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Juízes do Paraná pedem revisão salarial

miguel

Os juízes do Paraná pedem a revisão dos valores dos salários pagos aos magistrados em início de carreira. A Associação, que representa a categoria no Brasil, ingressou com seis Ações Direitas de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal questionando as leis estaduais que estabelecem pisos menores do que os previstos pela Constituição Federal.

No dia 3 de março, os presidentes das associações se reúnem em Brasília para debater o assunto. Segundo o presidente da associação dos magistrados do Paraná, Miguel Kfouri Neto (foto), um juiz substituto recebe R$ 14.507 no Paraná. Com os descontos, este valor vai para R$ 8 mil.

“É preciso equiparar a remuneração dos magistrados do Paraná em três níveis, como acontece em âmbito federal, e não mais em cinco níveis como ocorre hoje no estado”, explicou Kfouri em entrevista à Band News FM. Ouça:

Ou clique aqui para baixar o arquivo em formato mp3.

6 Comentários

  1. então eles julgam apenas um a cada quatro processos, mas isso eles não pensam em mudar. já quando o assunto é salário, todo mundo se coça.

  2. Se o Judiciário se esforçar só mais um pouco logo se equivalerá ao Legislativo, onde habitam os parasitas da sociedade.

  3. SYLVIO SEBASTIANI Responder

    Tem profissões que precisam receber bons salários: Magistrados, Policiais e Médicina em geral. Para não se corrromperem e terem zêlo com os pacientes. ELES CUIDAM DE NOSSAS VIDAS !

  4. Sinceramente?

    Oito contos é um salário bastante decente para alguém em início de carreira.

    Em meu escritório particular de advocacia, em mês algum tive faturamento superior a R$ 14 mil. Isso antes de descontadas todas as despesas operacionais (que não correm à custa do Estado), e os impostos (ah, os impostos! IPTU, ISS, INSS, IRPF, anuidade da ordem e o escambau!).

    Acho que em meses MUITO bons, o faturamento líquido do escritório alcançou o salário de um magistrado em início de carreira.

  5. Estão insatisfeitos com os vencimentos? Que larguem mão de ser frouxos, e peçam exoneração!

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