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Maristela Requião muda nacionalidade do pintor Van Gogh

vangogh

O Museu Oscar Niemeyer, dirigido pela mulher do governador Requião, Maristela, anuncia nova exposição em texto publicado pela agência estadual de notícias, a oficial. Não faltou quem percebesse o erro crasso cometido ao apresentar Van Gogh como francês. Van Gogh (foto) nasceu na Holanda e não é ícone (?) francês. Veja o texto da apresentação da mostra:

“Um diálogo entre a paisagem européia e mexicana é a proposta da exposição. Inéditas em Curitiba, as 72 obras provenientes da Coleção do Museo Soumaya, do México, se convergem em estilos, técnicas, sensibilidades e interesses. Os trabalhos exibem os variados enfoques na abordagem do tema, do século 16 ao século 20. Entre eles estão desde os antigos mestres europeus, como Lucas Van Gassel e Pieter Brueghel, até ícones franceses, como Monet, Renoir, Degas, Van Gogh, e ainda o célebre paisagista mexicano José Maria Velasco.”

34 Comentários

  1. Quanto à rateada na máquina de pensar de alguém na Secretaria de Cultura, vale lembrar que Heidegger conseguiu seu doutorado em filosofia ao discorrer sobre o tantan, o tambor africano utilizado ainda hoje como meio de comunicação entre aldeias. É o chamado telégrafo da selva.
    Por que estou dizendo isso? Simples: nesse meio intelectualóide, de gente metida a pensar que sabe alguma coisa, volta e meia aparece uma barbeiragem como essas de citar Van Gogh como ícone francês. Pode ser que o autor do texto tenha querido se referir ao fato de que Van Gogh era mais venerado na França do que no seu país de origem, a Holanda.
    Explica, mas não justifica. Que a Secretaria de Cultura faça o dever de casa e bote seus funcionários para aprender tudo de novo.

  2. Vicente Ferreira Responder

    É a melhor diretora de OSCIP e museu DO BRASIL! Quem sabe ela aprende onde nasceu Van Gogh. Mas, justiça seja feita, será que não é o tal do Benedito que redige?

  3. Govêrno cercado de incompetência resulta nisso, erros crasso para não dizer acadêmicos.

  4. É por isso que a Cultura do Brasil não vai pra frente. Botam cada figura para cuidar da Cultura que ela vira “Curtura”. Mandem esta mulher pilotar fogão que tem só seis bocas e é fácil de contar. Alias pilotar fogão é o que ela nunca deveria ter deixado de fazer. Qual o currículo desta pessoa ???

  5. aristides athayde Responder

    Prezado Fábio,

    Em que pese ele ter nascido na Holanda, desenvolveu todo seu estilo por influencia da atmosfera vibrante do Montmatre. Van Gogh é Holandês mas sua obra é, sem dúvida, francesa. O diálogo de Van Gogh e Gauguin, por exemplo (pictórico ou oral) é um dos grandes momentos das artes plásticas mundial. Discutir “nascionalidades”, por sinal, perde o sentido ao discutirmos figuras universais. Ou seria Gandhi sul-africano? Gardel uruguaio? Cleópatra Grega? Colombo Italiano? Santos Dumont Francês?…

    Aristides Athayde

  6. Quem leu a história de Van Gogh sabe que Van Gogh nasceu na Holanda mas se radicou na França, pois foi em Montmartre, Paris, que desenvolveu toda sua carreira de pintor, onde, ao lado de Gauguin transformou-se no artista mais consagrado do expressionismo. Também foi na França que ele morreu, aos 37 anos. Então, não acho tão errado listá-lo ao lado dos artistas franceses…

  7. Aliás, o depostazinho falido do Canguiri deveria se espelhar no que faz a família Sarney no Maranhão e mudar o nome desse museu para Museu Requião de Mello e Silva, ou Museu Super Maristela, ou Museu Vovó Naná, ou ainda, Museu Melhor Secretário de Educação do Planeta e Melhor Conselheiro do TC, Mauricinho.

  8. e ainda dizem que a família de requião tem competência para figurar em cargos públicos.

  9. Criticar é fácil…

    Em março de 1886, Van Gogh mudou-se para Paris, onde dividiu um apartamento em Montmartre com Theo. Depois, os dois mudaram-se para um apartamento maior na Rue Lepic, 54. Por alguns meses, Vincent trabalhou no Estúdio Cormon, onde conheceu os artistas John Peter Russell, Émile Bernard e Henri de Toulouse-Lautrec, entre outros.[1]Este último, alcóolatra, apresenta van Gogh ao absinto, bebida popular da ocasião, que viria a ser muito consumida pelo pintor, que a retratou em Natureza Morta com Absinto. O absinto possuía como principal ingrediente uma planta alucinógena de nome Artemisia absinthium e cuja graduação alcóolica era de 68%. O absinto, também conhecida como “fada verde” devido aos efeitos alucinógenos, foi responsabilizado por alucinações, surtos psicóticos e mesmo mortes.[3]

    Através de Theo, conhece Monet, Renoir, Sisley, Pissarro, Degas, Signac e Seurat. [1]

    Naquela época, o impressionismo tomava conta das galerias de arte de Paris, mas Van Gogh tinha problemas em assimilar esse novo conceito de pintura. Vincent e Émile Bernard começaram o uso da técnica do pontilhismo, inspirados em Georges Seurat.

    A partir de sua estada em Paris, Van Gogh abandona sua temática sombria e obscura de camponeses e suas obras recebens tons mais claros. São desta época os quadros Mulher sentada no Café du Tambourin, A ponte Grande Jatte sobre o Sena, Quatro Girassóis, os Retratos de Père Tanguy, entre outros.[1]

    Em 1887, conhece Paul Gauguin, e mais para o final do ano expõe em Montmartre. No próximo ano, decide mudar-se de Paris.
    Continua

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincent_van_Gogh

    (

  10. Ainda bem que meu lado não ficou em pinturas, porque este museu na mão da mulher do REIquion, ointa o sete a cada vez que o REi perde as estribeiras e descarrega na tradinha da mulher que troca as bolas, digo pinturas…

  11. Ele ser ícone francês não quer dizer que ele nasceu na França. Por favor vamos ler um livro de semiótica antes de falar asneira!

  12. Vicente Ferreira Responder

    Atahyde e Zapatinha: o Museu Van Gogh, em Amsterdã, deve começar a adquirir uma Carta de Puebla, novinha, depois dessa de vocês.. Por mais que tenha morado, ter amigos, adorado os crepes de lá, em momento algum o holandês pode ou deve ser considerado ícone francês. Da forma como esse Governo vai, vocês daqui a pouco vão querer reinventar a roda e dizer que ela veio de Marte. Por gentileza: MÍNIMO de bom-senso.

  13. Rafael

    Querer defender o indefensavel e complicado!
    Veja o texto: até ícones franceses, como Monet, Renoir, Degas, Van Gogh, ….
    Detalhe:
    Monet nasceu na FRANCA!
    Renoir nasceu na FRANCA!
    Degas nasceu na FRANCA!
    Van Gogh NAO NASCEU NA FRANCA!

    Realmente o texto nao fala q ele nasceu na Franca, mas induz ao erro!
    E para um figura competentissima como a Sra. Maristela Requiao comenter uma gafe como essa eh complicado!
    Quem nao tem competencia nao se estabelece!

    Governo requiao, o Rei dos Escandalos!

  14. Quando viveu em Paris, Van Gogh morou próximo ao prédio onde Requião e Maristela compraram e tem até hoje um apartamento. Mas o que Vicent Van Gogh gostava mesmo era de ir pintar suas telas em Montmartre, onde também tomava seus goles…

  15. O Requião que gosta de fazer piadinhas , o que vai dizer na escolinha ?
    kakakaka , cala boca Térta ! ?

  16. Quem nasceu em Rolândia vai ser rolandiense para todo o sempre. Portanto….deixem de ser imbecis e tentar justificar o injustificável.

  17. Opa aí, galera!
    Todo mundo tentando justificar o erro quando tá na cara que o negócio passou batido. O energúmeno que tava escrevendo digitou ali Monet, Renoir, Degas, franceses. Depois alguém lembrou que tinha de qq jeito que citar a presença de Van Gogh na propaganda e meteu ali sem nem ler direito. Deviam ter revisado, deviam ter se preocupado mais. Agora, com certeza o erro não é resultado de uma intensa reflexão sobre a formação de V.G. como pintor. haja ingenuidade!

  18. Olegário M Dias Responder

    Ah! Mas ela perdeu para a irmã do Pedro Simon que mandou telegrama parabenizando o artista LEONARDO DAVINCI por sua exposição no saguão do Palácio Piratini. Isso aconteceu quando o maninho foi governador do RGS. Porém com um pouco mais de treino a Dona Maristela chega lá. É só deixar ela lá mais um pouquinho.
    Quando aos chatos defensores do indefensável: VAMOS RIR GENTE!
    E aos que insistireme continuarem a defender, então saibam que quem cuida da coisa pública, principalmente da informação e da cultura tem por obrigação, revisar. E antes de publicar, revisar de novo.

  19. Vigilante do Portão Responder

    Vincente, vá dizer para os Holandeses que o Van Gogh é Fancês. KKK
    Você iria gostar bastabte se, por ter morado na Espanha um jornal europeu publicasse que o Ronaldo Fenômeno é Espanhol? KKK
    Claro que Da. Maristela não corrige os anúncios do Museu, mas é assim, a culpa é de quem está mandando. KKK

  20. Nada justifica tanta ignorância.. A Maristela finge que é inteligente, não sabe nem redigir um ofício muito menos corrigir um texto…falando em obras de arte..e olha que são muitas..Patrimonio Publico…quero saber onde estão as obras de arte do Palacio Iguacú, alguém pergunte pra a Sra. Primeira Ignorante que era metida a mudar e desmudar os salões, ……Esse governo vai acabar e ninguem vai dar conta das obras, tapetes, presentes etc..

  21. É, quando não se encontra fatos relevantes o povo cai em cima de coisas como essas? Será? Coitado do jornalista que escreveu isso na agencia, vai ficar sem orelha!

  22. BEM LEBRADO. ONDE ESTÃO AS OBRAS
    DE ARTE DO PALÁCIO IGUAÇÚ???O ESTADO DE ABANDONO DAQUELE PATRIMONIO PÚBLICO É LAMENTÁVEL.

  23. Nana do Bigbrother Responder

    Quer dizer que o Kaká não pode ser um icone italiano, que o Pelé não pode ser um icone mundial!
    Como diria meu avô, mexer com a mulher ou o bolso do camarada é arranjar para a cabeça.

  24. tá.. e o que que isso tem haver ?????? só corrigir o texto… ou vcs acham que é a maristela quem escreve????? ela só é figurante lá..

  25. Essa é uma boa oportunidade para mais uma viagem que não trás nenhum beneficio para o PR. Nosso guia e sua primeira dama podem ir até a Holanda para se certificar se Van Gogh nasceu na Holanda mesmo.

  26. franciscoavatar Responder

    A família Requião é patética. Os Mello e Silva são banareiras que já deram cachos e não têm mais nada a oferecer ao povo paranaense. Só atitudes patéticas, nada mais…

  27. Maria Tereza Bocard Responder

    Van Gogh Erramos:

    Prezado Fábio Campanha,

    É necessário esclarecer aos leitores de sua coluna que a responsabilidade pela redação de textos destinados à imprensa, como o release acima publicado, é de um jornalista contratado para tal função, neste caso eu, Maria Tereza Bocardi, assessora de Comunicação do Museu Oscar Niemeyer. Portanto, foi de minha responsabilidade a indução ao erro quanto à nacionalidade de Van Gogh. Na “costura” do texto, excluí o termo “impressionismo francês”, o que gerou a incorreção. Por essa razão, assim que soube do erro, enviei aos colegas o ERRAMOS abaixo, que é o procedimento técnico adotado nestes casos.

    Erramos: Na última frase do lead do release sobre a mostra mexicana Paisagem Entorno e Retorno – Coleção do Museo Soumaya, enviado na última terça-feira (10), a falta do termo impressionismo francês deixou o texto incorreto quanto à nacionalidade do artista holandês Van Gogh. Portanto, segue o release corrigido.

    Desta forma, reproduzo aqui o trecho corrigido e solicito ao colega Fábio Campana que faça a devida substituição em seu material.

    Paisagem Entorno e Retorno – Coleção do Museo Soumaya
    14 de março a 12 de julho

    Um diálogo entre a paisagem européia e mexicana é a proposta da exposição. Inéditas em Curitiba, as 72 obras provenientes da Coleção do Museo Soumaya, do México, se convergem em estilos, técnicas, sensibilidades e interesses. Os trabalhos exibem os variados enfoques na abordagem do tema, do século 16 ao século 20. Entre eles estão desde os antigos mestres europeus, como Lucas Van Gassel e Pieter Brueghel, até ícones do impressionismo francês, como Monet, Renoir e Degas; além de Van Gogh e o célebre paisagista mexicano José Maria Velasco.

    Realizada pelo museu mexicano, a exposição é patrocinada pela Companhia Paranaense de Energia (COPEL) e Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), com o apoio do Ministério da Cultura, do Governo do Paraná e Caixa. O Museu Oscar Niemeyer abre a mostra Paisagem Entorno e Retorno – Coleção do Museo Soumaya para convidados e o público em geral, neste sábado (14), às 11h. Durante o evento, o Museu permanecerá com a bilheteria franqueada entre 10h e 12h. Uma hora antes da abertura, às 10h, o curador mexicano realiza uma palestra gratuita sob o tema “Um olhar sobre a paisagem”.

    Museu Oscar Niemeyer
    Assessoria de Comunicação
    Maria Tereza Bocardi

  28. Tdo bem Maria Tereza conheço vc e te respeito…mas sei que vc foi precionada a se retratar pela déspota e boçal primeira ignorante do Estado…Como se ninguem soubesse o tratamento dela para com os subordinados aos berros aos gritos e xingamentos….POBRE COITADA PRIMEIRA IBOÇAL DO ESTADO…..

  29. Erro crasso é dar mais importância a um texto publicado do que à própria exposição. Erros em textos publicados podem ser facilmentes corrigidos, mas uma exposição como esta dificilmente aconteceria aqui no Paraná, se não fosse resultado de muito esforço da “mulher do governador” e de sua equipe. O fato é que o museu está funcionando muito bem, a todo vapor e sempre com muito público. É uma iniciativa que deveria ser reverenciada e não criticada com a peculiar arrogância dos curitibanos.

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