciou no mandato de Antonio Wandcher e agora continua com um acordo firmado entre Beto Richa e Chico Santos. é preciso entender que a soluçao pros residuos solidos urbanos nao é minimizar a distancia da fonte até o destino e sim procurar sintonizar tecnologia e meio ambiente de forma a impactar o minimo possivel em uma area que tenha possibilidade de sustentar a geraçao durante anos sem causar prejuizos ao meio ambiente e ao meio biotico, o que nao é o caso de fazenda rio grande. Se nos EUA e Europa, os residuos sao transportados por mais de 150 Km até um destino adequado e duradouro, pq no Brasil , que tem como principal transporte modal o rodoviario nao podemos fazer o mesmo??? Nao podemos deixar acontecer o q aconteceu com a caximba, uma area mal planejada, em fase de crescimento urbano escolhida so pq é proxima da capital.

    Abraçs

  9. VAMOS DENUNCIAR TUDO Responder

    JÁ NÃO BASTA O CEMITÉRIO DO DEPUTADO COMPROMETENDO O LENÇOL FREÁTICO? E TUDO O QUE EU IA DIZER O HERÓI KHUM EXP´LICOU DE FORMA FORMIDÁVEL, PARABÉNS, ESTOU CONTIGO

  10. No dia 05/03/2009, a PUC realizou Seminário em Fazenda Rio Grande discutindo impactos ambientais de um possível Mega-emprendimento do lixo na região.
    A Dra. Patricia Raquel, professora, tratou da questão das mudanças de paradigmas na gestão de resíduos sólidos urbanos, alertando sobre o perigo dos resíduos de alto risco, que muitas vezes são produzidos dentro da casa do cidadão.
    O Dr. Carlos M. Garcias questionou a tese em voga: “Me dá o lixo que eu resolvo!”, afirmando que gerar grandes usinas, concentrando o lixo, não é necessário.”
    O professor Carlos Garcias leventou séria preocupação relacionando as taxas de crescimento populacional de Fazenda Rio Grande versus mega-empreendimento do lixo. Segundo ele, a cidade cresce a taxas de 11% ao ano, expandindo-se horizontalmente. Desta forma, em 7 anos, haverá o dobro da população. Em 14 anos, o dobro do dobro. Portanto, não haverá espaço para acomodar a população sem que seja ao redor do lixo.
    O professor Ediberto Moura falou sobre as perdas que Fazenda Rio Grande terá, bem como sobre as perdas para a Fazenda Experimental da PUC. Com relação à area destinada para acomodar o lixo, a previsão é de perda de 32% de lavoura, 20% de florestas preservadas (reserva legal), além do prejuízo patrimonial, científico e ambiental com a perda de importantes parcerias para projetos da Universidade.
    Representando o prefeito muncipal, falou o Diretor de Meio Ambiente, professor Maurício, o qual afirmou que a prefeitura está estudando a proposta, mas não tem opinião formada.
    Segundo o professor Leslie, participante do Fórum de cidadania regional contra o aterrão, a idéia de um mega-empreendimento é uma idéia fadada ao fracasso. Segundo o professor, “a crise mundial atual decorre da falência das grandes corporações, que se mostraram ineficazes, vorazes, e sem transparência. A solução passa por pensar em soluções localizadas, a partir da execução de emprendimentos menores, que causem menor impacto ambiental, partindo do princípio de que o problema do lixo deve ser resolvido a partir de onde foi gerado. A solução única apresentada pelo Consórcio prioriza uma visão capitalista, colocando o lucro como prioridade, pondo em risco a segurança e a saúde de milhares de pessoas. Enfim, (conclui o professor Leslie), se o projeto do Aterrão se viabilizar, cometer-se-á um crime com a cidade ou o bairro que o receber.”
    Postado por Fazenda em Movimento às 18:04 0 comentários

  11. Read Aued Guirar Responder

    Aterro sanitário é atraso na implantação definitiva da coleta seletiva e reciclagem obrigatórias na mesma proporção da vida útil do aterro.
    Aterro sanitário é coisa dos meados do século passado. Anacrônico. Não serve aos interesses do Homem, só aos interesses dos capetas.

  12. pois entao tudo como sempre.,,promete ;/.promete.;,e promete;.,mais nunca cumpre;.,so estao enteressados no salario e nas regalias e so isso ;.,;nao adianta falar em dar um basta nem um chega pois isso nunca vai acabar;.,;.,povo inocente e sem cultura sempre vota no errado;.,;.no caso no capitalismo e nao socialismo;/.;.,deixo aqui mais uma de bilhares de reclamaçoes pois nao adianta reclamar temos que engolir tudo com farinha ;.,; e daqui 4 anos mais farinha;.,;.,e daqui 8 anos mais farinha.

    para meu querido prefeito…atencioso

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