Uncategorized

A PM está fora da área. Ou desligada.

Um dos temas centrais da reunião desta manhã do programa Mãos limpas foi a reportagem da Gazeta do Povo que fez ligações para 71 telefones da polícia comunitária, o projeto POVO, orgulho da administração de Requião. Acontece que das 71 ligações, apenas oito foram atendidas. Os demais telefones estavam desligados ou fora da área.

Especialistas acreditam que o serviço do Projeto Povo (Polícia Ostensiva Volante) escamoteia os dados reais de atendimentos, inclusive para o governador, que gosta de dizer que essa é a melhor polícia comunitária do mundo sem saber da realidade sobre seu funcionamento.

13 Comentários

  1. Ele sabe da realidade! O duce é incompetente mas não é burro, ele conhece o time de oportunistas que estão a sua volta. Mas o orgulho fala mais alto.

  2. Exato. E se você chama o pronto atendimento da PM, pelo 190, demoram muito tempo para chegar. Em duas vezes que precisei chamar, em casos de roubo a edifício em ocorrência, demoraram 40 minutos para chegar. Isso porque o endereço é super central!

    Então você lê as notícias sobre crimes semelhantes em São Paulo e vê que lá, embora cidade MUITO maior que Curitiba, a PM chega super-rápido, a ponto de pegar os bandidos.

    É triste nossa realidade de segurança pública. Talvez por estarem em cegueira causada por suas equipes de segurança fortemente armadas, nossos governantes e secretários não tenham a mesma percepção, e acham que tudo está uma beleza.

  3. Pedro Rosario Neto Responder

    – É uma excelente idéia, mas que ficou somente na cabeça do nosso governador;
    – Muita divulgação, muito blá, blá, blá, mas de fato NÃO FUNCIONA;
    -Se não acreditam na reportagem do jornal “Gazeta do Povo”, façam o teste. Liguem para os telefones do Projeto Povo. É uma vergonha……
    – Os políciais não tem culpa pelo fracasso deste projeto. A responsabilidade do fracasso é exclusiva do governador do Estado, uma vez que não é disponibilizado dinheiro necessário para a compra e/ou manutenção da infra-estrutura (veículos, telefones celulares, etc);
    – Os procedimentos são burocráticos é atrasados: Se um veículo bate ou quebra, é aberto uma investigação interna para descobrir “pelo em ovo”, “chifre na cabeça de cavalo”, etc, enquanto os bairros cobertos por aquela viatura ficam sendo cobertos por viaturas de outros batalhões, que já estavam sobrecarregados. Para o veículo voltar a circular, leva 3,4 meses….Também não há baterias suficientes para os telefones celulares…..É nós pagamos impostos para ter segurança 24h por dia/todos os dias da semana. O dinheiro existe mas …….
    – A pergunta que não quer calar : A QUEM INTERESSA ESTE CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA ? Será que é das empresas privadas, as quais os verdadeiros proprietários destas empresas nunca aparecem ?
    – PÕ, PARA QUE PAGAMOS IMPOSTOS ???
    – ACORDA POVÃO. TÁ na hora de reclamar ou continuem pagando impostos para este governo incompetente e paralelamente paguem particularmente pela SEGURANÇA PÚBLICA, pela EDUCAÇÃO e pela SAÚDE;
    – E falando em pagamento de impostos : A partir de janeiro/2009 começamos a pagar pedágios nas rodovias que cruzam Curitiba e a pergunta que não quer calar (e que ninguém fala sobre o tema): Quais impostos que eu pago atualmente, serão reduzidos proporcionalmente, uma vez que já eram previstos para a manutenção destas estradas ? Cadê os nossos representantes para brigar por nós ?
    – Nas próximas eleições não esqueçam : Vamos substituir 100% desta cambada, até acertarmos….
    Abraço.

  4. Perguntar não ofende, é uma reunião ou programa de mãos limpas ?
    Perguntar não ofende, todos que participam dessa reiniãozinha ou programinha tem às mãos e conciências limpas ?
    Perguntar não ofende, está correto o chefe do Ministério Público do Paraná ter cadeira cativa nessa dita reunião ou programa de mãos limpas ?
    Perguntar não ofende, toda e qualquer tropa de uma fôrça pública organizada desempenha suas funções mediante ordens, no caso é a tropa que não está obedecendo suas obrigações ou o Comando da PM e Segurança Pública é que estão fora de área e desligados de seus objetivos Constitucionais?
    Perguntar não ofende, porque quando o povo solicita a presença da polícia ela não atende ou não apareçe e quando certos segmentos das atividades empresariais dessa cidade solicita ela atende de imediato ?
    Perguntar não ofende, foi preciso esse assunto ser manchete do jornal de maior circulação do estado ou esses membros da dita reunião ou programa de mãos limpas já estavam cientes desse pouco caso com o povo que para variar é que paga às contas?
    Perguntar não ofende, os policiais militares estão preparados e bem remunerados razão pela qual não poderiam estarem fora de hora ou desligados ?

  5. Temos lido várias notícias e respectivos comentários de leitores do Paraná sobre a atuação da Polícia Militar. Fugindo de uma discussão serena sobre o assunto, vez por outra aparecem, comentários raivosos, especialmente defendendo a atuação do oficialato, que, salvo melhor entendimento e mesmo conhecimento sobre o assunto, realmente deixa a desejar. Lembramos, então, de comentário recente sobre a atuação da polícia, no sentido de que os coronéis (abrangendo então todo o oficialato) deveriam deixar suas escrivaninhas (e suas funções de meros burocratas, que aparentemente são) e partir para a defesa intimorata dos melhores interesses da sociedade paranaense. Esse comentário de leitor bastou para desencadear uma corrente de defesa divorciada da realidade, ou mesmo da verdade. Será que o que existe no Paraná é uma polícia desmotivada; ou “boazinha”; ou mesmo “politicamente correta”; ou ainda, o que seria mais grave, uma polícia emasculada?

  6. Mais do que por culpa do governador, a PM sofre com a incompetência e falta de vontade dos coronéis. A política mesquinha e a briga por cargos intere$$ante$ após a aposentadoria, faz com que os coronéis simplesmente se esqueçam de cuidar daquilo para o qual são pagos: segurança pública.
    Parece que os coronéis de hoje se esqueceram da época em que eram cadetes na academia do guatupê e que em tantos finais de semana enclausurados naquela escola, acalentaram o sonho de chegarem ao topo da carreira para fazer a diferença. Parece que os coronéis de hoje se esqueceram dos tempos em que eram tenentes aguerridos, amantes da corporação e do bem estar da população. Parece que a chama da honra se apagou nos coronéis de hoje. O interessante é verificar que a partir do primeiro governo de Requião, lá no início da década de 90, se instalou de vez na PM a politicagem. Com Lerner a coisa piorou e infelizmente o que vê acontecendo é que de tenentes aguerridos e capitães corajosos, os oficiais viram majores conformados, tenentes-coronéis ineficientes, coronéis bajuladores.
    O que aconteceu com a PM? onde está aquela coporação brava, honrada que construiu uma reputação nacional de eficiência?
    Milicianos, levantem-se! revolucionem a coporação, denunciem o descaso! cobrem seus superiores! digam não às fanfarronices do governador e deu escoterio o secretário de (in)segurança pública!

  7. Repassando:

    16/03/2009

    Policiais toleram atos ilícitos de colegas, diz estudo

    Meio assistente social, meio agente de repressão. Uma radiografia inédita do policial civil e militar brasileiro revela um profissional que possui ao mesmo tempo ideias “ongueiras” e conservadoras sobre a criminalidade. Na relação com os colegas, porém, desvendam-se pactos de silêncio e cumplicidade. E nos questionários da Fundação Getúlio Vargas (FGV) detecta-se um comportamento comum em todos os Estados: complacência com atos de corrupção, que impedem o policial de denunciar colegas envolvidos em atos ilícitos.

    A pesquisa revelou associação significativa entre o padrão de escolaridade do policial, o nível de aceitação da corrupção e outras transgressões policiais. Menos anos de escola, mais “deixa pra lá”. Como, em média, 49,77% dos policiais brasileiros possuem apenas ensino médio, o quadro é preocupante. “Mostramos que a educação tem um papel muito importante no processo de construção de um sistema de segurança mais eficaz e imune à corrupção”, dizem os coordenadores da pesquisa, os professores Marco Aurélio Ruediger e Vicente Riccio.

    Esse levantamento traz “opiniões e valores” dos agentes sobre temas de segurança pública e sobre o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), carro-chefe das políticas do Ministério da Justiça para reverter o cenário de violência no País. Foram realizadas 23.540 entrevistas em 23 Estados de todas as regiões, entre 3 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro deste ano. Amapá, Goiás, Paraná e Distrito Federal ficaram de fora.

    Os policiais tendem a ver o ingresso no mundo do crime como produto de pressão do ambiente, do meio social, e não como opção pessoal ou fruto da repressão insuficiente. Para 74,38% dos entrevistados, a pobreza e a desigualdade são as causas principais da criminalidade. Mas 89,11% defendem a redução da maioridade penal, atualmente em 18 anos. E quase todos – 91,39% – mostraram-se contrários à liberalização de drogas leves. Já 75,67% acreditam que os crimes de homicídio, tráfico de drogas e estupro têm punição branda pela lei penal brasileira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Fonte: Agência Estado

  8. Jornalista Fábio:

    É uma pena o estado do Policia Militar, como ficou uma corporação centenária em que a política tomou conta de tudo, e os coronéis, também capachos sem alternativas para a segurança publica. Saudades do Cel Malucelli, a cidade era segura, via-se pm na rua fazendo polciamento, via -s modulos da pm fucionando, o tempo passa e vooa e a PM so piora.

  9. Vigilante do Portão Responder

    Eu sei o motivo da falta de policiais para atender aos chamamentos do projeto Povo. Estavam temperando e assando carneiros para as festas do Requião. POr favor liguem noutra semana, os últimos dias foram conturbados. Teve o aniversário do chefe, areunião com o PCB, entre outros comes e bebes. KKK

  10. O ano passado solicitei o projeto povo por quatro vezes e fiquei totalmente satisfeito. Este ano não houve necessidade, entretanto não acredito na reportagem de maneira nenhuma.

Comente